As 10 práticas essenciais para combater a pandemia de Covid-19

Um ano e sete meses após a descoberta do novo coronavírus, na China, o mundo ainda enfrenta novas ondas da pandemia. Um misto de desconhecimento (por se tratar de uma doença nova) com medo e ansiedade fez com que pessoas e profissionais da saúde tomassem medidas que, hoje, provaram-se equivocadas. Para dar esse esse alerta e indicar o que realmente tem respaldo científico em termos de prevenção e tratamento, estudiosos da campanha Choosing Wisely, que promove o uso racional de recursos na área da saúde e a medicina baseada em evidências, publicaram 10 recomendações básicas para conter a Covid-19. O compilado saiu no periódico Nature Medicine.

Recomendações são baseadas em uma análise robusta de evidências científicas. O objetivo do documento é evitar práticas que podem agravar a pandemia

As 10 práticas essenciais para combater a pandemia de Covid-19

publicado originalmente em Veja saúde

Frutas contra o diabetes

A descoberta vem da Universidade Edith Cowan, na Austrália, onde foi analisada a relação entre ingestão de frutas e presença de diabetes entre 7 675 pessoas. Após cinco anos de acompanhamento, na turma em que o alimento fazia parte do cardápio, houve redução de 36% no risco de a doença dar as caras.

Nesses indivíduos, notou-se uma melhor sensibilidade à insulina, o que se traduz em maior capacidade de as células retirarem o açúcar do sangue e transformá-lo em energia.

O consumo de pelo menos duas porções por dia pode reduzir o risco de desenvolver a doença

Frutas contra o diabetes

publicado originalmente em Veja saúde

Comedores seletivos: os difíceis para comer

Criança que não come nenhum tipo de fruta ou verdura. Adolescente que não deixa passar verde no prato. Adulto que resiste a toda e qualquer salada. Quem disse que a seletividade alimentar é só coisa da infância? Pelo contrário, esse comportamento pode se perpetuar pela juventude e a fase adulta, trazendo consequências desagradáveis.

Sim, o comedor seletivo pode crescer! É o que atesta o primeiro estudo que se debruça sobre o avanço da seletividade alimentar ao longo da vida. Realizado pela Universidade Stanford, nos Estados Unidos, o trabalho foi de longa duração e coletou dados com os pais de 61 jovens sobre seus hábitos alimentares aos 2, 7, 9 e 11 anos de idade. Tempos depois, os participantes, todos já com 23 anos, se autoavaliaram para fechar a pesquisa.

Esse perfil pode trazer desafios para o desenvolvimento na infância e se estender e afetar a vida adulta. Faça um teste para saber se é o seu caso

Comedores seletivos: os difíceis para comer

publicado originalmente em Veja saúde

Exames de imagem ajudam a desvendar doenças psiquiátricas

Da anatomia do cérebro ao seu funcionamento: o uso de tomografia e ressonância magnética aliado à cintilografia se populariza no diagnóstico de problemas como depressão e esquizofrenia.

Um dos pioneiros no país no uso da cintilografia de perfusão cerebral por tomografia por emissão de fóton único (Spect), o radiologista Roberto Levi Jales, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), conta a origem da técnica: “Nos anos 1990, dois médicos americanos da Universidade da Califórnia observaram que as imagens do cérebro de pessoas com determinadas patologias seguiam diferentes padrões de cor após a administração de uma substância radioativa na veia: vermelho para transtorno bipolar, azul para esquizofrenia, por exemplo”.

O registro da atividade em certas áreas do cérebro sinaliza diferentes transtornos

Exames de imagem ajudam a desvendar doenças psiquiátricas

publicado originalmente em Veja saúde

Intestino de tubarões evoluiu mesma geometria de válvula criada por Tesla

O inventor sérvio Nikola Tesla sobrevive no imaginário popular como sinônimo de gênio louco e incompreendido. Contribuiu com a idealização das redes elétricas de corrente alternada que hoje abastacem praticamente todas as residências do mundo – e assinou um enorme número de patentes que lhe renderam fortuna razoável. Mesmo assim, morreu sozinho e endividado, morando em um quarto de hotel em Nova York.

Uma criação pouco conhecida de Tesla foi uma válvula. “Válvula”, no jargão dos engenheiros, é qualquer dispositivo que ora interrompe, ora permite a passagem de um gás ou líquido. O jeito mais basicão de fazer uma válvula é montar uma portinhola que deixa a água passar quando ela vem de uma direção – mas fecha sob a força da própria água quando o líquido vem da direção oposta. Veja o GIF abaixo:

É possível que o mecanismo desacelere a passagem da comida pelo sistema digestório – permitindo a máxima absorção de nutrientes.

Intestino de tubarões evoluiu mesma geometria de válvula criada por Tesla

publicado originalmente em superinteressante