Acredito que expressar meus sentimentos com a escrita me traz lucidez para enfrentar dias tão nebulosos...poetisa rotineira, itinerante e por vezes destoante🌷
É tão absurdo que parece que é mentira…mas não é, quer dizer …o que esse cara falou, é!
Um sujeito que é ” líder” de um país, deixa de estar cumprindo seu dever de tirar a nação do fundo do poço, para ir pra internet mentir na cara dura… é vergonha demais.
Dormência, manchas e placas na pele são sinais característicos da hanseníase. “O diagnóstico, em geral, é clínico, mas casos com manifestações imprecisas exigem testes laboratoriais”, explica a dermatologista Laila de Laguiche, presidente da Aliança contra a Hanseníase. “Só que, quanto mais tardia a detecção, maior o risco de sequelas físicas nas pessoas acometidas”, alerta.
Agora o laboratório paranaense Mobius Life Sciense criou um exame molecular de execução simples e baixo custo que entrega o resultado em um dia. “O teste demanda somente uma amostra de tecido, numa biópsia feita por um médico”, descreve a especialista. O método revela ainda se o quadro infeccioso é resistente a certos medicamentos, antecipando a indicação de tratamentos diferenciados.
Raio X da doença
As marcas na pele ainda geram estigma e preconceito
Nome: hanseníase
O que causa: a bactéria Mycobacterium leprae
Como se transmite: por gotículas de saliva e secreções nasais
Como prevenir: rastreamento e apoio da vacina BCG (para tuberculose)
Como se trata: combinação de antibióticos
Um mal comum no Brasil
A hanseníase faz parte do rol das chamadas doenças negligenciadas, e a incidência no país é a segunda maior no mundo — só perdemos da Índia.
Não te imobilizes, à beira da estrada, aguardando o ensejo de ser feliz. O êxito real não é um fruto de ouro, na bandeja da gratuidade. Adere ao trabalho e aprende a servir. Seja qual seja o lugar em que estivermos, é preciso empregar as forças disponíveis da própria existência, no esforço máximo ante o […]
Bettina ainda não sabe descrever, contudo, quais regiões do cérebro são ativadas por cheiros específicos. Nem ela nem seus pares. “Aromas diferentes podem excitar áreas e circuitos neurais diferentes. Alguns já conhecemos, como o sistema límbico, responsável por nossas emoções, e o hipotálamo, que controla reações fisiológicas como fome e sede. Mas não sabemos todas as regiões cerebrais impactadas pelos odores nem suas potenciais respostas a isso”, conta.
Sem descortinar por completo as redes e os reflexos do nosso sistema olfativo, é difícil garantir que as moléculas odoríferas irão despertar essa ou aquela reação psíquica ou física em alguém. E, para complicar, a gente sabe que o mesmo cheiro que agrada uns desagrada outros. Daí que cravar se um aroma terá efeito A ou B em mim ou em você é uma questão cheia de incógnitas para a ciência.
Depende! O uso de óleos essenciais e aromas se expande como uma solução para acalmar os ânimos, mas é bom ter cautela com as propagandas exageradas
Cem ovos e 80 esqueletos de dinossauros compõem a descoberta paleontológica que está sendo considerada, por alguns especialistas, como uma das principais deste ano. O conjunto de fósseis encontrado na Argentina é a evidência mais antiga conhecida de que dinossauros viviam em grupos – e ficavam separados de acordo com suas idades.
Os achados aconteceram na Formação Laguna Colorada, no sul da Patagônia, famosa por abrigar fósseis de dinossauros da espécie Mussaurus patagonicus. Foram esses que a equipe internacional de cientistas encontrou por meio de escavações ao longo dos últimos anos, e analisou no estudo publicado na revista Scientific Reports.
Não é novidade que os dinossauros eventualmente viviam em bandos. Mas o comportamento só era encontrado em animais que existiram até 150 milhões de anos atrás. As descobertas recentes sugerem que eles já viviam em comunidade 40 milhões de anos antes: no início do período Jurássico.
O Mussaurus patagonicus era um dinossauro herbívoro, cujo peso aproximado de 1,5 tonelada se distribuía em um corpo de 3 metros de altura e 8 de comprimento. A espécie faz parte de um grupo chamado sauropodomorfo, composto por dinossauros de pescoço e cauda longa.
Ovos e esqueletos do Mussaurus patagonicus indicam que a espécie se organizava em “panelinhas” separadas por idade.