Línguas separatistas: a história de 13 conflitos linguísticos pelo mundo

O português brasileiro ainda é a mesma língua usada em Portugal? Alguns especialistas argumentam que não. O idioma falado por aqui foi imposto aos indígenas por clérigos e disseminado na boca de uma população majoritariamente formada por marinheiros, artesãos e outros lusitanos pobres e marginalizados. Eles sequer sabiam ler e escrever. Com o passar dos séculos, esse modo de falar incorporou traços de várias línguas nativas e africanas. Hoje, temos um vocabulário e uma gramática bem diferentes do idioma ibérico.

Por que, então, não chamamos nossa língua de “brasileiro”? A resposta é simples: não há interesse popular. A língua, mais que um código de comunicação, é uma ferramenta política – um pilar da identidade de povos e nações. O Brasil deseja manter laços diplomáticos com os demais países lusófonos, e inclusive exporta sua cultura às ex-colônias portuguesas na África e para Portugal, que assiste novelas em português brasileiro com toda a naturalidade. Não há motivo para briga.

Uma língua é mais que um código compartilhado: é o cerne da identidade de um povo. E quando as fronteiras não correspondem aos idiomas, começa a confusão.

Línguas separatistas: a história de 13 conflitos linguísticos pelo mundo

publicado originalmente em superinteressante

3 respostas para “Línguas separatistas: a história de 13 conflitos linguísticos pelo mundo”

  1. Não sei português nem português do Brasil, mas aposto que são apenas dialetos da mesma língua.
    Você escreve em “brasileiro”? Porque o tradutor do google reconhece isso como mero português.

    No meu ano escolar estudei francês e agora – muitos anos depois, com pouco contato com o francês – ainda posso entender o dialeto de Quebec e até mesmo o Cajun da Louisiana. A língua portuguesa do Brasil é um caso tão especial?

  2. Eu escrevo e falo em português,e é claro, que como em todas as línguas,o idioma muda até mesmo dentro do nosso próprio país,com palavras de conotação diferente em diferentes regiões…a intenção da matéria é mostrar como existem diferentes situações em várias

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