Pesquisadores buscam vacina para neutralizar o coronavírus ainda no nariz

Uma vacina em forma de spray nasal de fácil aplicação, baixo custo, proteção duradoura inclusive contra variantes e capaz de bloquear a ação do novo coronavírus ainda no nariz, onde começam as infecções. Esse é o objetivo de um projeto que está sendo desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O novo imunizante, ainda em fases iniciais de estudo, foi apresentado na segunda-feira (30/8) durante o Ciclo ILP-FAPESP de Ciência e Inovação. O evento, uma parceria entre a FAPESP e o Instituto do Legislativo Paulista (ILP), está disponível na íntegra no YouTube .

“Uma das vantagens da imunização nasal é que ela gera uma imunidade local no nariz, na orofaringe [parte da garganta logo atrás da boca] e nos pulmões. É exatamente o ‘território’ ideal para impedir a consolidação de uma infecção pelo Sars-CoV-2. Vacinas injetáveis são muito boas para induzir imunidade sistêmica e também nos pulmões, mas não são especialmente boas para gerar uma resposta protetora na região nasal e orofaringe”, explicou Edécio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina (FMUSP) e pesquisador do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor).

Experts brasileiros se uniram para criar imunizante em forma de spray nasal de fácil aplicação, com baixo custo e proteção duradoura contra variantes

Pesquisadores buscam vacina para neutralizar o coronavírus ainda no nariz

publicado originalmente em Veja saúde

Para MPF, Brasil não tem evoluído na proteção dos direitos dos povos indígenas — Ecoamazônia

Avaliação do órgão foi em audiência na Câmara, onde se debateu o cumprimento de recomendações da ONU para a garantia de direitos aos povos originários “Os povos indígenas estão se sentindo agredidos por várias ações governamentais que não refletem aquilo que eles pensam. 28 more words Para MPF, Brasil não tem evoluído na proteção dos direitos […]

Para MPF, Brasil não tem evoluído na proteção dos direitos dos povos indígenas — Ecoamazônia

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Assista a “Norte americano cria madeira sintética a partir da Kombucha” no YouTube

Entre tanta notícia desanimadora,sempre temos coisas belas para comemorar.

Vejam que interessante essa descoberta!

🍀

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Assista a “O QUE DIZ O NOVO RELATÓRIO SOBRE AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS” no YouTube

O que esperar do futuro próximo?

Cada dia mais o cerco se fecha e a humanidade em geral, fazendo hora cara de espanto,hora cara de paisagem,jura que é o centro do Universo e que está no controle… hã hã 😌

Vamos acompanhar esse interessante e instrutivo vídeo do Meteoro Brasil.

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Mudanças climáticas levam a queda em população de baleias, indica estudo

As baleias francas do Atlântico Norte quase foram extintas por causa da caça comercial no século 19. Quando a prática foi proibida, a espécie se recuperou aos poucos. Mas, recentemente, em 2017, aconteceu um declínio repentino na população. Um estudo publicado no periódico especializado Oceanography tentou entender por quê – e tudo indica que a culpa é das mudanças climáticas, desencadeadas pela ação humana. 

Os cientistas analisaram o Golfo do Maine, nos EUA, e o litoral da província canadense Nova Escócia. Coletaram dados sobre a presença de plâncton, temperatura da água e outras parâmetros do oceano e, é claro, avistamentos de baleias. 

Esses números indicam que, de 2010 em diante, essas regiões do oceano foram alteradas como nunca antes pelo aquecimento global. O baque é sentido com força pela corrente do Golfo – um fluxo natural do Atlântico que tem origem no Golfo do México e influencia todo o clima da América do Norte e da Europa.  

Alterações na Corrente do Golfo bagunçaram o habitat de baleias francas do Atlântico Norte. Em busca de comida, elas entraram no caminho da pesca – e estão trombando com os navios.

