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🌻Nada vai me acontecer

Minha alma canta envolto do seu aprendizado
E as palhas vão caindo purificando o coração
Meus pretos velhos vivem sempre ao meu lado
Dando seus nobres conselhos e doando suas mãos

Vovó Maria não me deixa duvidar
E pai João vem do alto me benzer
Eles me cruzam sempre dos pés à cabeça
Sete vezes na coroa de Nanã Buruquê

Nada vai me acontecer
Sou protegido(a) e bem guiado(a)
Por Obaluaê

E as almas cantam no profundo interior
Este cruzeiro veio mostrar o seu poder
Linha dos velhos é luz da sabedoria
Esta libertação é o cantar do meu viver

Esta festa é o reinado de Aruanda
Preto velhos giram no seu interior
Dançam e cantam, pois a luz que irradia
Lázaro abençoou com Mãe de Santa Maria

Nada vai me acontecer
Sou protegido(a) e bem guiado(a)
Por Obaluaê

Preto Velho das Almas
Preta Velha Vovó
Salve Mamãe Rainha
Salve Papai Cipó

Composição: Dois sóis

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O que é tripofobia? Repulsa a buracos e lesões na pele não é doença

Por Fabiana Schiavon

A repulsa ou aversão a buracos ou lesões agrupadas de forma irregular tem um nome: tripofobia. Esse padrão de buraquinhos pode estar na pele, em tecidos, objetos ou animais. Pessoas com essa questão não aguentam olhar para, por exemplo, os furinhos de uma esponja, ou mesmo para imagens com sintomas mais intensos da varíola do macaco. Essa aflição pode causar mal-estar, mas não é considerada uma doença por si só. E nem mesmo uma fobia, apesar do nome. “O termo fobia é diretamente relacionado ao medo de alguma coisa, seja de um animal, de altura, de andar de avião. Esses quadros produzem sentimentos mais intensos de pânico e ansiedade”, afirma o psiquiatra Felipe Becker, coordenador do serviço internação psiquiátrica do Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, em Joinville (SC). A bem da verdade, a palavra “tripofobia” sequer foi criada por especialistas. “Ela nasceu na internet, da necessidade de dar nome a essa sensação”, conta a psicóloga Marilene Kehdi, de São Paulo. Tripo vem do grego trypo, que significa buracos ou orifícios. A definição no tipo de buraco também é contraditória. Materiais oficiais apontam para imagens em que esses orifícios estão em grupo e de forma irregular. Mas também há relatos do plástico bolha como um gatilho – e, aí, os furinhos são simétricos. O mais comum seria de casos de frutos como a flor de lótus indiana, com sementes expostas, como na imagem abaixo.

Um dos exemplos mais utilizados para explicar a tripofobia é a repulsa a imagens como a lotus cultivada no oriente, que tem buracos irregulares e sementes expostas[/caption] Há alguns estudos comportamentais sobre o tema. O primeiro é de 2013, segundo Becker, e foi publicado na revista Psychological Science. “Uma das teorias é que o cérebro humano, ao ver essas imagens, faz associações a doenças transmissíveis e animais peçonhentos, e isso teria alguma relação com os mecanismos de defesa que criamos ao longo da evolução”, afirma o psiquiatra. Isso, contudo, não passa de uma hipótese.

Apesar do nome, a tripofobia não é uma fobia (e nem um transtorno). Mas pode estar relacionada a crises de pânico. Veja os sintomas e quando ir ao médico

O que é tripofobia? Repulsa a buracos e lesões na pele não é doença

publicado em Veja saúde

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