Eu …por Clarice Lispector

“O que eu sinto eu não ajo. O que ajo não penso. O que penso não sinto. Do que sei sou ignorante. Do que sinto não ignoro. Não me entendo e ajo como se entendesse.”

Clarice Lispector

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Prevenir transtornos mentais pode evitar evasão escolar e repetência

Pelo menos dez a cada cem meninas que estavam fora da série escolar adequada para sua idade poderiam ter acompanhado a turma se transtornos mentais, principalmente os externalizantes (como déficit de atenção e hiperatividade), fossem prevenidos ou tratados. O impacto negativo dessas condições mentais também se reflete na repetência: cinco em cada cem alunas não teriam reprovado. Para meninos, seriam prevenidos 5,3% dos casos de distorção idade-série e 4,8% das reprovações.

Esses resultados foram revelados em uma pesquisa inovadora, liderada por um grupo de cientistas brasileiros e britânicos e publicada na revista Epidemiology and Psychiatric Sciences. Os pesquisadores buscaram estimar o peso e o impacto de diferentes tipos de condições psiquiátricas nos resultados educacionais, usando como base dados de 2014.

Concluíram, em linhas gerais, que os transtornos externalizantes tiveram efeitos negativos mais amplos e robustos sobre a educação quando comparados a psicopatias ligadas a angústias e medos. Ao analisar por gênero, foram particularmente prejudiciais para as mulheres, resultando em níveis mais baixos de alfabetização e perpetração de bullying.

Dados de estudo inovador mostram que transtornos externalizantes, como déficit de atenção e hiperatividade, têm grande impacto na vida escolar

Prevenir transtornos mentais pode evitar evasão escolar e repetência

publicado originalmente em Veja saúde

Garimpo na Amazônia: “O coração da floresta e suas veias são impactados” — Ecoamazônia

Imagens das fileiras de balsas de garimpo no Rio Madeira, perto do município de Autazes, no Amazonas, percorreram o Brasil e o mundo desde o começo da semana. Diretora de Ciência no IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo, Ane Alencar lembra que a atividade garimpeira na Amazônia “sempre existiu, mas nunca com estas proporções”: segundo… Garimpo […]

Garimpo na Amazônia: “O coração da floresta e suas veias são impactados” — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Boa e má notícia para o fígado

Um hospital no Rio de Janeiro é o primeiro do país a utilizar uma tecnologia que pode ser um divisor de águas para transplantes hepáticos. Na avaliação de Eduardo Fernandes, cirurgião especialista em transplantes de órgãos do abdômen, a máquina Liver Assist, que faz sua estreia nacional no Hospital São Lucas Copacabana, tem tudo para mudar o cenário atual.

É que o descarte de órgãos é frequente, sobretudo em áreas mais remotas de países continentais como o Brasil, onde não há tanta logística para transporte. E o fígado, depois de retirado do corpo, leva de oito a dez horas até começar a sofrer por falta de oxigênio, uma condição conhecida como isquemia.

+ LEIA TAMBÉM: Covid-19 e o impacto no transplante de órgãos

“Com essa tecnologia de origem holandesa, é possível transfundir os órgãos para que fiquem viáveis por muito mais tempo”, explica Fernandes. “Isso pode ser feito com sangue humano, em temperatura normal, ou com uma solução especial, em hipotermia, que é o método utilizado aqui”, continua.

Tecnologia que amplia a vida útil do órgão para transplantes estreia no Brasil. Em paralelo, estudo prova que obesidade está por trás de tumores ali

Boa e má notícia para o fígado

publicado originalmente em Veja saúde

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