Intestino de tubarões evoluiu mesma geometria de válvula criada por Tesla

O inventor sérvio Nikola Tesla sobrevive no imaginário popular como sinônimo de gênio louco e incompreendido. Contribuiu com a idealização das redes elétricas de corrente alternada que hoje abastacem praticamente todas as residências do mundo – e assinou um enorme número de patentes que lhe renderam fortuna razoável. Mesmo assim, morreu sozinho e endividado, morando em um quarto de hotel em Nova York.

Uma criação pouco conhecida de Tesla foi uma válvula. “Válvula”, no jargão dos engenheiros, é qualquer dispositivo que ora interrompe, ora permite a passagem de um gás ou líquido. O jeito mais basicão de fazer uma válvula é montar uma portinhola que deixa a água passar quando ela vem de uma direção – mas fecha sob a força da própria água quando o líquido vem da direção oposta. Veja o GIF abaixo:

É possível que o mecanismo desacelere a passagem da comida pelo sistema digestório – permitindo a máxima absorção de nutrientes.

Intestino de tubarões evoluiu mesma geometria de válvula criada por Tesla

publicado originalmente em superinteressante

Cães tendem a te ignorar se souberem que você está mentindo, sugere estudo

Se você já tentou oferecer remédio ao seu cachorro fingindo ser comida, sabe bem que enganá-los não é tarefa fácil. E, ao que parece, eles superam alguns primatas e até bebês humanos quando o assunto é enganação.

Uma nova pesquisa, publicada na revista científica Proceedings of the Royal Society B, mostrou que os cães sabem quando nós estamos mentindo. E mais: em alguns casos, eles deixam a lorota passar; em outras, não.

Pesquisadores da Universidade de Viena, na Áustria, realizaram uma série de testes para avaliar o comportamento dos cachorros quando enganados. Participaram, no total, 260 cães de raças diversas, todas puras.

Por outro lado, quando confiam nos humanos, os animais parecem seguir ordens mesmo estando cientes de que não obterão vantagens. Entenda.

Cães tendem a te ignorar se souberem que você está mentindo, sugere estudo

publicado originalmente em superinteressante

Tempestades intensas podem se tornar até 14 vezes mais frequentes na Europa

Ao longo das últimas semanas, enchentes causadas por tempestades intensas atingiram áreas da Alemanha, da Bélgica e da Holanda, deixando um rastro de destruição e matando mais de 160 pessoas. Infelizmente, alguns cientistas preveem que esse tipo de evento pode se tornar muito mais comum no futuro.

Um novo estudo da Universidade de Newcastle, publicado na revista Geophysical Research Letters, indicou que as tempestades intensas poderão se tornar 14 vezes mais frequentes no continente europeu até o final do século por conta do aquecimento global.

Pesquisadores indicam que as recentes enchentes catastróficas podem se tornar muito mais comuns até 2100 por conta das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

Tempestades intensas podem se tornar até 14 vezes mais frequentes na Europa

publicado originalmente em superinteressante

Cientistas encontram vírus de 15 mil anos em geleiras tibetanas

As regiões do globo que contém permafrost, uma espécie de solo congelado, são verdadeiros parques de diversões para os cientistas. Com o derretimento das geleiras, cientistas já puderam identificar corpos de animais do passado praticamente intactos e até microrganismos microscópicos que voltaram à vida após anos congelados. Agora, pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, identificaram dezenas de vírus em duas amostras de gelo retiradas do Planalto do Tibete, na China. 

Dos 33 vírus identificados, 28 nunca haviam sido relatados por pesquisadores.

Cientistas encontram vírus de 15 mil anos em geleiras tibetanas

publicado originalmente em superinteressante

No máximo 7% do nosso DNA é exclusivo dos humanos modernos, diz estudo

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia indicou que no máximo 7% do nosso DNA é exclusivamente humano. Os cientistas investigaram o genoma de humanos modernos e de hominídeos (indivíduos de espécies primitivas) por meio de uma nova ferramenta de análise desenvolvida pela equipe.

“A árvore genealógica evolucionária mostra que existem regiões do nosso genoma que nos tornam unicamente humanos”, disse Richard Green, co-autor do estudo publicado na revista Science Advances. “Agora temos um catálogo desses genes, e é uma fração surpreendentemente pequena do genoma.”

Pesquisadores analisaram genomas humanos modernos em comparação a genomas de hominídeos e descobriram que uma fração de 1,5% a 7% de nosso DNA é única.

No máximo 7% do nosso DNA é exclusivo dos humanos modernos, diz estudo

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Manter o cérebro ativo pode atrasar o Alzheimer em 5 anos, sugere estudo

Um estudo publicado recentemente sugere que realizar atividades estimulantes para a mente (como ler e montar quebra-cabeças) durante a velhice pode adiar em até cinco anos o aparecimento do Alzheimer – doença neurodegenerativa cujos principais sintomas incluem perda de memória e confusão mental.

A hipótese de que manter o cérebro ativo atrasa a manifestação da demência já havia aparecido em pesquisas anteriores, mas os pesquisadores responsáveis por este estudo quiseram testá-la e investigar a relação entre diferentes níveis de atividade cognitiva e a idade de início do Alzheimer. 

Pesquisadores analisaram 1,9 mil idosos por um período médio de 7 anos e perceberam que atividades como ler e montar um quebra-cabeça davam vantagens para quem as realizava com frequência.

Manter o cérebro ativo pode atrasar o Alzheimer em 5 anos, sugere estudo

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Gráfico: quanto tempo passamos sozinhos ao longo da vida?

Quanto mais envelhecemos, mais tempo passamos sozinhos. Com amigos, o auge é no final da adolescência; depois, ladeira abaixo.

A conclusão é de um levantamento que analisou, entre 2009 e 2019, a rotina de americanos de todas as faixas etárias. O estudo mostra também quanto tempo passamos na companhia de amigos, colegas de trabalho, filhos, pais e parceiros. Confira:

“All by myseeeelf…”

Gráfico: quanto tempo passamos sozinhos ao longo da vida?

publicado originalmente em superinteressante

Do que é feito o pensamento? A ciência por trás da voz na sua cabeça

Algumas pessoas falam com si mesmas o dia todo; outras têm mentes silenciosas. Algumas formam imagens mentais vívidas; em outras, o olho da mente é cego. Faz poucas décadas que os psicólogos criaram ferramentas para investigar nosso fluxo de consciência. Até que ponto podemos acessar – e explicar – o interior de nossas próprias cabeças?

Do que é feito o pensamento? A ciência por trás da voz na sua cabeça

publicado originalmente em superinteressante