Os detalhes da quarta volta ao mundo da Família Schurmann, que acaba de preparar veleiro no Guarujá

“Como é que é chemistry (química) mesmo em português?”, pergunta Wilhelm, 45, enquanto explicava para a reportagem o funcionamento das baterias que armazenam energia do veleiro da família brasileira famosa por realizar voltas ao mundo em alto-mar. Os Schurmann costumam trocar a língua oficial da embarcação com a mesma frequência com que mudam de endereço: são fluentes em espanhol, inglês e francês e emendam diálogos em palavras estrangeiras com normalidade, o que soa estranho para quem não está acostumado. Vilfredo, 72, e Heloísa, 75, são as âncoras, e Wilhelm, David, 47, e Pierre, 53, os filhos: eles se encontraram no último domingo (25) na sede do Guarujá do Iate Clube de Santos, no litoral paulista, para comemorar o aniversário do caçula e acompanhar os últimos retoques no veleiro, que está em fase final de preparação para a próxima expedição em alto-mar da família.

Expedição, que ganhará quadro no “Fantástico” e custará 15 milhões de reais, terá o lixo nos oceanos como tema

Os detalhes da quarta volta ao mundo da Família Schurmann, que acaba de preparar veleiro no Guarujá

publicado originalmente em Veja

Frio pode contribuir para ocorrência de infarto, alertam especialistas

Dias mais frios podem contribuir para a ocorrência de infarto em pacientes que apresentam fatores de risco, como aqueles que têm lesões nas coronárias ou são hipertensos.

A cardiologista Rica Buchler, diretora de reabilitação cardíaca do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, alerta que o acompanhamento médico e o controle de condições preexistentes podem reduzir os riscos.

Ela explica que, no frio, na tentativa de manter a temperatura do corpo, os vasos sanguíneos se contraem, diminuindo de diâmetro. É a chamada vasoconstrição. “Essa situação pode levar ao infarto e piorar a hipertensão em pacientes com predisposição”, acrescenta.

O ideal é evitar se expor a mudanças muito bruscas de temperatura e estar em dia com o acompanhamento médico

Frio pode contribuir para ocorrência de infarto, alertam especialistas

publicado originalmente em Veja saúde

Corredor migratório de baleias-jubartes no litoral carioca é alvo de cientistas

Três expedições em alto mar devem ser realizadas este ano para registrar a «fila indiana» de jubartes rumo ao Nordeste brasileiro Crédito: Liliane Lodi

A temporada de migração das baleias jubarte teve início com muitos registros de indivíduos no litoral carioca em meados de junho, incluindo as praias da zona sul. Mas, essa é apenas […]

Corredor migratório de baleias-jubartes no litoral carioca é alvo de cientistas

publicado originalmente em blog do pedlowski

Tempestades intensas podem se tornar até 14 vezes mais frequentes na Europa

Ao longo das últimas semanas, enchentes causadas por tempestades intensas atingiram áreas da Alemanha, da Bélgica e da Holanda, deixando um rastro de destruição e matando mais de 160 pessoas. Infelizmente, alguns cientistas preveem que esse tipo de evento pode se tornar muito mais comum no futuro.

Um novo estudo da Universidade de Newcastle, publicado na revista Geophysical Research Letters, indicou que as tempestades intensas poderão se tornar 14 vezes mais frequentes no continente europeu até o final do século por conta do aquecimento global.

Pesquisadores indicam que as recentes enchentes catastróficas podem se tornar muito mais comuns até 2100 por conta das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

Tempestades intensas podem se tornar até 14 vezes mais frequentes na Europa

publicado originalmente em superinteressante

A história de Petra

Petra é uma cidade pré-histórica, muitas vezes chamada de Cidade Rosa. Este sítio arqueológico esculpido nas falésias de arenito vermelho é localizado no deserto da Jordânia que durante o  século 4 aC, foi um próspero centro comercial da civilização nabateia.

Atualmente o local conta com 102 quilômetros quadrados, mas isso significa apenas 15% do total, já que 85% do lugar ainda está enterrado no subsolo.

Petra é uma cidade pré-histórica, muitas vezes chamada de Cidade Rosa

A história de Petra

publicado originalmente em psantinati

Lobos criados por humanos não entendem as pessoas tão bem quanto os cães, indica estudo

Não é por acaso que o cão é conhecido como o melhor amigo do homem. Se você tem um companheiro de quatro patas, provavelmente sente que ele te entende apenas com um olhar (ou alguns poucos gestos). Essa aptidão dos cães para se comunicar e interagir conosco remete ao passado evolutivo do animal – e um estudo acaba de oferecer as maiores evidências para isso até agora.

A teoria que o estudo buscou confirmar é de que as habilidades que permitem aos cães entenderem gestos humanos – o que nós sentimos e queremos dizer em algumas situações – vem do processo milenar de domesticação.

Pesquisadores compararam filhotes de cachorro e de lobo em testes e desafios. Os cães foram 30 vezes mais propensos a se aproximar de um humano desconhecido, confirmando uma hipótese evolutiva.

Lobos criados por humanos não entendem as pessoas tão bem quanto os cães, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

A sabedoria indígena é crucial para a sobrevivência da humanidade — Ecoamazônia

Em um momento em que todos são desafiados a repensar sua existência para reconstruir um mundo melhor após a pandemia, o conhecimento tradicional dos povos indígenas tem muito a contribuir – e isso vai além da conservação das florestas. “A gente tem uma tendência a pensar nos indígenas como ‘guarda-parques’, porque onde eles estão o… A […]

A sabedoria indígena é crucial para a sobrevivência da humanidade — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

O genocídio colonial na Amazônia pode ser medido?

 Foto: Darrell Posey / Archive Suchanek

Quantas pessoas viviam nas Américas antes da chegada de Colombo? E quantos deles na Amazônia? E em que medida a colonização europeia levou ao genocídio, ou seja, ao despovoamento desta maior região de floresta tropical? Essas são duas questões na ciência histórica que foram altamente controversas por décadas. Dependendo da abordagem da pesquisa, as estimativas da população pré-colombiana da região amazônica variam de 500.000 a 20 milhões de pessoas. De acordo com um estudo publicado em 2019 (“Quaternary Science Reviews”, vol. 207, p. 13), a colonização da América do Norte e do Sul pelos europeus nos séculos 15 e 16 levou a um genocídio massivo com um declínio populacional estimado em 90 para 95%. 

[…]

O genocídio colonial na Amazônia pode ser medido?

publicado originalmente em blog do pedlowski