Mudanças climáticas levam a queda em população de baleias, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante

Contar com um bom ouvinte traz benefícios à saúde do cérebro

Ter a companhia de alguém disposto a nos ouvir pode ajudar a proteger o nosso cérebro. De acordo com estudo publicado na revista científica Jama, as boas interações sociais desaceleram o processo de declínio cognitivo, mesmo na presença de fatores como envelhecimento e alterações neuropatológicas, como as presentes entre quem tem Alzheimer.

O trabalho foi conduzido pelo departamento de neurologia da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, em parceria com outras instituições americanas.

Médicos já sabem que exercitar o cérebro (com jogos, leitura, etc) e manter a prática de atividades físicas são atitudes importantes para a boa manutenção da massa cinzenta. Agora, as interações sociais passam a fazer parte da lista.

Ter com quem desabafar e se aconselhar pode desacelerar o declínio cognitivo e prevenir doenças neurológicas, sugere estudo

Contar com um bom ouvinte traz benefícios à saúde do cérebro

publicado originalmente em Veja saúde

Misocinesia: incômodo com inquietação dos outros afeta 1 em cada 3 pessoas

Talvez você já tenha passado por uma situação do tipo: no escritório ou na sala de aula, ao olhar para o lado, percebeu que seu vizinho não parava de mexer os pés ou girar objetos em suas mãos. Se o movimento repetivio gerou uma irritação extrema, é capaz que você sofra de misocinesia.

A minocinesia, que significa ao pé da letra “ódio aos movimentos”, é um transtorno caracterizado pela forte resposta emocional negativa a movimentos pequenos e repetitivos de outras pessoas. Embora pouco investigada pelos psicólogos – talvez por não ser exatamente um problema de saúde pública –, trata-se de uma condição muito comum: um estudo recém publicado no periódico especializado Scientific Reports mostrou que um terço da população é misocinésica. 

Você é do tipo que surta quando vê alguém balançar a perna repetidamente? Psicólogos acabam de descobrir que um terço da população é assim. Mas ainda não desvendaram a causa do problema.

Misocinesia: incômodo com inquietação dos outros afeta 1 em cada 3 pessoas

publicado originalmente em superinteressante

Em artigo, Sonia Guajajara afirma que “nada justifica o olho gordo em nossas terras”

Não somos nós que podemos acabar com o agronegócio, mas ele mesmo Por Sonia Bone Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib)* Minha língua materna é a ze’egete, que significa “a fala boa”. Sou formada em Letras, pela Universidade Estadual do Maranhão, também conheço muito bem o português e sei interpretar suas […]

Em artigo, Sonia Guajajara afirma que “nada justifica o olho gordo em nossas terras”

publicado originalmente em blog do pedlowski

Tem melhor horário para comer chocolate?

Um experimento feito por cientistas do Brigham and Women’s Hospital, nos Estados Unidos, e da Universidade de Murcia, na Espanha, demonstrou que comer chocolate pela manhã ou à noite não fez diferença no peso das participantes. Mas, e aí vem o pulo do gato, os benefícios foram pronunciados naquelas que consumiram 100 gramas pela manhã.

No estudo com 19 mulheres, a ingestão por duas semanas esteve atrelada à redução da cintura e a menores níveis de açúcar no sangue. “Só que a amostra é pequena, com uma população específica e avaliada por pouco tempo, o que ainda não permite extrapolações de causa e efeito”, pondera a nutricionista Mônica Beyruti, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

A resposta seria “sim”, pelo menos para mulheres que passaram pela menopausa

Tem melhor horário para comer chocolate?

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “MOTOBOY IVANILDO NA CPI: UM RESUMO” no YouTube

Um clichê …o pobre usado como massa de manobra…

Enquanto poderosos enchem os bolsos de dinheiro roubado…os humildes que precisam do salário de miséria se submetem a todo tipo de humilhação.

No aguardo da punição dos culpados…

Meteoro Brasil aqui!

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