Pesquisadores propõem nomear nova espécie humana como “Homo bodoensis”

Pesquisadores da Universidade de Winnipeg, no Canadá, propuseram uma nova nomenclatura para uma espécie humana que viveu durante o período Chibaniano (antigo Pleistoceno Médio, entre 774 e 129 mil anos atrás). Os Homo bodoensis, como foram chamados, viveram na África no mesmo período geológico em que os Homo sapiens estavam em ascensão. Por conta disso, os cientistas acreditam que o grupo seja ancestral direto dos humanos modernos. 

Vale aqui uma explicação: o Homo bodoensis não é uma espécie recém descoberta na ciência – na verdade, podemos dizer que houve uma renomeação de hominídeos já conhecidos. Para entender a história, precisamos falar rapidamente sobre o Homo heidelbergensis e o Homo rhodesiensis. Alguns fósseis do período Chibaniano encontrados na África e na Europa foram atribuídos a estas espécies, mas ambas possuem definições vastas e contraditórias. 

Por exemplo, uma análise recente de DNA de vestígios recuperados na Europa, antes atribuídos aos H. heidelbergensis, mostrou que eles na verdade pertenciam aos primeiros neandertais. Há ainda uma questão polêmica envolvendo a nomenclatura dessas espécies humanas, que já fazia alguns cientistas evitarem a nomenclatura. O nome H. rhodesiensis, por exemplo, pode ser associado a Cecil Rhodes, um magnata e político britânico envolvido no processo de colonização da África. 

A nomenclatura reuniria alguns fósseis que hoje são classificados como H. heidelbergensis ou Homo rhodesiensis. No entanto, o novo nome só deve ser usado se for aceito pela comunidade científica.

Pesquisadores propõem nomear nova espécie humana como “Homo bodoensis”

publicado originalmente em superinteressante

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Oh, dúvida cruel…mas , pensando bem, o que isto impacta a experiência de vida da pessoa?

Rosa ou azul?!

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Limpeza dental com mais precisão e sem incômodo

O trauma de dentista está com os dias contados: a EMS, empresa suíça referência em odontologia, trouxe para o Brasil o protocolo GBT (Guided Biofilm Theraphy), um método de limpeza que não envolve dor e tem eficácia atestada.

Ele foca na remoção do biofilme (ou placa bacteriana), que é a base do tártaro e está por trás de cáries e doenças gengivais. Um dos destaques do GBT é o uso de micropartículas de eritritol, adoçante natural anticariogênico que remove impurezas sem impor desconfortos nem desgaste ao esmalte dentário — diferentemente do bicarbonato, empregado na higiene convencional.

“Além de ser mais confortável, a profilaxia com o GBT ainda ajuda a educar o paciente”, afirma o dentista Renato Trezza, especialista em odontologia estética e reabilitação.

O Protocolo GBT, método novo de profilaxia dentária, foca na remoção da placa bacteriana

Limpeza dental com mais precisão e sem incômodo

publicado originalmente em Veja saúde

Telemedicina como aliada aos cuidados com a saúde

Em abril de 2020, em meio à crise sanitária ocasionada pela pandemia de Covid-19, a Lei 13.989 foi sancionada e aprovada pelo Congresso Nacional, autorizando, assim, a prática da telemedicina no país em caráter emergencial. Na época, essa foi uma resposta à demanda de médicos e pacientes por atendimentos remotos, evitando a disseminação e o contágio do novo coronavírus.

A regulamentação da prática médica em uma realidade pós-pandêmica ainda está sendo discutida. Mas o que se tem observado é que, se bem utilizada, a telemedicina pode ser uma boa aliada aos cuidados com a saúde.

Tecnologia em prol da saúde

Na DaVita Serviços Médicos, rede de clínicas integradas com mais de 15 unidades na Grande São Paulo e 27 especialidades médicas, a telemedicina tem servido não apenas para aumentar a acessibilidade e a facilidade de realização de consultas, mas também como uma forma prática e eficiente de complementar o cuidado coordenado e integrado – que acompanha o paciente de perto e de forma integral, investindo também em prevenção –, pelo qual a rede é conhecida.

A telemedicina é recomendada quando há suspeita de Covid-19 e também em casos cotidianos, como acompanhamento de rotina de doenças crônicas, apresentação de exames e seguimento de investigações diagnósticas, continuidade de tratamento com necessidade de repetição de medicação, solicitação de atestados e quando há limitações por parte do paciente, como idosos com fragilidades ou dificuldade de locomoção, pessoas com comorbidades e pacientes terminais.

Consultas à distância complementam o acompanhamento médico presencial e oferecem acessibilidade a pacientes com limitações de locomoção

Telemedicina como aliada aos cuidados com a saúde

publicado originalmente em Veja saúde

Entenda os benefícios de diminuir o consumo de açúcar

Processado, refinado e… inimigo da saúde. Açúcar branco é uma bomba de calorias vazias, que sobram no produto após uma série de processos químicos que retiram dele todos os seus nutrientes. O maior desafio de quem busca se livrar do seu consumo é descobrir onde ele realmente se esconde. Porque não é apenas no cafezinho após o almoço nem nos bolos da confeitaria que o açúcar branco refinado é encontrado. Ele está presente também nos refrigerantes, em molhos industrializados, em iogurtes saborizados, nos biscoitos recheados e nos inúmeros itens à venda nos supermercados e lojas de conveniência.

Ganhar saúde, disposição e qualidade de vida estão no topo dessa lista. Veja como transformar sua alimentação sem perder em sabor e valor nutricional

Entenda os benefícios de diminuir o consumo de açúcar

publicado originalmente em Pitacos e achados

Por que o Facebook mudou de nome para Meta?

