Novo tipo de HIV é detectado

Por Thais Manarini

Missão bem-sucedida

O tripé de enfrentamento ao HIV:

Cientistas identificaram um subtipo inédito do vírus HIV em 109 pessoas na Holanda. Baseados em testes preliminares, eles declararam que a versão parece ser mais virulenta que as cepas predominantes. “Isso significa que o indivíduo contaminado adoeceria em menos tempo, porque o vírus seria mais eficaz em se espalhar e matar as células de defesa, que são o alvo”, explica Aguinaldo Roberto Pinto, microbiologista que estuda o HIV na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Mais de dez subtipos virais já foram catalogados, e sua distribuição varia geograficamente. Felizmente, todos eles são controlados com sucesso por meio dos medicamentos disponíveis — incluindo a nova versão europeia. “O que essa descoberta reforça é a necessidade de diagnosticar e tratar logo os pacientes”, afirma Pinto.

Missão bem-sucedida

O tripé de enfrentamento ao HIV:

  1. Prevenção Além do preservativo, nos últimos anos chegou a profilaxia pré-exposição (PrEP), combinação de drogas antivirais que ajuda a evitar a infecção. vale lembrar que o uso da PrEP subiu 182% no mundo em 2020, mas ainda está aquém do esperado, em especial nos países mais pobres.
  2. Testagem Infelizmente, muita gente ainda sofre com estigmas que atrapalham o diagnóstico precoce. Quanto antes ele for feito, melhor.
  3. Tratamento Os medicamentos atuais conseguem não só impedir o desenvolvimento da aids como reduzir a carga viral e bloquear a transmissão.

Vírus seria mais agressivo, mas responde a remédios

Novo tipo de HIV é detectado

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Quem são os indivíduos imunocomprometidos? Só Covid preocupa?

Por Fabiana Schiavon

Com a pandemia, passamos a falar muito sobre os imunocomprometidos, indivíduos cujo sistema imune não funciona como deveria. Eles são considerados grupos de risco porque têm maior probabilidade de desenvolver formas graves da Covid-19 e, portanto, são prioridade na vacinação. Para ter ideia, é para esse pessoal que se indica, hoje, a quarta dose do imunizante, além dos idosos. Em linhas gerais, o público é dividido em dois principais grupos. Um deles é formado por quem nasce com um problema genético que afeta o sistema imunológico A condição pode se manifestar ainda na infância ou ser descoberta já na fase adulta. “São mais de 400 doenças desse tipo. Podemos citar a mais comum e benigna delas, a deficiência seletiva de imunoglobulina, e a mais preocupante, a imunodeficiência combinada grave, em que dificilmente a criança sobrevive até o primeiro ano de vida”, ensina Ekaterini Simões Goudouris, médica alergista, coordenadora do Departamento Científico de Imunodeficiência da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai). O outro grupo inclui quem acaba desenvolvendo doenças graves ou crônicas, que abalam o sistema de defesa. “Um alcoólatra ou uma pessoa com diabetes entram nessa lista, porque seu organismo é mais frágil. Portanto, eles têm maior probabilidade de enfrentar infecções graves, que ainda podem deixar sequelas”, explica Ekaterini. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] Portadores de HIV também se encaixam aqui, porque o vírus se instala nas células de defesa do corpo e, se não controlado com medicamentos, compromete a imunidade. Nessa turma entram ainda aqueles que tomam medicamentos que afetam o sistema de defesas. É o caso dos portadores de doenças autoimunes, como o lúpus. “Esse males ocorrem quando o próprio sistema imunológico se volta contra o organismo. Então o tratamento é feito com medicamentos que suprimem o processo de defesas”, explica a alergista. Pacientes com câncer são outro exemplo, já que os tratamentos utilizados para combater o tumor costumam debilitar a imunidade. Os transplantados, por sua vez, precisam tomar medicamentos imunossupressores pelo resto de suas vidas.

Esse grupo é muito mencionado quando se fala em prioridade na vacinação contra o coronavírus. Entenda se a quarta dose vale para todos que fazem parte dele…

Quem são os indivíduos imunocomprometidos? Só Covid preocupa?

