“Há 3 anos ela (Olivia) vem usando o óleo medicinal chamado CBD, que é extraído da planta Cannabis Sativa, mais conhecida como ‘maconha’. E digo para vocês que graças a planta ‘sagrada’, ela esta cada dia melhor, com um semblante de paz, de alegria, sorrindo e sentindo os pequenos prazeres da vida”, escreveu na postagem na rede social.
Durante o relato, ele afirmou que Olivia chegou a ter momentos anteriores ao tratamento em que não conseguia falar e precisava se alimentar por sonda. “Vivia por tempo integral em uma cadeira de rodas”.
“Em um ano e meio de pandemia, já temos, no mínimo, meia dúzia de vacinas em uso clínico, mas nenhum fármaco com comprovada eficácia e segurança. Antiviral é mesmo mais difícil de desenvolver. Porém, ainda que tenhamos bons imunizantes, obter um medicamento para a Covid-19 segue sendo muito importante, caso o vírus escape da vacina”, afirma Glaucius Oliva, coordenador do CIBFar – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da Fapesp sediado no Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP).
Cientistas investigaram como se forma a principal enzima envolvida na multiplicação do Sars-CoV-2 dentro das células
Uma dieta rica em alimentos fermentados pode influenciar beneficamente o sistema imunológico, segundo estudo publicado na revista científica Cell. De acordo com os pesquisadores, a ingestão desse tipo de alimento aumenta a diversidade de micro-organismos intestinais e diminui os sinais de inflamação, o que contribui para um bom funcionamento de todo o organismo.
Conduzido na Universidade Stanford, nos Estados, o trabalho contou com a participação de 36 adultos saudáveis. Eles foram divididos em dois grupos: um seguiu uma dieta rica em fermentados, com iogurtes, queijos como o do tipo cottage e bebidas como o kombucha, enquanto o outro foi orientado a consumir alimentos ricos em fibras, a exemplo de frutas, verduras, sementes e grãos integrais.
Em estudo, iogurtes e bebidas como o kombucha ajudaram a multiplicar as bactérias boas da microbiota, repercutindo na imunidade das pessoas
Em regiões de prevalência da variante delta do novo coronavírus, o intervalo entre doses de vacina de Covid-19 precisa ser mais curto do que doze semanas para que se tenha um controle efetivo da pandemia. É o que sugere modelo matemático desenvolvido pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) a partir de dados preliminares da eficácia da vacina para a variante delta. A ferramenta está descrita em artigo publicado na PNASna quinta (18).
A tecnologia, criada pelo grupo ModCovid-19 com pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Universidade de São Paulo (USP) projeta tempo seguro e ideal entre doses para controle da pandemia, a partir de dados de eficácia de vacinas. Ele mostra que vacinas com menos de 50% de eficácia na primeira dose precisam de um intervalo menor de aplicação do que vacinas com taxas de eficácia maiores. Alimentada com estudos prévios sobre eficácia dos imunizantes, a tecnologia indica quando é possível adiar as doses e quando se atinge o máximo possível de proteção.
Em regiões de prevalência da variante delta do novo coronavírus, o intervalo entre doses de vacina de Covid-19 precisa ser mais curto do que doze semanas para que se tenha um controle efetivo da pandemia. É o que sugere modelo matemático desenvolvido pelo Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas […]
Antes da pandemia, levantamentos sugeriam que sintomas depressivos eram comuns a 12,9% desse grupo. Já durante a crise do coronavírus, essa taxa subiu para 25,2%. Os sinais ansiosos por sua vez, aumentaram de 11,6% para 20,5%. E o índice tendia a ser maior conforme o avanço da pandemia.
Uma revisão de pesquisas estimou o impacto da crise do coronavírus na infância e adolescência