O trauma de dentista está com os dias contados: a EMS, empresa suíça referência em odontologia, trouxe para o Brasil o protocolo GBT (Guided Biofilm Theraphy), um método de limpeza que não envolve dor e tem eficácia atestada.
Ele foca na remoção do biofilme(ou placa bacteriana), que é a base do tártaro e está por trás de cáries e doenças gengivais. Um dos destaques do GBT é o uso de micropartículas de eritritol, adoçante natural anticariogênico que remove impurezas sem impor desconfortos nem desgaste ao esmalte dentário — diferentemente do bicarbonato, empregado na higiene convencional.
“Além de ser mais confortável, a profilaxia com o GBT ainda ajuda a educar o paciente”, afirma o dentista Renato Trezza, especialista em odontologia estética e reabilitação.
O Protocolo GBT, método novo de profilaxia dentária, foca na remoção da placa bacteriana
Em abril de 2020, em meio à crise sanitária ocasionada pela pandemia de Covid-19, a Lei 13.989 foi sancionada e aprovada pelo Congresso Nacional, autorizando, assim, a prática da telemedicina no país em caráter emergencial. Na época, essa foi uma resposta à demanda de médicos e pacientes por atendimentos remotos, evitando a disseminação e o contágio do novo coronavírus.
A regulamentação da prática médica em uma realidade pós-pandêmica ainda está sendo discutida. Mas o que se tem observado é que, se bem utilizada, a telemedicina pode ser uma boa aliada aos cuidados com a saúde.
Tecnologia em prol da saúde
Na DaVita Serviços Médicos, rede de clínicas integradas com mais de 15 unidades na Grande São Paulo e 27 especialidades médicas, a telemedicina tem servido não apenas para aumentar a acessibilidade e a facilidade de realização de consultas, mas também como uma forma prática e eficiente de complementar o cuidado coordenado e integrado – que acompanha o paciente de perto e de forma integral, investindo também em prevenção –, pelo qual a rede é conhecida.
A telemedicina é recomendada quando há suspeita de Covid-19 e também em casos cotidianos, como acompanhamento de rotina de doenças crônicas, apresentação de exames e seguimento de investigações diagnósticas, continuidade de tratamento com necessidade de repetição de medicação, solicitação de atestados e quando há limitações por parte do paciente, como idosos com fragilidades ou dificuldade de locomoção, pessoas com comorbidades e pacientes terminais.
Consultas à distância complementam o acompanhamento médico presencial e oferecem acessibilidade a pacientes com limitações de locomoção
Processado, refinado e… inimigo da saúde. Açúcar branco é uma bomba de calorias vazias, que sobram no produto após uma série de processos químicos que retiram dele todos os seus nutrientes. O maior desafio de quem busca se livrar do seu consumo é descobrir onde ele realmente se esconde. Porque não é apenas no cafezinho após o almoço nem nos bolos da confeitaria que o açúcar branco refinado é encontrado. Ele está presente também nos refrigerantes, em molhos industrializados, em iogurtes saborizados, nos biscoitos recheados e nos inúmeros itens à venda nos supermercados e lojas de conveniência.
Ganhar saúde, disposição e qualidade de vida estão no topo dessa lista. Veja como transformar sua alimentação sem perder em sabor e valor nutricional
O Facebook está passando por aquilo que profissionais de marketing (ou viciados em palavrinhas estrangeiras) chamam de rebranding: a formação de uma nova identidade. A empresa, dona de plataformas como Instagram, WhatsApp e o próprio Facebook passou a se chamar Meta. –uma referência ao “metaverso”, uma espécie de versão 3D da internet que está na mira de vários desenvolvedores.
(Calma. Nós já iremos explicar tudo isso.)