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Pitaia rende corante natural e sustentável

Por Thais Manarini

Difícil olhar para a pitaia e não se encantar com sua cor. Em seguida, é o sabor que faz sucesso. Que o diga o químico Guilherme Julião Zocolo, pesquisador da Embrapa Agroindústria Tropical. Ele percebeu que esses atributos serviriam muito bem à produção de um corante natural. E dito e feito! Após levar a fruta ao laboratório, Zocolo chegou a belas tonalidades de vermelho, violeta e rosa — e sem recorrer a misturas. “Um ponto positivo é que o processo de obtenção é totalmente à base de água. Ou seja, não usamos nada derivado do petróleo”, conta. Cabe notar que o corante vermelho natural mais usado pela indústria atualmente, o carmim de cochonilha, é rejeitado pelo gigante mercado de produtos veganos, já que é feito a partir de um inseto. O de pitaia cairia como uma luva nesse e em outros casos. A Embrapa aguarda parcerias com empresas para seguir com a inovação.

E com a beterraba?

Está aí um alimento que gera um corante natural vermelho bastante usado pela indústria. Mas algumas questões fazem com que a pitaia tenha vantagens nessse duelo. “A beterraba apresenta um gosto um pouco ferroso”, informa Zocolo. Para neutralizar eventuais problemas de sabor e aroma em seu corante, alguns processos químicos extras se fazem necessários. Com a pitaia, por outro lado, isso não precisa acontecer.

Benefícios por fora e por dentro

A pitaia merece espaço no dia a dia pelos seus atributos

  • Antioxidantes São capazes de proteger nossas células de danos provocados pelos radicais livres. Dessa maneira, auxiliam na prevenção de um punhado de doenças.
  • Pouca caloria A fruta concentra bastante água, contribuindo com a hidratação. Além disso, é pobre em açúcar. Uma opção leve e refrescante, portanto.
  • Vitamina C Ela participa da absorção do ferro e é aliada do nosso sistema imunológico. Também cumpre papel como antioxidante, blindando o organismo.
  • Fibras Essas substâncias fazem sucesso sobretudo pela força que dão ao funcionamento do intestino. Ainda facilitam o controle do colesterol e da glicose no sangue.

Dependendo da concentração, dá para obter tons que vão do rosa ao vermelho vivo

Pitaia rende corante natural e sustentável

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Maré alta para os frutos do mar

Por Diogo Sponchiato

O mar não só está para peixes como também para lulas, camarões, caranguejos e mexilhões. Esses moluscos e crustáceos vêm superando aquela pecha de comida inacessível ou restrita ao litoral e ganhando as mesas pelo mundo todo. Há um menu de motivos para isso. A começar pelo apelo como ingrediente, algo que pode ser explorado em qualquer cozinha — na sua casa, no quiosque da praia ou no restaurante mais sofisticado. Depois, os frutos do mar ostentam um belo valor nutricional: são fontes de proteínas, vitaminas e minerais. E, nas últimas décadas, cresceu a oferta (e também a demanda) pelo planeta. Segundo o relatório Estado Mundial da Pesca e Aquicultura de 2020, da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a produção global de alimentos provenientes da aquicultura — que consiste na criação de peixes e frutos do mar em cativeiro — aumentou 527% em quase 30 anos. Sem dúvida, isso impulsionou o consumo, que se elevou 122% nesse mesmo período. Hoje, ainda de acordo com a FAO, a ingestão per capita mundial é de 20,5 quilos por ano. Embora a costa brasileira tenha cerca de 11 mil quilômetros de extensão, o consumo do que vem da água no país é a metade da média global. São 10 quilos por ano, pelas contas do Our World in Data.

 + LEIA TAMBÉM: Ômega-3 ameniza a inflamação da Covid-19? 

Porém, tudo indica que a pandemia tenha aquecido o setor. Os produtores relatam um aumento sensível na procura, sobretudo por parte do varejo. “Com os restaurantes fechados ou com restrições, as pessoas têm buscado preparar refeições mais gourmetizadas em casa. É nesse contexto que se encaixam os peixes e frutos do mar”, observa Roberto Imai, presidente do Sindicato das Indústrias de Pesca no Estado de São Paulo. Para atender esse público, as empresas do ramo apostaram ainda mais nas versões congeladas e tiveram que buscar novos canais de venda, como o e-commerce. “Muitas passaram a investir em porções menores, quase prontas para o preparo, além de embalagens mais atraentes para o público final”, conta Imai.

Nas ondas dos nutrientes

De maneira geral, a composição nutricional dos frutos do mar guarda semelhanças. “Além de serem boas fontes de proteína, são ricos em ferro, o que contribui para prevenir problemas como anemia, e em zinco, mineral que auxilia na manutenção dos hormônios e na regulação metabólica”, destaca a nutricionista Anita Sachs, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Também têm maior teor de ômega-3 em relação a outros alimentos de origem animal”, completa. 

