Pato australiano aprende a pronunciar insulto – como se fosse um papagaio

Na natureza, os patos almiscarados (Biziura lobata) aprendem a emitir assobios agudos com as aves mais velhas do bando. Ripper, um integrante da espécie criado em cativeiro na Austrália, teve um método de ensino diferente. Sem veteranos para ensiná-lo os barulhos característicos da espécie, ele acabou reproduzindo os sons que escutava no ambiente ao seu redor – o que envolvia desde xingamentos utilizados pelos humanos até a bateção de portas do aviário. 

O comportamento de Ripper foi notado pela primeira vez há mais de 30 anos, mas ainda não havia sido descrito em revistas científicas. Agora, um pesquisador da Universidade de Leiden, nos Países Baixos, resolveu mudar esse cenário. O etólogo Carel Ten Cate resgatou áudios antigos e redigiu um artigo sobre a aprendizagem vocal de patos almiscarados, que foi publicado no jornal Philosophical Transactions of the Royal Society B.

Estudo recém-publicado descreve comportamento do animal, que não é comum na espécie; vocalizações estão relacionadas à criação em cativeiro

Pato australiano aprende a pronunciar insulto – como se fosse um papagaio

publicado originalmente em superinteressante

Antes do T. Rex, este dinossauro estava no topo da cadeia alimentar

O Tiranossauro Rex nem sempre foi o rei dos dinossauros. Na verdade, durante a maior parte da existência dos dinossauros, ele nem estava lá (os primeiros dinos surgiram há 230 milhões de anos, e o T. Rex só apareceu há 70 milhões de anos). Antes dele, um dos répteis que botava medo dos outros bichos era o Ulughbegsaurus uzbekistanensis, uma espécie de ​​carcarodontossauro descrita recentemente.

Carcharodontosaurus é um gênero de dinossauro que viveu há cerca de 100 milhões de anos. O nome vem do latim e significa “lagarto com dente de tubarão”, justamente pelos dentes afiados característicos desses animais. Ele andava nas duas patas traseiras e tinha braços curtinhos. Os tiranossauros já existiam nessa época, mas eram bem menores quando comparados aos carcarodontossauros ou mesmo ao T. Rex, que surgiu depois.

O Ulughbegsaurus uzbekistanensis era duas vezes maior que os tiranossauros da sua época. Sua extinção abriu espaço para que a concorrência aumentasse de tamanho.

Antes do T. Rex, este dinossauro estava no topo da cadeia alimentar

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “MATRIX: IMPACTO FILOSÓFICO” no YouTube

A saga Matrix trás consigo uma mensagem filosófica e instigante…

Meteoro Brasil em uma análise super legal!

imagens da internet

Em Roma, escritores-fantasma já escreviam discursos sob encomenda para políticos

Os mercenários do mercado editorial são os ghost writers: escritores profissionais pagos para escrever trabalhos que serão assinados por outras pessoas.

Esses redatores-fantasma são mestres do ofício: enquanto autores comuns se esforçam para forjar um estilo cativante e facilmente reconhecível, ghost writers são camaleões, capazes de emular diferentes vozes conforme as exigências da encomenda. Por exemplo: Tom Clancy, que escrevia best sellers com histórias de espionagem da Guerra Fria, ficou tão famoso que usou assombrações editoriais para multiplicar sua produção nos bastidores.

O tema veio à tona nesta quinta-feira (9), quando Bolsonaro pediu desculpas pela balbúrdia no Dia da Independência em uma nota oficial. A internet teve um ligeiro surto ao saber que o texto teve uma mãozinha – ou melhor, um braço inteiro – de Michel Temer. “Ele colaborou com algumas coisas na nota, eu concordei e publicamos”, disse o atual presidente à imprensa. Seu antecessor não foi um camaleão muito eficaz: a redação é exatamente a que se espera de um professor de Direito. 

A internet veio abaixo ao descobrir que Temer redigiu a nota de desculpas de Bolsonaro. Mas a história dos ghost writers deixa claro: difícil é encontrar um poderoso que seja autor das próprias falas.

Em Roma, escritores-fantasma já escreviam discursos sob encomenda para políticos

publicado originalmente em superinteressante

Assista ao primeiro (e único) vídeo colorido de um lobo-da-tasmânia.

O lobo-da-tasmânia foi uma espécie de mamífero que viveu na Austrália até 85 anos atrás. Em também é conhecido como “tigre-da-tasmânia” em outras línguas, graças às listras que carrega na parte inferior das costas. Assim como os cangurus e coalas, o lobo-da-tasmânia era um marsupial – ou seja, tinha uma bolsa no abdômen onde carregava os filhotes. O último animal em cativeiro, chamado Benjamin, morreu no dia 7 de setembro de 1936, e a espécie foi declarada extinta.

A maioria das pessoas vivas hoje não teve a sorte de conhecer a espécie. O que restou foram algumas gravações curtas do animal, que totalizam três minutos de vídeo. Todos foram filmados em preto e branco, é claro, mas o National Film and Sound Archive da Austrália (NFSA) submeteu um dos trechos à colorização e divulgou o primeiro vídeo colorido do animal. Veja abaixo.

