“Os homens de poucas palavras são os melhores.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Não costumo fazer orações em público, prefiro pensar que minha existência é uma constante oração, e portanto, cabe a mim tornar relevante e grato meu dia a dia. É também uma coisa minha, sem pretensões nem regras.”

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Poucos repórteres viveram suas matérias como Goulart de Andrade…agora que ele não está mais por aqui é que a gente se dá conta que profissionais assim estão praticamente extintos.
Por mais ” Vem Comigo”! 👏👏👏👏
Meteoro Brasil aqui!

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A flexibilidade das aulas online melhorou a qualidade do sono dos adolescentes durante a pandemia do coronavírus, segundo estudo conduzido na Universidade Federal do Paraná.
A investigação começou antes do isolamento social. Em 2019, os pesquisadores Fernando Mazzilli Louzada e Jefferson Souza Santos avaliaram os padrões de sono de 1 554 adolescentes entre 14 e 19 anos. Eles tinham aulas a partir das 7h30.
Os experts perceberam que o cochilo da tarde era uma prática comum para 58% dos entrevistados. Como essa soneca se mostrava muito prolongada na maioria das vezes, acabava atrapalhando o sono da noite. Com isso, reduzia o descanso dos jovens para uma média de sete horas, quando o mínimo ideal é de oito horas.
Na pandemia, Louzada e Santos buscaram parte desses estudantes para fazer uma nova análise e traçar uma comparação. Eles notaram que, com a mudança na rotina, a média de sono dos adolescentes aumentou em duas horas. Já a soneca deixou de ser tão essencial: foi relatada por pouco mais de 20% deles.
Sem a pressão de acordar cedo para se deslocar para a escola e conseguindo administrar melhor o tempo, os adolescentes puderam alinhar suas necessidades vitais com os estudos.
Apesar de os hábitos de sono variarem entre as pessoas – algumas são mais diurnas e outras, mais noturnas – o adolescente tem a tendência de madrugar.
Dados abrem espaço para discussão sobre adaptação do horário escolar para jovens, que nessa fase tendem a ir para cama mais tarde
Adolescentes dormiram mais e melhor durante a pandemia, aponta estudo
publicado originalmente em Veja saúde
“Não cabe a palavra Amor no que já se tornou banal e cotidiano. Amor é descoberta, vivência, sede de novos e imensos horizontes. Simplesmente não dá para prender o Amor em um vidro de conserva.”

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A julgar apenas pelas metas de curto prazo de corte de emissões apresentadas pelos países durante a COP26 (Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, em Glasgow), o mundo deve enfrentar um aumento médio de 2,4° C na temperatura global até o final do século. Esse aquecimento está bem além daquele requerido para conter mudanças climáticas perigosas – e promete trazer impactos globais devastadores.
O cenário sombrio foi trazido por um novo relatório divulgado nesta terça (9), de autoria da organização Climate Action Tracker (CAT), a mais respeitada coalizão de análise climática do mundo. O trabalho mostra como as propostas concretas trazidas pelos países até o momento estão aquém do necessário para conter a crise climática.
O resultado faz contraste com uma pesquisa realizada pela Universidade de Melbourne, na semana passada. Ela mostrou que, pela primeira vez, as trajetórias de aquecimento global caíam para menos de 2° C em comparação aos níveis pré-industriais, com base nas promessas de cortes de emissões ao longo do século 21 apresentadas pelos países na COP26.
Trata-se de um dos dois “números mágicos”, em termos de objetivos, estipulados no Acordo de Paris. É consenso entre os climatologistas que a contenção até 1,5° C é o ideal, para evitar transformações irreversíveis. Cruzado esse limiar, os 2° C passam a ser a divisa a partir da qual podem-se esperar efeitos catastróficos em decorrência das mudanças do clima.
As ações de curto prazo apresentadas pelos países na COP26 não são suficientes para cumprir o Acordo de Paris. A conclusão do novo estudo contrasta com o que foi divulgado no início da Convenção da ONU.
Planeta ainda pode esquentar 2,4ºC até o final do século, indica análise
publicado originalmente em superinteressante

Tomar dois litros de água, comer cinco porções de frutas, dar 10 mil passos por dia. Você provavelmente já ouviu essas recomendações – mas dificilmente consegue seguir alguma delas. Mas saiba que você não precisa cumprí-las à risca. A recomendação dos 10.000 passos diários, por exemplo, provavelmente nasceu como uma estratégia de marketing do primeiro pedômetro disponível comercialmente.
Não que caminhar seja ruim, claro – a atividade só traz benefícios para a saúde. A questão aqui é o número “10.000”. Um estudo de 2019 mostrou que mulheres que davam 4.400 passos por dia apresentavam menores taxas de mortalidade em comparação com aquelas que andavam menos de 3.000. A taxa continuou caindo até atingir 7.500 passos. A partir daí, a pesquisa não constatou nenhuma queda significativa de mortalidade.
Mas não fazemos caminhada apenas para viver mais. Há também as melhores no bem-estar que acompanham a atividade física, que não foram avaliadas neste estudo. Talvez, a recomendação pudesse ser “quanto mais, melhor”, ao invés de cravar um número específico.
Então de onde vieram os 10 mil passos? Do Japão. Em 1965, a empresa Yamax lançou o “manpo-kei”, o primeiro dispositivo comercial que calcula o número de passos do usuário. A palavra “manpo” virou sinônimo de pedômetro no Japão, mas ela também pode ser usada para representar o número 10 mil. O ideograma (kanji) para o número 10.000, inclusive, se assemelha a uma pessoa andando: 万
É claro que caminhar faz bem, mas você não precisa se desdobrar para atingir essa meta diária. O número surgiu como propaganda do primeiro pedômetro vendido comercialmente.
A recomendação dos “10 mil passos por dia” nasceu como uma estratégia de marketing
publicado originalmente em superinteressante
“Qualquer indivíduo pode ser sensato, desde que não tenha imaginação.”
🍀Oscar Wilde

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❤️ Amor, meu grande Amor
Amor, meu grande amor, não chegue na hora marcada
Assim como as canções, como as paixões e as palavras
Me veja nos seus olhos, na minha cara lavada
Me venha sem saber se sou fogo ou se sou água
Amor, meu grande amor, me chega assim bem de repente
Sem nome ou sobrenome, sem sentir o que não sente
Que tudo o que ofereço é meu calor, meu endereço
A vida do teu filho desde o fim até o começo
Amor, meu grande amor, só dure o tempo que mereça
E quando me quiser que seja de qualquer maneira
Enquanto me tiver, que eu seja o último e o primeiro
E quando eu te encontrar, meu grande amor, me reconheça
Que tudo o que ofereço é meu calor, meu endereço
A vida do teu filho desde o fim até o começo
Amor, meu grande amor, que eu seja o último e o primeiro
E quando eu te encontrar, meu grande amor, por favor me reconheça
Pois tudo o que ofereço é meu calor, meu endereço
A vida do teu filho desde o fim até o começo
Que tudo o que ofereço é meu calor, meu endereço
A vida do teu filho desde o fim até o começo
❤️Fonte: Musixmatch
Compositores: Ana Terra / Angela Ro Ro
Letra de Amor Meu Grande Amor © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda

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“Realmente é muita pretensão nossa achar que conhecemos verdadeiramente uma pessoa, quando na verdade, nem nossa própria jornada de conhecimento íntimo iniciamos. Passou da hora …”

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