Boas fontes de nutrientes e donos de um sabor único, eles se popularizam esbanjando versatilidade na cozinha. Mas a cadeia produtiva é alvo de debates.

Maré alta para os frutos do mar

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Violência contra a mulher: sofrimento silencioso

Por Fabiana Schiavon

Um show de horrores.” É assim que a influenciadora digital Shantal Verdelho, de 33 anos, descreve, em entrevista à TV, o vídeo do parto de sua filha, realizado em setembro de 2021 em um hospital particular paulistano. Ela acusa o médico Renato Kalil de violência obstétrica. Durante o trabalho de parto, que durou ao redor de 48 horas, o profissional proferiu ofensas como “Faz força, porra!” e submeteu a paciente à manobra de Kristeller — técnica cada vez mais contraindicada que consiste em pressionar a barriga da parturiente para expulsar o bebê. A certa altura, insistiu para Shantal fazer uma episiotomia (corte no períneo a fim de facilitar a passagem da criança), mas ela se recusou. “Xingamentos e humilhações são apenas a ponta do iceberg”, afirma a ginecologista e obstetra Melania Amorim, professora da Universidade Federal de Campina Grande, na Paraíba. “É preciso dar nome ao problema para poder enfrentá-lo. Parte da categoria não concorda com o termo, mas somos nós que temos o direito de definir como vamos chamar os maus-tratos de que somos vítimas. É e sempre foi violência obstétrica”, diz. Melania esclarece que a expressão se refere a qualquer ação praticada por profissionais de saúde sem consentimento e entendimento da gestante ou parturiente. [abril-whatsapp][/abril-whatsapp] No Brasil, uma em cada quatro mulheres é vítima de abusos em alguma fase da gravidez, do pré-natal ao pós-parto (e até em casos de abortamento), segundo estudo da Fundação Perseu Abramo de 2010 contemplando a assistência pública e privada. A violência obstétrica inclui a adoção de procedimentos considerados desnecessários e sem evidência científica, como a episiotomia, ou sem indicação médica para a paciente, caso da cesárea. Um levantamento da OMS aponta que o Brasil é o segundo país em número de cesarianas. Em 2018, 55,7% do total de nascimentos ocorreu pela via cirúrgica — só ficamos atrás da República Dominicana. A recomendação da própria OMS é que essa taxa não exceda os 15% do total de partos. Enquanto no setor público a proporção é de 46%, no privado chega a 88%. De acordo com a biomédica Tatiana Henriques, doutora em saúde pública pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o perfil mais exposto à violência obstétrica engloba mulheres negras, de baixa escolaridade e mães de primeira viagem. “Ter acesso a informação de qualidade e estar com acompanhante, direito previsto em lei, são fatores de proteção”, sinaliza. Perceba: a cesariana em si não é o problema; o problema é a realização sem critério, e tantas vezes sem conhecimento ou anuência da gestante. Para evitar práticas abusivas assim, a advogada Ruth Rodrigues, presidente do coletivo Nascer Direito, orienta as mulheres a elaborarem um plano de parto. 

+ LEIA TAMBÉM:Violência contra a mulher: a pandemia que não cessa

 “Costumo dizer que a gestação é uma faculdade e o plano de parto é o trabalho de conclusão do curso, o TCC.  Se a mulher não quer ser chamada de ‘mãezinha’ ou sofrer episiotomia, por exemplo, deve deixar isso claro e dizer que não aceita”, explica. “Toda decisão deve ser tomada em conjunto com a equipe, e não é isso o que nós vemos. A única ocasião em que o médico pode e deve tomar uma decisão sem consultar a paciente é em caso de emergência”, completa. A violência obstétrica ocorre tanto em hospitais públicos quanto particulares. A pesquisa Nascer no Brasil, da Fiocruz, concluiu que 45% das pacientes do SUS e 30% das atendidas na rede privada sofreram alguma injúria do gênero num universo de 23,8 mil mulheres que deram à luz em 191 municípios. “Parto não é um ato médico. Nem aquele desespero retratado nos filmes, como se a mulher fosse uma bomba-relógio. É algo natural e fisiológico. Queremos resgatar a autonomia da mulher e evitar que um momento de alegria vire sofrimento”, defende Ruth. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) diz, em nota, promover cursos e protocolos para aprimorar os profissionais da área, mas não endossa o termo “violência obstétrica”, que instituiria a visão do médico como um “ser violento”. “Caso a gestante ou parturiente perceba que está recebendo um tratamento inadequado ou que está sendo desrespeitada, deve registrar o ocorrido junto ao Conselho Regional de Medicina do estado onde foi atendida”, orienta a entidade. Investigado pelo Cremesp e a polícia, Renato Kalil nega as acusações.

