A Cegante Feitiçaria de Ouro

foto: Xamã Yanomami, Amazonas, Venezuela – Barbara Crane Navarro

Como afirma o porta-voz Yanomami Davi Kopenawa em seu livro “A Queda do Céu”: “Para os mais velhos, o ouro era apenas lascas brilhantes na areia dos leitos dos rios, como a mica. Eles coletaram para fazer uma substância de feitiçaria destinada a cegar as pessoas de quem estavam zangados. … Este pó de metal era […]

A Cegante Feitiçaria de Ouro

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Assista a “Elis Regina – “Aprendendo a jogar” (Fantástico 1980)” no YouTube

🇧🇷 Aprendendo a jogar

Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas, aprendendo a jogar

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas, aprendendo a jogar

Água mole em pedra dura
Mas vale que dois voando
Se eu nascesse assim pra Lua
Não estaria trabalhando

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas, aprendendo a jogar

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas, aprendendo a jogar

Mas em casa de ferreiro
Quem com ferro se fere é bobo
Cria a fama, deita na cama
Quero ver o berreiro na hora do lobo

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas, aprendendo a jogar

Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas, aprendendo a jogar

Quem tem amigo cachorro
Quer sarna para se coçar
Boca fechada não entra besouro
Macaco que muito pular quer dançar

Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah
Dig dig dig dig dig da cá ah ah

🇧🇷Fonte: MusixmatchCompositores: Guilherme Arantes

Letra de Aprendendo a jogar © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda

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Assista a “URGENTE! GOVERNO BOLSONARO NÃO QUER QUE O POVO VEJA ESSA REPORTAGEM” no YouTube

Mais um horror para a conta deste desgoverno…

Nesta reportagem profissionais de saúde relatam a falta de kits intubação…a dor indescritível dos pacientes e seu próprio desespero em nada poder fazer.

Também nos conta que o desgoverno federal se recusou a comprar insumos várias vezes,sem se dignar a dar explicações.

Ninguém merece passar por isso, ninguém.😔

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Em breve…

Não há nada


Como um dia

Após o outro…

Tão simples

Tão verdadeiro

…quem hoje pisa, gargalha

Zomba e humilha

Nega auxílio, atenção

Nada faz para aliviar a dor

Não faz sequer

Seu básico compromisso

Que é sua obrigação…

Ele não sabe, ou se esqueceu!?

Conto eu, então…

No Universo há uma lei

Que ninguém pode mudar,

Nem trocar de comandante,

Cada vez que incomodar…

Nesta eu creio e boto fé

Sou a prova viva do que digo

A ação e reação é implacável

E há de agir…

Enquanto ainda estamos vivos…

ps: nada como um dia após o outro 😉

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Assista a “Emicida & Rael [Som Brasil] – Pra não dizer que não falei das flores” no YouTube

🏵️🌻🌺Pra não dizer que não falei das flores…

Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecerVem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora…

🏵️Fonte: Musixmatch

Compositores: Geraldo Pedrosa De Araujo Dias… Geraldo Vandré

Letra de Pra não dizer que não falei das flores © Editora E Imp Musical Fermata Do Brasil

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O OURO nada mais é do que pó brilhante na lama, mas os brancos podem matar por isso!

foto: Yanomami: transformação xamânica
– Barbara Crane Navarro

Como afirma o porta-voz Yanomami Davi Kopenawa em seu livro “A Queda do Céu”: “Os brancos espalham seus fumos epidêmicos pela floresta … tirando ouro e outros minerais da terra. Eles não querem desistir do frenesi de cavar e seu pensamento está fechado. Tudo o que importa […]

O OURO nada mais é do que pó brilhante na lama, mas os brancos podem matar por isso!

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Passando da hora…

O país agoniza .

Sem remédio, anestésico,o básico

Vacina faltando, é claro

Cloroquina de sobra, ridículo

O povo no meio,de novo

Rixas pessoais, picuinhas

Esse ódio espalhado

Feito óleo na pista

Fazendo derrapar a esperança

Derrubando nossa cara no chão

Joelho no pescoço

É todo dia ameaça

“Fiquem em casa e verão.

Não me responsabilizo .

Meu exército .”

Vem golpe,armas brotando

Sabe- se lá de onde…

Ou pior,sabemos

Fanáticos, lunáticos

Negando a pandemia,a tragédia

A fome ,tal sombra da morte

Cresce dia a dia

Culpa dos governos anteriores.

Como assim?!

Angústia diária…

Ou ele sai ,ou sai o Brasil

Do mapa,da história,

Só retalhos,restos, ruínas

Ainda há saída…

Precisa ser logo,ontem

A hora é agora!

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