Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

Você já deve ter ouvido falar em uma “ilha” de lixo que existe no oceano Pacífico. A chamada Grande Porção de Lixo (um nome apropriado, convenhamos) se espalha por cerca de 1,6 milhão de quilômetros (maior que o estado do Amazonas) e, na verdade está mais para uma sopa de detritos: são 79 mil toneladas de lixo, reunido pela corrente marítima.

Desse total, a maioria é plástico, proveniente de navios e das costas americana e asiática. E há uma grande variedade: desde grandes objetos (como material de pesca) a minúsculos pedaços, conhecidos como microplásticos, que surgem à medida que o material se fragmenta.

Não é difícil imaginar o estrago que isso pode fazer nos ecossistemas marinhos. A concentração de plástico pode impedir que algas e plânctons, por exemplo, recebam luz solar suficiente, prejudicando cadeias alimentares inteiras num efeito dominó. Outro impacto é a “pesca fantasma”, que acontece quando animais ficam presos em redes de pesca abandonadas.

Espécies costeiras estão vivendo nesse habitat plástico, conhecido como Grande Porção de Lixo do Pacífico – o que ameaça ecossistemas marinhos e terrestres.

Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

3 respostas para “Animais passaram a viver na “ilha” de lixo que flutua no Pacífico, indica estudo”

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