  • 25% das mulheres brasileiras já sofreram algum tipo de violência obstétrica (do pré-natal ao pós-parto)
  • 55% dos partos no país são cesáreas, boa parte delas sem indicação formal. A OMS orienta no máximo 15% de cesarianas

Em 1993, quando procurou a clínica do maior especialista em reprodução assistida do Brasil para engravidar, a empresária Vanuzia Lopes Gonçalves não podia imaginar que, em vez de realizar um sonho, viveria um pesadelo. Na terceira e última tentativa de inseminação, tomou o remédio dissolvido em um copo plástico e adormeceu. Quando o efeito do sedativo passou, deparou com uma cena grotesca: estava sendo molestada pelo médico. Médico ou monstro? Da clínica correu para a delegacia. Vanuzia foi a primeira das dezenas de vítimas do ex-médico Roger Abdelmassih a denunciá-lo por estupro. “Não existe médico abusador. O que existe é abusador que vira médico e ataca as pacientes”, afirma a empresária, hoje com 61 anos. Em 2011, ela fundou o grupo Vítimas Unidas e, em 2015, lançou o livro “Bem-Vindo ao Inferno”, da Matrix Editora (clique aqui para comprar). “Toda vez que conto essa história, revivo aquela violência. Não existe cura para o estupro”, desabafa. Encarcerado em 2014, Roger Abdelmassih foi condenado a 278 anos de prisão pelos crimes envolvendo 56 pacientes. Ofensas e abusos não são, evidentemente, um mal circunscrito a consultórios médicos. Mas não dá para menosprezar o que acontece ali. Uma pesquisa online feita pelo portal Catraca Livre com 700 mulheres constatou que 53% delas já sofreram assédio moral ou sexual em consultas com ginecologistas. 

Episódios recentes colocam um facho de luz na violência obstétrica. Entenda o que denuncia esse e outros tipos de abuso contra a mulher

Violência contra a mulher: sofrimento silencioso

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Combate ao câncer passa pela microbiota

Por Thais Manarini

Um experimento publicado na prestigiosa revista Science aponta que a modulação da microbiota intestinal, o conjunto de bactérias e outras criaturas que habitam esse órgão, pode melhorar o efeito da imunoterapia em indivíduos com melanoma metastático, o tipo mais grave de câncer de pele. “Já sabemos há algum tempo que essa relação existe e que, por outro lado, apenas 35% dos pacientes com esse tumor respondem à imunoterapia, sendo que esse é o melhor resultado entre os cânceres”, contextualiza a oncologista Diana Nunes, do A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo. No artigo da Science, os experts relatam que mudanças na dieta promoveram alterações na microbiota, e isso, por sua vez, favoreceu a atuação das medicações. “Outros grupos de pesquisa obtiveram resultados semelhantes com métodos como o transplante fecal”, conta a médica. O centro paulistano também pretende entrar nessa e construir um banco de amostras fecais para investigar o assunto.

O elo entre intestino e imunidade

O que a microbiota tem a ver com o tratamento do câncer

  1. Educação A microbiota atua como uma linha de defesa primária ao ensinar o sistema imune a distinguir patógenos inofensivos de presenças indesejadas.
  2. Ativação A imunoterapia torna os tumores mais visíveis ao sistema imunológico. Quanto mais treinado ele estiver, melhor. É aí que uma microbiota saudável pode ajudar.

A próxima geração dos probióticos

Os probióticos — bactérias e outros micro-organismos bem-vindos veiculados em sachês, bebidas ou cápsulas — são estudados e usados para equilibrar a microbiota e desempenhar algumas missões específicas, como regular o trânsito intestinal, alavancar a imunidade e amenizar a ansiedade.

Probióticos beneficiam a microbiota.[/caption] Mas esse nicho deve se tornar ainda mais high-tech. Uma equipe ligada à Universidade Harvard, nos Estados Unidos, anunciou a invenção de uma levedura geneticamente modificada criada a partir da espécie empregada para fermentar cervejas. O novo “bichinho” foi programado para encontrar e suprimir inflamações em doenças como a síndrome do intestino irritável. E já se saiu bem em testes iniciais, com roedores. 

