Com o avanço da crise climática, a implementação de fontes de energia renovável (como parques eólicos e placas solares) se tornou imprescindível. E uma nova tecnologia, desenvolvida por cientistas do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, promete gerar eletricidade de forma sustentável –e bem debaixo dos nossos pés.
A pesquisa, publicada na última semana no periódico científico Matter, traz informações sobre um protótipo de piso de madeira capaz de converter passos em energia elétrica. O novo dispositivo foi chamado pelos cientistas de “nanogerador”. Vamos entender como ele funciona.
Para começo de conversa, vale lembrar que a madeira não é um bom condutor de eletricidade. Por isso, ela não trabalha sozinha. Ao material, é adicionado um revestimento de silicone, além de nanocristais.
Cientistas conseguiram acionar lâmpadas de LED e pequenos dispositivos eletrônicos usando um protótipo de piso de madeira com área pouco menor do que uma folha sulfite. Confira.
“Três âncoras deixou Deus ao homem: o amor à pátria, o amor à liberdade, o amor à verdade. Cara nos é a pátria, a liberdade, mais cara; mas a verdade, mais cara de tudo. Damos a vida pela Pátria. Deixamos a Pátria pela liberdade. Mas à Pátria e à liberdade renunciamos pela verdade. Porque este é o mais santo de todos os amores. Os outros são da terra e do tempo. Este vem do céu e vai à eternidade…”
Trata-se de uma doença rara e degenerativa que leva a fraqueza muscular progressiva e incapacitante em longo prazo. Ela surge na infância e detectá-la precocemente e iniciar o tratamento multidisciplinar com rapidez faz toda diferença durante o curso da doença. Por isso, é muito importante conscientizar a todos para que fiquem atentos aos sintomas.
O olhar cuidadoso dos pais e dos profissionais de saúde sobre o desenvolvimento das crianças ajuda a melhorar a qualidade de vida do paciente
Meses após o início da vacinação contra o coronavírus, a diferença que os imunizantes fazem na vida real está ficando mais clara. Uma análise de cerca de 60 milhões de brasileiros que receberam as duas doses da vacina Vaxzevria, da AstraZeneca, e da Coronavac, concluiu que ambas apresentam proteção de ao menos 70% contra mortes e internações.
Os achados condizem com os de uma pesquisa anterior, feita pela Fiocruz. Outra revelação importante é que pessoas com mais de 90 anos tiveram respostas menos animadoras, o que já é esperado para essa faixa etária e pode interferir na campanha de prevenção da Covid-19.
O estudo em pré-print (ainda não revisado por outros especialistas ou publicado em periódicos científicos) foi conduzido por pesquisadores das universidades federais da Bahia e de Ouro Preto (UFBA e UFOP), da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), da London School of Hygiene & Tropical Medicine e da Fiocruz.
Dados de 60 milhões de brasileiros comprovam que os dois imunizantes contra Covid-19 funcionam, mas corroboram necessidade da terceira dose em idosos