“Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
“Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.”

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Vamos preencher nosso dia com sabedoria e relevância?
Professora Lúcia Helena Galvão conosco!

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Aos olhos de parte do público, a corrida espacial particular entre Jeff Bezos e Richard Branson se reduziu a uma rinha egomaníaca de bilionários. Mas ela é, potencialmente, o início de uma revolução comparável às Grandes Navegações. Para entender por quê, é preciso rememorar o que aconteceu nos últimos 60 anos.
A disputa entre EUA e URSS durante a Guerra Fria não foi um esforço para desbravar uma nova fronteira; foi, mais que isso, uma tentativa de demonstrar supremacia tecnológica com caráter bélico. Os mesmos foguetes que tinham a capacidade de pôr veículos em órbita eram os que deveriam transportar ogivas nucleares em caso de conflito aberto entre as duas superpotências. O R-7, primeiro míssil balístico intercontinental da história, desenvolvido pela União Soviética, foi também responsável pelo lançamento do Sputnik, em 1957.
A corrida entre Bezos e Branson pode parecer um exercício fútil de vaidade tecnológica. Mas o 14-Bis também era. Entenda por que os voos turísticos são o primeiro passo para baratear e massificar as viagens espaciais.
Voo espacial privado: as Grandes Navegações do século 21
publicado originalmente em superinteressante
🍂🍂 Sonho Meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Vai mostrar esta saudade
Sonho meu
Com a sua liberdade
Sonho meu
No meu céu a estrela guia se perdeu
A madrugada fria só me traz melancolia
Sonho meu
Sinto o canto da noite
Na boca do vento
Fazer a dança das flores
No meu pensamento
Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
E um vento vadio embalando a flor
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Vai mostrar esta saudade
Sonho meu
Com a sua liberdade
Sonho meu
No meu céu a estrela guia se perdeu
A madrugada fria só me traz melancolia
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar quem mora longe
Sonho meu
Sonho meu, sonho meu
🍂🍂Fonte: LyricFind
Compositores: Delcio Carvalho / Yvonne Lara Da Costa
Letra de Sonho meu © Warner Chappell Music, Inc

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Historinhas cabeludas… família fantasma roubando dinheiro público.
Amiguinhos milicianos “trabalhando” com a trupe.
É o dia a dia destes homens de bem…muito tocante .😒
Não é à toa que a palavra “vagabundo” não sai da cabeça e da boca de Bolsonaro… ele é a própria personificação do termo.
Mas a pergunta é:
Vai ficar por isso mesmo?
Esse é o Greg News!

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” A razão, reinando sozinha, restringe todo impulso; e a paixão, deixada a si, é um fogo que arte até sua própria destruição.”

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Os últimos dias tem sido de horror e tristeza no Afeganistão,e como não ficarmos sensibilizados com tamanha desumanidade?
Em meio à tanto sofrimento,as mulheres pagam um preço alto,com suas vidas e liberdade em risco,e vendo seus filhos sem horizonte.
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O escritor Ailton Krenak em foto de O Globo
O líder indígena e escritor Ailton Krenak foi o vencedor do 62o Troféu Juca Pato, da União Brasileira de Escritores (UBE). A premiação, segundo o noticiário, destacou a publicação de “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”. Escolhido pelos associados à entidade, Ailton concorreu com nomes […] […]
Ailton Krenak é destacado com o troféu Juca Pato — C a f é M a c h a d o
publicado originalmente em Bárbara Crane Navarro

Eram anos inebriantes. Depois de uma grande guerra e de uma grande gripe, a liberdade e o frenesi irrompem no início da década de 1920. As mulheres conquistam o direito ao voto em boa parte do mundo ocidental, abandonam espartilhos e cortam o cabelo à la garçonne. O jazz domina a cena musical e O Garoto, de Charles Chaplin, estreia no cinema. Nesse contexto disruptivo, dois cientistas canadenses identificam um hormônio essencial à vida e mudam para sempre o destino das pessoas com diabetes, uma doença até então fatal.
Em um laboratório da Universidade de Toronto, o médico Frederick Banting e seu assistente Charles Best conseguem isolar a insulina no pâncreas de um animal. “Eles sabiam que a substância era fabricada em áreas específicas do órgão, sabiam que a falta dela provocava o diabetes, mas ninguém havia conseguido separar aquele produto para uso terapêutico em humanos”, conta o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
No centenário de um dos medicamentos mais importantes da história, traçamos seus feitos e mostramos o que está por vir no tratamento do diabetes
Insulina: 100 anos salvando vidas
publicado originalmente em Veja saúde
Caso alguém não tenha compreendido ainda, Ivermectina não tem efeito algum nem antes,durante ou depois da Covid19.
Ivermectina é para matar piolho,vermes e afins…como explica novamente este didático vídeo 🙂

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