Micro-organismos do intestino ajudam a explicar como pessoas com melanoma reagem à terapia

Combate ao câncer passa pela microbiota

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Assista a “EXISTE UM SEGREDO NA SUA ORELHA PARA REDUZIR ANSIEDADE | Peter Liu” no YouTube

Tempos modernos…e seus desdobramentos.

Ansiedade é um problema atual , e dicas para superá- la sempre são bem vindas.

Doutor Peter Liu aqui!

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Assista a “Tierra – Danit” no YouTube

🌎Tierra

Montaña, valle, bosque y mar
Flora y fauna, paisaje sin fin
Cueva de piedra, laguna de agua
Semilla, raíz, tallo y flor

Cómo puede ser que el humano no respeta
La ley de la vida, lo que nos sostenga
Honra a la tierra, reza al cielo
Ama tus hermanos, levanta el peso

Cómo puede ser que el humano no respeta
La ley de la vida, lo que nos sostenga
Honra la tierra, reza al cielo
Ama tus hermanos, levanta el peso

Tierra, la más bella de todas
Quieren vender tu lindo cuerpo
Perdónalos, porque no saben
Que están buscando poder en vez de amor

Montaña, valle, bosque y mar
Flora y fauna, paisaje sin fin
Cueva de piedra, laguna de agua
Semilla, raíz, tallo y flor

Cómo puede ser que el humano no respeta
La ley de la vida, lo que nos sostenga
Honra la tierra, reza al cielo
Ama tus hermanos, levanta el peso

Tierra, la más bella de todas
Quieren vender tu lindo cuerpo
Perdónalos, porque no saben
Que están buscando poder en vez de amor

Tierra, la más bella de todas
Quieren vender tu lindo cuerpo
Perdónalos, porque no saben
Que están buscando poder en vez de amor

Fé y fuerza
Fé y fuerza
Levantamos nuestro amor hacia la vida
A la tierra, al sol y a la luna
Juntos hacia las estrellas

Tierra, la más bella de todas
Quieren vender tu lindo cuerpo
Perdónalos, porque no saben
Que están buscando poder en vez de amor

Tierra, la más bella de todas
Quieren vender tu lindo cuerpo
Perdónalos, porque no saben
Que están buscando poder en vez de amor

Cómo puede ser que el humano no respeta
La ley de la vida, lo que nos sostenga
Honra la tierra, reza al cielo
Ama tus hermanos, levanta el peso

🌎 Composição: Danit

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Assista a “Benefícios da casca de banana” no YouTube

Tudo na natureza é aproveitado, basta prestarmos atenção.

Com a banana não é diferente…

Doutora Ângela aqui!

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Síndrome metabólica afeta pulmões dos idosos

Por Thais Manarini

Ainda antes da pandemia, em 2018, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) começaram a avaliar o estado de saúde e o nível de atividade física de cerca de mil idosos de São José dos Campos, no interior paulista. Os resultados desse mapeamento, divulgados agora, vêm a calhar inclusive para o melhor entendimento da Covid-19. “Notamos que os portadores de síndrome metabólica apresentavam sinais de inflamação nos pulmões”, conta a fisioterapeuta Maysa Rangel, autora do trabalho. “Isso pode explicar por que obesos, em especial idosos, correm maior risco com o coronavírus”, completa. E levanta outro ponto. “O cansaço do obeso geralmente é encarado como falta de condicionamento, o que é verdade, mas pode haver também algum problema pulmonar envolvido”, nota Maysa.

O que compõe o problema

A síndrome entra em cena diante de três ou mais dos seguintes fatores: 

Como é o manejo com o envelhecimento

Abordagem é semelhante à dos mais jovens, somada a cuidados inerentes à faixa etáriaAtividade física Nunca é tarde para começar, desde que com acompanhamento adequado. O treino que combina exercícios aeróbicos, de força e equilíbrio é o ideal. Saúde mental Se engajar em uma mudança de estilo de vida é um esforço e tanto. Sessões de psicoterapia podem ajudar a se cuidar e a persistir. Alimentação Dietas restritivas exigem cuidado, pois nessa fase da vida o corpo não pode perder o aporte de proteínas e outros nutrientes críticos à massa muscular. Acompanhamento O ideal é ter um médico supervisionando todo o processo, junto a uma equipe multidisciplinar. Remédios podem ser prescritos para controlar peso, pressão, colesterol… 

Achado brasileiro também ajuda a explicar danos da Covid-19

Síndrome metabólica afeta pulmões dos idosos

publicado em Veja saúde