
O hidrogênio já foi celebrado como o combustível do futuro. Passadas décadas de ensaios e promessas não realizadas, esse continua sendo o rótulo. Mas parece que desta vez, com uma confluência de tecnologia e pressa em razão da urgência gerada pelas mudanças climáticas, a coisa é para valer.
Nada poderia ser mais simples do que o hidrogênio. É o primeiro elemento da tabela periódica, todo ele produzido nos primeiros estágios pós-Big Bang, há 13,8 bilhões de anos. Cerca de 75% da massa do Universo é hidrogênio: átomos que têm um único próton em seu núcleo e um elétron solitário ao redor.
E eles são a usina de força das estrelas. No núcleo de cada uma, a pressão é tão grande que os átomos de hidrogênio vão grudando uns nos outros – fusão nuclear. Essa “colagem” de hidrogênio produz hélio (que tem dois prótons) e uma pequena parte da matéria original acaba convertida em energia. Por isso as estrelas brilham.
Fora das estrelas, o hidrogênio existe em sua forma molecular: o H2 (o casamento de dois átomos desse elemento criam a molécula de hidrogênio). E a energia que ela contém pode ser acessada de forma muito mais simples do que por meio da fusão nuclear.
Conheça os trunfos que o H2 ainda guarda na manga. O principal: sua capacidade de “estocar vento”, ou energia solar. Entenda.
Hidrogênio: as perspectivas reais para o mais limpo dos combustíveis
publicado originalmente em superinteressante


Existe um lobby poderoso para motores elétricos que substituiriam os motores poluentes baseados em combustível dos carros … Mas, além das baterias, precisamos de muita eletricidade, e a única fonte confiável e razoável parece ser – por enquanto – o central nuclear. Eles não exalam fumaça no atmofere, então parecem “verdes” para algumas pessoas, como se radiação não fosse poluição.
Se queimamos o hidrogênio, obtemos água. Mas…
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Verdade, intereses escusos por detrás de quase tudo.
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