Revista Galileu: Nova teoria explica o porquê de termos sonhos bizarros

Os sonhos seguem como um dos tópicos mais misteriosos para a ciência: ainda há muito debate sobre o porquê do nosso cérebro criar tantas fantasias quando dormimos. Mas é possível que o caminho para finalmente entender essa experiência esteja relacionado ao ramo de aprendizado de máquina. É isso o que aponta um novo estudo do neurocientista Erik Hoel, da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que foi publicado na revista Patterns.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2021/05/nova-teoria-explica-o-porque-de-termos-sonhos-bizarros.html

publicado originalmente revista Galileu

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Assista a “O SAL DA TERRA-BETO GUEDES-VIDEO ORIGINAL-ANO 1981 [ HD ]” no YouTube

O Sal da Terra 🌎💚

Anda, quero te dizer nenhum segredo
Falo desse chão da nossa casa
Vem que tá na hora de arrumar

Tempo, quero viver mais duzentos anos
Quero não ferir meu semelhante
Nem por isso quero me ferir

Vamos precisar de todo mundo
Pra banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
Vamos precisar de muito amor
A felicidade mora ao lado
E quem não é tolo pode ver

A paz na terra amor
O sal na terra
A paz na terra amor
O sal da Terra, és o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro
Tu que és a nave nossa irmã

Canta, leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com seus frutos
Tu que és do homem, a maçã

Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Para melhor construir a vida nova
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois

Deixa fluir o amor
Deixa crescer o amor
Deixa fluir o amor
O sal da terra

Pena que pena, que coisa bonita
Diga qual a palavra que nunca foi dita?

🌎💚Fonte: LyricFind

Compositores: Alberto De Castro Guedes / Ronaldo Bastos Ribeiro

Letra de O Sal da Terra © Sony/ATV Music Publishing LLC

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Quando isso passar…

Quando tudo isso passar

Essa loucura,essa tormenta

Quando a tempestade virar sol

O dia claro romper a escura noite

Quando o horizonte cristalino ,

Apesar dos pesares,se erguer

Majestoso e belo

Vamos abrir as janelas

Escancarar os sorrisos

Abrir a gaiola dos abraços

Saudar na feira os amigos

O cinema que me aguarde…

Um ano é tempo demais

Haja filme e pipoca…

A vida há de seguir,

Mesmo com incertezas

Alguns , desta tempestade,

Para este convívio não retornarão

Pagaram o preço alto, cruel

Do descaso,da omissão

De onde estiverem, porém

Creio,sim,de coração

Estão a zelar por nós,

E torcem também,no aguardo

De que de tantas perdas e danos

Tiremos uma importante lição

De convívio, tolerância

Empatia e superação…

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Em carta, Einstein antecipou descoberta sobre a sensibilidade magnética de animais

O texto escrito pelo físico alemão estava perdido desde 1949. A magnetorecepção, usada por aves migratórias, só começou a ser discutida décadas depois.

18 de outubro de 1949. Albert Einstein se senta em uma escrivaninha para responder a uma carta do colega engenheiro Glyn Davys, que escrevia sobre como a percepção dos animais poderia nos revelar algo sobre o mundo físico. Einstein responde: “É possível que a pesquisa sobre o comportamento de aves migratórias e pombos-correio possa um dia levar à compreensão de algum processo físico ainda desconhecido”.

Em carta, Einstein antecipou descoberta sobre a sensibilidade magnética de animais

publicado originalmente em superinteressante

Pesquisa identifica pegadas de dinossauros no Mato Grosso do Sul

A descoberta levou os pesquisadores a reclassificar a formação geológica da região. As pegadas pertencem a dois tipos de dinossauros diferentes.

Uma pesquisa de campo realizada na cidade de Nioaque, no Mato Grosso do Sul, revelou a presença de pegadas de dinossauros que caminharam na região há 140 milhões de anos. Os cientistas do Serviço Geológico do Brasil e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ainda encontraram fósseis de um animal vertebrado dentro de uma toca fossilizada. Os resultados foram publicados no Journal of South American Earth Sciences.

Pesquisa identifica pegadas de dinossauros no Mato Grosso do Sul

publicado originalmente em superinteressante