Pesquisadores da Universidade de Winnipeg, no Canadá, propuseram uma nova nomenclatura para uma espécie humana que viveu durante o período Chibaniano (antigo Pleistoceno Médio, entre 774 e 129 mil anos atrás). Os Homo bodoensis, como foram chamados, viveram na África no mesmo período geológico em que os Homo sapiens estavam em ascensão. Por conta disso, os cientistas acreditam que o grupo seja ancestral direto dos humanos modernos.
Vale aqui uma explicação: o Homo bodoensis não é uma espécie recém descoberta na ciência – na verdade, podemos dizer que houve uma renomeação de hominídeos já conhecidos. Para entender a história, precisamos falar rapidamente sobre o Homo heidelbergensis e o Homo rhodesiensis. Alguns fósseis do período Chibaniano encontrados na África e na Europa foram atribuídos a estas espécies, mas ambas possuem definições vastas e contraditórias.
Por exemplo, uma análise recente de DNA de vestígios recuperados na Europa, antes atribuídos aos H. heidelbergensis, mostrou que eles na verdade pertenciam aos primeiros neandertais. Há ainda uma questão polêmica envolvendo a nomenclatura dessas espécies humanas, que já fazia alguns cientistas evitarem a nomenclatura. O nome H. rhodesiensis, por exemplo, pode ser associado a Cecil Rhodes, um magnata e político britânico envolvido no processo de colonização da África.
A nomenclatura reuniria alguns fósseis que hoje são classificados como H. heidelbergensis ou Homo rhodesiensis. No entanto, o novo nome só deve ser usado se for aceito pela comunidade científica.
Em um fim de semana como outro qualquer, ele saiu para caçar capivaras e o quê mais aparecesse com seu amigo Valter. Caminharam um bom percurso a pé, a fim de se distanciar de onde pudesse ter algum desavisado. Eles estavam bem empolgados, nessa época as capivaras se reproduziam e ficavam bem mais vulneráveis. O combinado era sempre estarem a vista um do outro, a fim de evitar acidentes. Mas aquele fatídico dia reservava uma tragédia na vida de ambos…sem explicação, a arma de Jorge disparou, acertando em cheio Valter, que desde então ficou paraplégico.
O rapaz nunca mais se recuperou do trauma e acabou tirando a própria vida algum tempo depois. Jorge evitava a todo custo esse assunto, pois ele nunca se perdoou, apesar de Valter nunca tê- lo acusado. O amigo, inclusive, deixou uma carta explicando que o suicídio havia sido por não conseguir lidar com seus próprios demônios. Mas a culpa é traiçoeira, e sempre acompanhou Jorge… agora isso voltou com tanta nitidez à sua mente, que consegue até ouvir os gritos do amigo, que há tanto tempo se fora. Mais uns degraus e estão lá em cima, a praia e o carro dali parecem minúsculos.
Estela pensa se não seria um bom momento para conversar com o companheiro, abrir seu coração e contar para ele o que a têm incomodado. Jorge por sua vez a abraça, sem nada falar…ele quer apenas o consolo da mulher amada. O tempo passa devagar e quando percebem a noite já caiu …o Farol da Enseada está envolto em brumas, como em um conto de terror…eles intuem que já passou da hora de descer dali. O celular de Estela está sem bateria, agora contam apenas com o dele para descer a velha escada. Combinam de Jorge ir na frente com o lume, enquanto ela o segue, com todo cuidado. -Mais um dia e não falei com ele, pensa ela… -Porque logo agora essas lembranças tão tristes e antigas ? Inquire ele a si mesmo.
Então, do nada, uma figura tenebrosa surge da escuridão profunda, assustando a ambos e fazendo-os perder o equilíbrio. Uma fração de segundo. O celular voa, seguido de Estela e Jorge, que vão, como fantoches, batendo nas paredes do farol…rolando, batendo e caindo, até finalmente encontrarem o chão. Foi muito rápido, mas parece que a queda durou horas. Agora, olhando os dois espatifados ali, Jorge até sente um alívio íntimo, a culpa finalmente ficará para trás. Estela, por sua vez terá que esperar até se acostumar com a nova situação, para voltar a tentar falar com Jorge sobre a separação. É, o farol e suas surpresas…por vezes irônicas. Com uma mesura, o faroleiro lhes dá as boas vindas, e lá fora, a areia movediça está acabando de engolir o carro e o acampamento…eles não deviam ter esperado a noite chegar…
Veja querida, que lindo aquele farol mais a frente!
Hã, hã… é, é lindo. Nestes últimos dias ela têm estado impaciente, mas Jorge não percebeu, esse tipo de sensibilidade não é o forte dele. Sempre se entenderam, desde o começo, mas o anos de convivência vão alterando a maneira de pensar, e no momento Estela já não tem tantos planos assim para o futuro…por isso a vontade de romper. Quem sabe desta forma ampliar o horizonte e empreender novas jornadas.
Que tal irmos lá dar uma espiada?
Hã? Aonde?
No farol, baby…
Sim, sim… podemos ir… É meio da tarde, e o sol dá um tom de verde lindo na água…O farol destaca- se no céu azul, dono de si, tomando conta de tudo ao redor, com sua aura de antigo mistério. Jorge já o está contornando em busca da entrada. Estela não tem muita certeza de que seja uma boa ideia. Ela nunca gostou de lugares escuros e apertados, mas darão lindas fotos lá de cima… Ele logo chega à porta, que se abre ao encostar, revelando o interior do prédio escuro. Ele entra, curioso, e chama a mulher, que o acompanha. Lá dentro nada de extraordinário, a passagem dos anos deixou marcas como em todo prédio antigo. O que chama mesmo a atenção deles é a escada, indo em direção ao céu negro…munidos da lanterna do celular eles se olham, cúmplices, e começam a subida. Engraçado como é frio aqui dentro, pensa consigo Jorge, e de imediato vêm a mente uma tarde , há muito tempo atrás, quando ele era muito jovem …
Jorge nasceu e cresceu no interior. No campo, os jovens são acostumados desde cedo a lidar na roça e alguns ensinados a atirar . É cultural, passa de pai pra filho o gosto por armas e a caçar por diversão. Ele amava especialmente o tiro e sentia uma profunda sensação de poder com a espingarda.
O trauma de dentista está com os dias contados: a EMS, empresa suíça referência em odontologia, trouxe para o Brasil o protocolo GBT (Guided Biofilm Theraphy), um método de limpeza que não envolve dor e tem eficácia atestada.
Ele foca na remoção do biofilme(ou placa bacteriana), que é a base do tártaro e está por trás de cáries e doenças gengivais. Um dos destaques do GBT é o uso de micropartículas de eritritol, adoçante natural anticariogênico que remove impurezas sem impor desconfortos nem desgaste ao esmalte dentário — diferentemente do bicarbonato, empregado na higiene convencional.
“Além de ser mais confortável, a profilaxia com o GBT ainda ajuda a educar o paciente”, afirma o dentista Renato Trezza, especialista em odontologia estética e reabilitação.
O Protocolo GBT, método novo de profilaxia dentária, foca na remoção da placa bacteriana