Insignificante é o pingo d’água, todavia, com o tempo, traça um caminho no corpo duro da pedra. Humilde é a semente, entretanto, germina com firmeza e produz a espiga que enriquece o celeiro. Frágil é a flor, contudo, resiste à ventania, garantindo a colheita farta. Minúscula é a formiga, mas edifica, à força de perseverança, […]
O racismo contra negros é algo tão abjeto quanto pervasivo: chega a ser difícil imaginar um tempo em que ele simplesmente não existiu. Mas houve esse tempo. Na Antiguidade e na Idade Média, pessoas da África Subsaariana eram, para os europeus, apenas estrangeiros de países distantes. Havia, é claro, o receio no contato entre etnias diferentes – mas não discriminação sistemática.
Isso mudou com a escravidão. A Europa herdou essa prática do Império Romano (onde ela não era pautada por cor de pele – os cativos eram prisioneiros de guerra, e vinham de todas as províncias: Britânia, Gália, Egito…). Com o tempo, essa mão de obra se tornou menor e menos importante, sob o argumento de que os escravizados eram, também, cristãos. Surgiu a servidão feudal, que predominou na Idade Média.
Do ciclo do açúcar ao ouro em Minas, o enriquecimento da Europa com as colônias americanas foi movido por pessoas negras escravizadas. E esse dinheiro sujo financiou até a Revolução Industrial.
“Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.”
“Há 3 anos ela (Olivia) vem usando o óleo medicinal chamado CBD, que é extraído da planta Cannabis Sativa, mais conhecida como ‘maconha’. E digo para vocês que graças a planta ‘sagrada’, ela esta cada dia melhor, com um semblante de paz, de alegria, sorrindo e sentindo os pequenos prazeres da vida”, escreveu na postagem na rede social.
Durante o relato, ele afirmou que Olivia chegou a ter momentos anteriores ao tratamento em que não conseguia falar e precisava se alimentar por sonda. “Vivia por tempo integral em uma cadeira de rodas”.
Uma dieta rica em alimentos fermentados pode influenciar beneficamente o sistema imunológico, segundo estudo publicado na revista científica Cell. De acordo com os pesquisadores, a ingestão desse tipo de alimento aumenta a diversidade de micro-organismos intestinais e diminui os sinais de inflamação, o que contribui para um bom funcionamento de todo o organismo.
Conduzido na Universidade Stanford, nos Estados, o trabalho contou com a participação de 36 adultos saudáveis. Eles foram divididos em dois grupos: um seguiu uma dieta rica em fermentados, com iogurtes, queijos como o do tipo cottage e bebidas como o kombucha, enquanto o outro foi orientado a consumir alimentos ricos em fibras, a exemplo de frutas, verduras, sementes e grãos integrais.
Em estudo, iogurtes e bebidas como o kombucha ajudaram a multiplicar as bactérias boas da microbiota, repercutindo na imunidade das pessoas