Nos últimos tempos, temos conversado bastante sobre a relação entre o intestino e a saúde como um todo, incluindo a imunidade e o bem-estar emocional. Nesse aspecto, tem algo básico que não podemos perder de vista: o impacto direto do funcionamento intestinal na qualidade de vida.
Em estudo recente, pesquisadores japoneses entrevistaram mais de 3 mil pessoas com constipação crônica e um terço delas relatou menor qualidade de vida e menor produtividade no trabalho em comparação com indivíduos sem constipação ou com outras doenças, como diabetes e refluxo gastroesofágico.
Muitas vezes, ajustes no cardápio já ajudam a melhorar os sintomas de prisão de ventre
Ainda no século 19, um biólogo alemão chamado Carl Bergmann observou que animais da mesma espécie tinham tamanhos diferentes dependendo do local em que viviam. De acordo com ele, indivíduos que habitam regiões mais frias tendem a ser maiores do que aqueles encontrados em climas quentes. Os pinguins da Antártida, por exemplo, são maiores que os das Ilhas Galápagos.
Esse princípio ficou conhecido como Regra de Bergmann. Segundo o biólogo, animais maiores liberam menos calor para o ambiente – o que faz com eles aguentem melhor o frio. Em locais de clima quente, acontece o contrário: é preciso liberar rapidamente calor (gerado pelo metabolismo) para equilibrar a temperatura corporal. Nesse caso, ser pequeno ajuda. A regra, contudo, não pode ser generalizada para outros tipos de seres vivos, como répteis e plantas.
Há um princípio da biologia que defende que animais de uma mesma espécie são maiores ou menores dependendo da temperatura da região. Mas, ao que tudo indica, os centros urbanos estão mudando essa relação.
Meu Deus mas para que tanto dinheiro Dinheiro só pra gastar Que saudade tenho do tempo de outrora Que vida que eu levo agora
Já me sinto esgotado E cansado de penar, meu Deus Sem haver uma solução
De que me serve um saco cheio de dinheiro Pra comprar um quilo de feijão (Me diga gente) De que me serve um saco cheio de dinheiro Pra comprar um quilo de feijão
No tempo dos derréis e do vintém Se vivia muito bem, sem haver reclamação Eu ia no armazém do seu Manoel com um tostão Trazia um quilo de feijão
Depois que inventaram o tal cruzeiro Eu trago um embrulhinho na mão E deixo um saco de dinheiro Ai, ai, meu Deus
Depois que inventaram o tal cruzeiro Eu trago um embrulhinho na mão E deixo um saco de dinheiro Agora é comigo gente
Meu Deus mas para que tanto dinheiro Dinheiro só pra gastar Que saudade tenho do tempo de outrora Que vida que eu levo agora
Já me sinto esgotado E cansado de penar, meu Deus Sem haver solução
De que me serve um saco cheio de dinheiro Pra comprar um quilo de feijão (De que me serve?) De que me serve um saco cheio de dinheiro Pra comprar um quilo de feijão
No tempo dos derréis e do vintém Se vivia muito bem, sem haver reclamação Eu ia no armazém do seu Manoel com um tostão Trazia um quilo de feijão (E agora gente?)
Depois que inventaram o tal cruzeiro Eu trago um embrulhinho na mão E deixo um saco de dinheiro Ai, ai, meu Deus
Depois que inventaram o tal cruzeiro Eu trago um embrulhinho na mão E deixo um saco de dinheiro Ai, ai, meu Deus
Depois que inventaram o tal cruzeiro Eu trago um embrulhinho na mão E deixo um saco de dinheiro Ai, ai, meu Deus
Depois que inventaram o tal cruzeiro Eu trago um embrulhinho na mão E deixo um saco de dinheiro Ai, ai, meu Deus
Depois que inventaram o tal cruzeiro Eu trago um embrulhinho na mão E deixo um saco de dinheiro
Insignificante é o pingo d’água, todavia, com o tempo, traça um caminho no corpo duro da pedra. Humilde é a semente, entretanto, germina com firmeza e produz a espiga que enriquece o celeiro. Frágil é a flor, contudo, resiste à ventania, garantindo a colheita farta. Minúscula é a formiga, mas edifica, à força de perseverança, […]
O racismo contra negros é algo tão abjeto quanto pervasivo: chega a ser difícil imaginar um tempo em que ele simplesmente não existiu. Mas houve esse tempo. Na Antiguidade e na Idade Média, pessoas da África Subsaariana eram, para os europeus, apenas estrangeiros de países distantes. Havia, é claro, o receio no contato entre etnias diferentes – mas não discriminação sistemática.
Isso mudou com a escravidão. A Europa herdou essa prática do Império Romano (onde ela não era pautada por cor de pele – os cativos eram prisioneiros de guerra, e vinham de todas as províncias: Britânia, Gália, Egito…). Com o tempo, essa mão de obra se tornou menor e menos importante, sob o argumento de que os escravizados eram, também, cristãos. Surgiu a servidão feudal, que predominou na Idade Média.
Do ciclo do açúcar ao ouro em Minas, o enriquecimento da Europa com as colônias americanas foi movido por pessoas negras escravizadas. E esse dinheiro sujo financiou até a Revolução Industrial.