O CEO da companhia, Mark Zuckerberg, anunciou a mudança durante uma conferência no último dia 28. Segundo ele, a ideia é dissociar a empresa da rede social Facebook e focar no metaverso: “No momento, nossa marca está tão intimamente ligada a um produto que não pode representar tudo o que estamos fazendo hoje. Com o tempo, espero que sejamos vistos como uma empresa de metaverso. Quero ancorar nossa identidade naquilo que estamos construindo”.
A mudança, que ocorre em meio a uma crise vivida pela empresa, não vai chegar aos seus produtos de bilhões de usuários no mundo – as plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp manterão os seus nomes.
É um caso parecido ao que ocorreu com o Google, em 2015. O conglomerado, formado por empresas como a Google Inc., Nest Labs e Calico, passou a se chamar Alphabet, em uma tentativa de não atrelar o nome Google a todos os seus braços.
O “rebranding”, que acontece em meio a uma crise de vazamento de documentos oficias da companhia, visa reforçar o metaverso, que consiste em experiências de imersão e realidade virtual. Entenda.
Nas florestas de Madagascar, grandes lêmures de corpo preto e branco e olhos esbugalhados se dedicam a duetos e coros. Eles cantam para encontrar familiares nas árvores, marcar território e até realizar batalhas vocais com seus vizinhos. São os indris: os únicos lêmures que se comunicam por meio de canções.
Os gritos do primata lembram uma buzina pouco agradável, mas têm muito em comum com a música humana, segundo pesquisa publicada na revista Current Biology. Estudando o canto dos indris (Indri indri), uma equipe de cientistas descobriu que ele apresenta ritmos que até então só eram conhecidos em humanos e aves.
Ao longo de doze anos, os pesquisadores analisaram canções de vinte grupos de indri para descobrir se o canto dos animais apresenta algum ritmo específico (em outras palavras, um padrão alternado de sons e silêncios) – e tentar encontrar traços musicais comuns entre outras espécies. Ao todo, foram 636 gravações de 39 animais adultos.
Eles perceberam que esses lêmures compartilham dois padrões rítmicos com humanos. O primeiro é parecido com o tique-taque de um relógio ou de um metrônomo, em que o intervalo entre duas notas é sempre o mesmo. Esse padrão 1:1 é o que os pesquisadores chamam de isocronia.
O canto dos indris segue padrões que até então só eram conhecidos em humanos e aves. A descoberta pode ajudar a construir ‘árvore evolutiva’ de características musicais entre primatas. Ouça.
Há quem não consiga ficar sozinho por um momento que seja. Já eu gosto da experiência de estar comigo mesma ( salvo raras exceções) e dou muito valor a essas oportunidades. Considero uma benção conseguir colocar as ideias em ordem, no silêncio que minha solidão me proporciona. Nestas horas sem companhia externa, consigo enxergar com mais clareza o que se passa comigo, trazendo para mais perto de mim, o que de mais precioso eu possuo, minha própria experiência interna, a vivência comigo mesma e com todas as minhas nuances.
Nem sempre é fácil, com certeza, porém é tão profundo e gratificante, que realmente indico a todos que consideram que a multidão é o melhor lugar. Já ouviu falar que nascemos e morremos sós? Realmente, como espiritualista não creio na literalidade desta sentença, entretanto, se analisarmos que cada um é o responsável pelas suas escolhas, ela toma todo um amplo sentido.
Isso me fascina e desperta… óbvio que também assusta, mas é tão bonito e poderoso saber que dentro de cada um de nós há um Universo de sabedoria e amor para ser descoberto e explorado, que sempre que tenho uma ocasião propícia, busco ficar sozinha, para que lá , nós duas, cara a cara, possamos fazer planos, tentar resolver dilemas, compreender questões, e nesta louca aventura chamada vida, ir em busca da profunda verdade e beleza que só existem dentro de mim…e sem dúvida nenhuma dentro de você. Por isso, da próxima vez que você estiver sozinho (a) agradeça e aproveite, é mais uma oportunidade feliz de se reconectar consigo mesmo e transpor outro degrau nesta infinita jornada da evolução.