O líder indígena e escritor Ailton Krenak foi o vencedor do 62o Troféu Juca Pato, da União Brasileira de Escritores (UBE). A premiação, segundo o noticiário, destacou a publicação de “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”. Escolhido pelos associados à entidade, Ailton concorreu com nomes […] […]
Eram anos inebriantes. Depois de uma grande guerra e de uma grande gripe, a liberdade e o frenesi irrompem no início da década de 1920. As mulheres conquistam o direito ao voto em boa parte do mundo ocidental, abandonam espartilhos e cortam o cabelo à la garçonne. O jazz domina a cena musical e O Garoto, de Charles Chaplin, estreia no cinema. Nesse contexto disruptivo, dois cientistas canadenses identificam um hormônio essencial à vida e mudam para sempre o destino das pessoas com diabetes, uma doença até então fatal.
Em um laboratório da Universidade de Toronto, o médico Frederick Banting e seu assistente Charles Best conseguem isolar a insulina no pâncreas de um animal. “Eles sabiam que a substância era fabricada em áreas específicas do órgão, sabiam que a falta dela provocava o diabetes, mas ninguém havia conseguido separar aquele produto para uso terapêutico em humanos”, conta o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
No centenário de um dos medicamentos mais importantes da história, traçamos seus feitos e mostramos o que está por vir no tratamento do diabetes
Um estudo analisou como são os hábitos de 56 países na hora de tomar café, chá, refrigerantes de cola e outras bebidas do tipo. Confira.
O Brasil é quem mais produz e exporta café – mas, na hora de entornar xícaras, ficamos bem atrás da Finlândia. Já o México dá um baile nos Estados Unidos quando o assunto é Coca-Cola.
Um estudo da Universidade Northwestern, dos EUA, utilizou dados do Euromonitor Internacional para traças os hábitos do consumo de cafeína em 56 países. Veja alguns resultados no gráfico abaixo:
Nos últimos tempos, temos conversado bastante sobre a relação entre o intestino e a saúde como um todo, incluindo a imunidade e o bem-estar emocional. Nesse aspecto, tem algo básico que não podemos perder de vista: o impacto direto do funcionamento intestinal na qualidade de vida.
Em estudo recente, pesquisadores japoneses entrevistaram mais de 3 mil pessoas com constipação crônica e um terço delas relatou menor qualidade de vida e menor produtividade no trabalho em comparação com indivíduos sem constipação ou com outras doenças, como diabetes e refluxo gastroesofágico.
Muitas vezes, ajustes no cardápio já ajudam a melhorar os sintomas de prisão de ventre
Ainda no século 19, um biólogo alemão chamado Carl Bergmann observou que animais da mesma espécie tinham tamanhos diferentes dependendo do local em que viviam. De acordo com ele, indivíduos que habitam regiões mais frias tendem a ser maiores do que aqueles encontrados em climas quentes. Os pinguins da Antártida, por exemplo, são maiores que os das Ilhas Galápagos.
Esse princípio ficou conhecido como Regra de Bergmann. Segundo o biólogo, animais maiores liberam menos calor para o ambiente – o que faz com eles aguentem melhor o frio. Em locais de clima quente, acontece o contrário: é preciso liberar rapidamente calor (gerado pelo metabolismo) para equilibrar a temperatura corporal. Nesse caso, ser pequeno ajuda. A regra, contudo, não pode ser generalizada para outros tipos de seres vivos, como répteis e plantas.
Há um princípio da biologia que defende que animais de uma mesma espécie são maiores ou menores dependendo da temperatura da região. Mas, ao que tudo indica, os centros urbanos estão mudando essa relação.