Quantas pessoas viviam nas Américas antes da chegada de Colombo? E quantos deles na Amazônia? E em que medida a colonização europeia levou ao genocídio, ou seja, ao despovoamento desta maior região de floresta tropical? Essas são duas questões na ciência histórica que foram altamente controversas por décadas. Dependendo da abordagem da pesquisa, as estimativas da população pré-colombiana da região amazônica variam de 500.000 a 20 milhões de pessoas. De acordo com um estudo publicado em 2019 (“Quaternary Science Reviews”, vol. 207, p. 13), a colonização da América do Norte e do Sul pelos europeus nos séculos 15 e 16 levou a um genocídio massivo com um declínio populacional estimado em 90 para 95%.
Amou daquela vez como se fosse a última Beijou sua mulher como se fosse a última E cada filho seu como se fosse o único E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina Ergueu no patamar quatro paredes sólidas Tijolo com tijolo num desenho mágico Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado E flutuou no ar como se fosse um pássaro E se acabou no chão feito um pacote flácido Agonizou no meio do passeio público Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último Beijou sua mulher como se fosse a única E cada filho seu como se fosse o pródigo E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido Ergueu no patamar quatro paredes mágicas Tijolo com tijolo num desenho lógico Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo Bebeu e soluçou como se fosse máquina Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música E flutuou no ar como se fosse sábado E se acabou no chão feito um pacote tímido Agonizou no meio do passeio náufrago Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina Beijou sua mulher como se fosse lógico Ergueu no patamar quatro paredes flácidas Sentou pra descansar como se fosse um pássaro E flutuou no ar como se fosse um príncipe E se acabou no chão feito um pacote bêbado Morreu na contramão atrapalhando o sábado
Por esse pão pra comer, por esse chão pra dormir A certidão pra nascer e a concessão pra sorrir Por me deixar respirar, por me deixar existir
Deus lhe pague
Pela cachaça de graça que a gente tem que engolir Pela fumaça e desgraça que a gente tem que tossir Pelos andaimes pingentes que a gente tem que cair
Deus lhe pague
Pela mulher carpideira pra nos louvar e cuspir E pelas moscas bicheiras a nos beijar e cobrir E pela paz derradeira que enfim vai nos redimir
A “família” sempre em destaque…e os comparsas sempre armando para encobrir os podres deles,agora o “advogado” ameaça até jornalista… estão tremendo na base.
Os bolsonaristas continuam naquela de ” bandido bom é bandido morto” ?! Bom saber …😉
UOL Notícias: Olavo veio na 1º classe, jantou e não teve mal súbito, afirmam passageiros.
Passageiros do voo American Airlines 951 que pousou na manhã de ontem em São Paulo vindo de Nova York e trazendo o escritor Olavo de Carvalho afirmam que, ao contrário do que informou o Instituto do Coração (InCor), o guru da família Bolsonaro não sofreu mal súbito na viagem. Ontem, o InCor distribuiu comunicado dizendo que Olavo havia dado entrada na sua unidade de emergência “em função de mal-estar súbito ocorrido durante o voo”.
Olavo de Carvalho viajou na primeira classe acompanhado da mulher, Roxane, e de um médico brasileiro, que ocupou um assento na classe executiva. Segundo relatos de passageiros, o escritor e filósofo embarcou em uma cadeira de rodas vestindo camisola hospitalar. Jantou uma massa (apimentada demais, conforme reclamou), tomou Coca-Cola diet e dormiu durante todo o voo. Desembarcou sem incidentes junto com os outros passageiros às 8h45 de ontem, no aeroporto de Guarulhos.
“A imprensa livre é o olhar onipotente do povo, a confiança personalizada do povo nele mesmo, o vínculo articulado que une o indivíduo ao Estado e ao mundo, a cultura incorporada que transforma lutas materiais em lutas intelectuais, e idealiza suas formas brutas.”
O desmatamento registrado em junho na Amazônia cresceu pelo terceiro ano consecutivo: foram 1.062 quilômetros quadrados num único mês, observados pelo sistema Deter, versus 1.043 km2 em junho de 2020 e 935 km2 em 2019. Houve uma queda em relação a maio desse ano, que apresentou um pico de 1.391 km2; contudo, confirma […]
Na verdade, são aproximadamente 133.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 átomos. Tem 48 zeros aí. Conheça o número de átomos de algumas outras coisas.Bolsonaro, hoje (9), estimou que a Terra tem 271 átomos. Não vamos nos alongar no contexto: essa pérola está em um vídeo no qual o presidente defende novamente que houve fraude nas eleições de 2014 – uma afirmação que não contém um átomo de verdade. Para os curiosos, o vídeo está no tweet abaixo…
Os plásticos são uma fonte generalizada de poluição. E eles também podem estar alterando significativamente o ciclo do carbono da Terra e nossa capacidade de monitorá-lo, de acordo com uma pesquisa do nordestino Aron Stubbins. Crédito: Ruby Wallau / Northeastern University Por Eva Botkin-Kowacki, Northeastern University Os plásticos estão por toda parte. Eles estão em nossa água, em nossa […]