O Facebook está passando por aquilo que profissionais de marketing (ou viciados em palavrinhas estrangeiras) chamam de rebranding: a formação de uma nova identidade. A empresa, dona de plataformas como Instagram, WhatsApp e o próprio Facebook passou a se chamar Meta. –uma referência ao “metaverso”, uma espécie de versão 3D da internet que está na mira de vários desenvolvedores.

(Calma. Nós já iremos explicar tudo isso.)

O CEO da companhia, Mark Zuckerberg, anunciou a mudança durante uma conferência no último dia 28. Segundo ele, a ideia é dissociar a empresa da rede social Facebook e focar no metaverso: “No momento, nossa marca está tão intimamente ligada a um produto que não pode representar tudo o que estamos fazendo hoje. Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa de metaverso. Quero ancorar nossa identidade naquilo que estamos construindo”.

A mudança, que ocorre em meio a uma crise vivida pela empresa, não vai chegar aos seus produtos de bilhões de usuários no mundo – as plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp manterão os seus nomes. 

É um caso parecido ao que ocorreu com o Google, em 2015. O conglomerado, formado por empresas como a Google Inc., Nest Labs e Calico, passou a se chamar Alphabet, em uma tentativa de não atrelar o nome Google a todos os seus braços.

O “rebranding”, que acontece em meio a uma crise de vazamento de documentos oficias da companhia, visa reforçar o metaverso, que consiste em experiências de imersão e realidade virtual. Entenda.

Por que o Facebook mudou de nome para Meta?

publicado originalmente em superinteressante

Lêmures cantam em ritmo característico de humanos, indica estudo

Nas florestas de Madagascar, grandes lêmures de corpo preto e branco e olhos esbugalhados se dedicam a duetos e coros. Eles cantam para encontrar familiares nas árvores, marcar território e até realizar batalhas vocais com seus vizinhos. São os indris: os únicos lêmures que se comunicam por meio de canções.

Os gritos do primata lembram uma buzina pouco agradável, mas têm muito em comum com a música humana, segundo pesquisa publicada na revista Current Biology. Estudando o canto dos indris (Indri indri), uma equipe de cientistas descobriu que ele apresenta ritmos que até então só eram conhecidos em humanos e aves.

Ao longo de doze anos, os pesquisadores analisaram canções de vinte grupos de indri para descobrir se o canto dos animais apresenta algum ritmo específico (em outras palavras, um padrão alternado de sons e silêncios) – e tentar encontrar traços musicais comuns entre outras espécies. Ao todo, foram 636 gravações de 39 animais adultos. 

Eles perceberam que esses lêmures compartilham dois padrões rítmicos com humanos. O primeiro é parecido com o tique-taque de um relógio ou de um metrônomo, em que o intervalo entre duas notas é sempre o mesmo. Esse padrão 1:1 é o que os pesquisadores chamam de isocronia.

O canto dos indris segue padrões que até então só eram conhecidos em humanos e aves. A descoberta pode ajudar a construir ‘árvore evolutiva’ de características musicais entre primatas. Ouça.

Lêmures cantam em ritmo característico de humanos, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Tempo…por Shakespeare

“Não, Tempo, não zombarás de minhas mudanças!
As pirâmides que novamente construíste,
não me parecem novas, nem estranhas;
Apenas as mesmas com novas vestimentas.”

🍀William Shakespeare

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A poderosa Rita von Hunty com um tema recorrente e importante.

É a tia Rita aqui!

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Artérias desobstruídas com o suporte de um robô

A inovação chega pelas mãos da Corindus, empresa adquirida pela Siemens, e a primeira unidade foi instalada no país no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ali, os médicos já empregam os braços de um robô para realizar uma angioplastia — a instalação de stents para liberar o fluxo sanguíneo em artérias bloqueadas.

A tecnologia traz mais precisão aos movimentos do profissional, que o opera com um joystick, do lado de fora da sala. Assim, ele fica protegido da radiação dos equipamentos de imagem que guiam a intervenção.

“Espalhados pelo mundo, 110 robôs já realizaram 9 mil desses procedimentos”, informa Ricardo Caruso, gerente de negócios da Siemens. “No Brasil, foram mais de 80, dez deles em pessoas com Covid-19, permitindo o distanciamento seguro da equipe”, completa.

Entenda as diferenças para o método tradicional

Movimentos robóticos milimétricos propiciam melhor controle no procedimento

Método convencional

+ Habilidade: o desempenho no procedimento depende das mãos humanas. Se o fio-guia usado entorta, por exemplo, é preciso redirecioná-lo.

+ Mais tempo: a angioplastia tende a ser mais longa e cansativa. O médico fica ao lado do paciente e usa um pesado avental para se proteger da radiação.

+ Apoio visual: para colocar o stent e desobstruir a artéria, o tamanho da lesão é estimado pelos profissionais, podendo haver imprecisões.

Método robótico

+ Acurácia: com a inteligência artificial associada ao processo, o profissional faz movimentos com melhor navegabilidade e exatidão.

+ Menos exposição: feita a partir de uma sala separada, a intervenção é mais rápida e ágil, beneficiando o paciente, que fica menos tempo exposto à radiação.

+ Ajuste fino: a medição robótica das placas otimiza a escolha do stent, reduz o risco de cobertura incompleta e a eventual sobreposição dessas peças metálicas.

Tecnologia que começa a ser utilizada no Brasil dá mais segurança às angioplastias

Artérias desobstruídas com o suporte de um robô

publicado originalmente em Veja saúde