A espécie foi extinta em 1936. O vídeo do último animal vivo foi gravado em preto e branco – e agora ganhou vida graças a técnicas de colorização

Assista ao primeiro (e único) vídeo colorido de um lobo-da-tasmânia.

publicado originalmente em superinteressante

Mulheres nativas, mulheres originais: « Reflorestar espíritos para a cura da Terra! »

De 7 a 11 de setembro, vários milhares de mulheres de 150 nações indígenas se reuniram para marchar juntas em Brasília em favor dos direitos garantidos a elas na Constituição do Brasil e contra o limite do « marco temporal » e outras políticas anti-nativos do Presidente Bolsonaro. « Procuramos garantir nossos territórios para as gerações presentes e […]

Mulheres nativas, mulheres originais: « Reflorestar espíritos para a cura da Terra! »

publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Pássaros começam a aprender a cantar antes mesmo de sair do ovo

Quando os pássaros aprendem a cantar? Um estudo publicado recentemente mostrou que esse processo se inicia bem cedo, quando as aves ainda são embriões dentro dos ovos. O estudo foi conduzido por cientistas da Flinders University, na Austrália, membros de um grupo de pesquisa chamado Bird Lab, que desenvolve trabalhos focados em aves.

Entre 2012 e 2019, eles estudaram embriões de cinco espécies: os pássaros Malurus cyaneus e Malurus elegans, do sul da Austrália; os tentilhões Geospiza fuliginosa, das Ilhas Galápagos; o pinguim azul (Eudyptula minor), encontrado na Austrália e Nova Zelândia; e a codorna japonesa (Coturnix japonica domestica), encontrada na Ásia Oriental.

As três primeiras espécies são conhecidas como aprendizes vocais e, como o nome indica, aprendem a produzir sons a partir da imitação. As duas últimas espécies, o pinguim e a codorna, não são consideradas dotadas da capacidade de aprendizagem vocal – elas não emitem sons imitando um “tutor”.

Embriões de várias espécies de pássaro reagem a sons externos, como o canto de outras espécies

Pássaros começam a aprender a cantar antes mesmo de sair do ovo

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “O MOMENTO MAIS PATÉTICO DO PRESIDENTE (até agora)” no YouTube

Talvez seja chegado o momento finalmente do homem trabalhar… já que em matéria de fake news e rachadinhas ele é bem profícuo.

Diante do recuo (esperado) do mito ,a decepção dos seguidores é visível,mas…eles realmente esperavam mais do que isso de alguém que faz do seu governo um eterno falar mal dos outros e agredir a democracia?

Meteoro Brasil!

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Assista a “1976 – Raul Seixas – Eu também vou reclamar” no YouTube

😛Eu também vou reclamar

Mas é que se agora pra fazer sucesso

Pra vender disco de protesto
Todo mundo tem que reclamar
Eu vou tirar meu pé da estrada

E vou entrar também nessa jogada
E vamos ver agora quem é que vai guentar
Porque eu fui o primeiro

E já passou tanto janeiro
Mas se todos gostam eu vou voltar
Tô trancado aqui no quarto

De pijama porque tem visita estranha na sala
Aí eu pego e passo a vista no jornal
Um piloto rouba um “Mig”Gelo em Marte, diz a Viking


Mas no entanto não há galinha em meu quintal
Compro móveis estofados
Me aposento com saúde
Pela assistência social
Dois problemas se misturam

A verdade do Universo
A prestação que vai vencer
Entro com a garrafa
De bebida enrustida
Porque minha mulher não pode ver
Ligo o rádio e ouço um chato

Que me grita nos ouvidos
Pare o mundo que eu quero descer
Olhos os livros na minha estante

Que nada dizem de importante
Servem só pra quem não sabe ler
E a empregada me bate à porta

Me explicando que tá toda torta
E já que não sabe o que vai dá pra mim comer
Falam em nuvens passageiras

Mandam ver qualquer besteira
E eu não tenho nada pra escolher
Apesar dessa voz chata e renitente

Eu não tô aqui pra me queixar
E nem sou apenas o cantor
Que eu já passei por Elvis Presley

Imitei Mr. Bob Dylan I know
Eu já cansei de ver o Sol se pôr
Agora eu sou apenas um latino-americano

Que não tem cheiro nem sabor
E as perguntas continuam sempre as mesmas
Quem eu sou? Da onde venho? E aonde vou, dá?


E todo mundo explica tudo
Como a luz acende como um avião pode voar
Ao meu lado um dicionário
Cheio de palavras que eu sei que nunca vou usar
Mas agora eu também resolvi dar uma queixadinha


Porque eu sou um rapaz latino-americano
Que também sabe se lamentar
E sendo nuvem passageira
Não me leva nem à beira
Disso tudo que eu quero chegar
-E fim de papo!

😛Fonte: Musixmatch

Compositores: Raul Seixas / Paulo Souza

Letra de Eu Também Vou Reclamar © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda

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Desvalorizar o tempo de lazer pode fazer mal para a saúde mental

Desvalorizar o tempo dedicado ao lazer pode fazer mal para a saúde mental — e inclusive para a produtividade no trabalho. O recado vem de um compilado de estudos publicado no periódico Journal of Experimental Social Psychology.

Os cientistas da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, realizaram quatro pesquisas que, juntas, ajudam a compreender a importância de hobbies e afins. Elas mostram que voluntários que menosprezavam essas atividades ou não se dedicavam a elas tendiam a exibir taxas maiores de estresse, ansiedade e sintomas depressivos.

“Há muitos estudos sugerindo que o lazer traz benefícios para a saúde mental e que pode nos tornar mais produtivos”, disse Selin Malkoc, uma dos autoras desse trabalho, em comunicado.

Pessoas que negligenciam as atividades prazerosas do dia a dia tendem a apresentar menores índices de bem-estar mental, segundo um compilado de estudos

Desvalorizar o tempo de lazer pode fazer mal para a saúde mental

publicado originalmente em Veja saúde