Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
Pela primeira vez na história, astrônomos podem ter descoberto um planeta além da Via Láctea. Ele estaria na galáxia M51 (ou Whirlpool) orbitando um “binário de raios-X” – um sistema composto por dois corpos celestes, uma estrela com massa cerca de 20 vezes a do Sol e uma estrela de nêutrons ou buraco negro.
A descoberta pode abrir novas possibilidades para a busca de exoplanetas – que orbitam estrelas que não o Sol e pertencem a sistemas planetários diferentes do nosso. A maioria dos exoplanetas (ou candidatos a exoplanetas) conhecidos até agora está a cerca de três mil anos-luz da Terra. Enquanto isso, o candidato em M51 está a 28 milhões de anos-luz de distância.
A equipe internacional de cientistas realizou as descobertas a partir de dados coletados pelo Observatório de Raios-X Chandra, um telescópio espacial lançado pela Nasa. O estudo foi publicado na revista Nature Astronomy.
Eclipse de raios-X sugere a presença de um planeta orbitando um sistema luminoso na Galáxia M51 (ou Whirlpool), a cerca de 28 milhões de anos-luz da Terra
Um dos principais motores para a extinção de espécies são as mudanças climáticas. Atualmente, muitos animais encontram-se ameaçados graças ao aquecimento global intensificado pela ação humana. Mas há 34 milhões de anos, a Terra vivia uma transição climática contrária: estava passando de um período quente (chamado greenhouse) para um clima mais frio, o qual vivemos até hoje (chamado icehouse).
Foi uma mudança e tanto: ao longo de milhares de anos, a temperatura caiu cerca de 8ºC, o nível do mar diminuiu, e a Antártica ficou coberta de gelo. Dois terços dos animais da Europa e Ásia foram extintos no processo. Essa mudança climática marcou a transição do Eoceno (de 56 milhões a 34 milhões de anos) para o Oligoceno (de 34 a 23 milhões de anos atrás).
Os cientistas acreditavam que a África tivesse passado ilesa. Afinal, sua posição próxima ao equador poderia ter amenizado o frio. No entanto, um estudo realizado pela Universidade Duke, nos Estados Unidos, mostrou um declínio de 63% nas populações de primatas, roedores e carnívoros.
Os pesquisadores usaram centenas de fósseis de períodos distintos (da metade do Eoceno ao Oligoceno) para reconstruir a linha do tempo evolutiva de cinco grupo de mamíferos africanos: dois primatas (Strepsirrhini e Simiiformes), dois roedores (Anomaluridae e Hystricognathi) e um grupo de carnívoros extintos chamados “hienodontes” – que se alimentavam justamente de primatas e roedores.
A extinção também atingiu roedores e animais carnívoros. O evento foi causado pela transição climática do período greenhouse para o icehouse. Entenda
Julgamento contra parques eólicos: o mais alto tribunal da Noruega protege os direitos dos Sámi como população nativa Foto: Stoyan Nenov / Arquivo de foto / REUTERS Por Gabriel Kuhn, Estocolmo Adele Matheson Mestad, diretora do Instituto Norueguês de Direitos Humanos, falou de um “julgamento histórico”: No dia 11 de outubro, a Suprema Corte norueguesa […]
É tão absurdo que parece que é mentira…mas não é, quer dizer …o que esse cara falou, é!
Um sujeito que é ” líder” de um país, deixa de estar cumprindo seu dever de tirar a nação do fundo do poço, para ir pra internet mentir na cara dura… é vergonha demais.