O líder indígena e escritor Ailton Krenak foi o vencedor do 62o Troféu Juca Pato, da União Brasileira de Escritores (UBE). A premiação, segundo o noticiário, destacou a publicação de “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”. Escolhido pelos associados à entidade, Ailton concorreu com nomes […] […]
Eram anos inebriantes. Depois de uma grande guerra e de uma grande gripe, a liberdade e o frenesi irrompem no início da década de 1920. As mulheres conquistam o direito ao voto em boa parte do mundo ocidental, abandonam espartilhos e cortam o cabelo à la garçonne. O jazz domina a cena musical e O Garoto, de Charles Chaplin, estreia no cinema. Nesse contexto disruptivo, dois cientistas canadenses identificam um hormônio essencial à vida e mudam para sempre o destino das pessoas com diabetes, uma doença até então fatal.
Em um laboratório da Universidade de Toronto, o médico Frederick Banting e seu assistente Charles Best conseguem isolar a insulina no pâncreas de um animal. “Eles sabiam que a substância era fabricada em áreas específicas do órgão, sabiam que a falta dela provocava o diabetes, mas ninguém havia conseguido separar aquele produto para uso terapêutico em humanos”, conta o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
No centenário de um dos medicamentos mais importantes da história, traçamos seus feitos e mostramos o que está por vir no tratamento do diabetes
O português brasileiro ainda é a mesma língua usada em Portugal? Alguns especialistas argumentam que não. O idioma falado por aqui foi imposto aos indígenas por clérigos e disseminado na boca de uma população majoritariamente formada por marinheiros, artesãos e outros lusitanos pobres e marginalizados. Eles sequer sabiam ler e escrever. Com o passar dos séculos, esse modo de falar incorporou traços de várias línguas nativas e africanas. Hoje, temos um vocabulário e uma gramática bem diferentes do idioma ibérico.
Por que, então, não chamamos nossa língua de “brasileiro”? A resposta é simples: não há interesse popular. A língua, mais que um código de comunicação, é uma ferramenta política – um pilar da identidade de povos e nações. O Brasil deseja manter laços diplomáticos com os demais países lusófonos, e inclusive exporta sua cultura às ex-colônias portuguesas na África e para Portugal, que assiste novelas em português brasileiro com toda a naturalidade. Não há motivo para briga.
Uma língua é mais que um código compartilhado: é o cerne da identidade de um povo. E quando as fronteiras não correspondem aos idiomas, começa a confusão.
Um estudo analisou como são os hábitos de 56 países na hora de tomar café, chá, refrigerantes de cola e outras bebidas do tipo. Confira.
O Brasil é quem mais produz e exporta café – mas, na hora de entornar xícaras, ficamos bem atrás da Finlândia. Já o México dá um baile nos Estados Unidos quando o assunto é Coca-Cola.
Um estudo da Universidade Northwestern, dos EUA, utilizou dados do Euromonitor Internacional para traças os hábitos do consumo de cafeína em 56 países. Veja alguns resultados no gráfico abaixo: