Além disso, 6,7% (aproximadamente 2 milhões de idosos) relatam ter ingerido no último mês várias doses em uma ocasião – padrão de consumo abusivo conhecido como binge drinking. E 3,8% (mais de 1 milhão) costumam beber, em uma semana típica, quantidades que podem colocar em risco sua saúde.
Também se buscou avaliar os padrões de consumo de álcool em idosos da atenção primária (primeiros atendimentos médicos). Para isso, foram utilizados dados da triagem inicial do ensaio clínico realizado em sete Unidades Básicas de Saúde (UBS) com 503 participantes.
Levantamento sugere que 23,7% dos brasileiros com mais de 60 anos costumam ingerir bebidas alcoólicas, sendo que 6,7% são considerados “bebedores de risco”
Talvez você já tenha visto, nas latas de refrigerante diet ou em embalagens de outros alimentos com adoçante artificial, a seguinte frase: “Fenilcetonúricos: contém fenilalanina”. A fenilcetonúria é uma doença hereditária que torna o organismo incapaz de digerir o aminoácido fenilalanina – que se acumula no corpo e causa danos neurológicos.
Por isso, a pessoa não pode comer alimentos que o contenham, como carne, ovos e leite (além do adoçante). O medicamento BMN 307, que foi criado pelo laboratório americano BioMarin Pharma, prometia corrigir a mutação que provoca a doença: ele é feito com um vírus geneticamente modificado, que carrega e distribui uma versão consertada do gene PAH no organismo do paciente.
O remédio já estava na primeira fase de testes em humanos quando o BioMarin decidiu fazer um estudo de longo prazo em ratos, que tinham recebido o tratamento havia um ano. De sete animais analisados, seis estavam com câncer de fígado – o vírus havia se fundido com o genoma dos ratos, causando mutações e surgimento de tumores. Com isso, a Food & Drug Administration (a Anvisa dos EUA) mandou parar imediatamente os testes em humanos.
Droga gerou efeito catastrófico em ratos – que só foi descoberto após um ano.
Dentre todas as drogas conhecidas hoje, o tabaco é a que teve o maior impacto social e econômico na história da humanidade. Ele desempenhou papéis sagrados e medicinais entre os antigos maias, sendo também usado por grupos indígenas americanos. Quando os europeus chegaram à América, eles utilizaram a planta para impulsionar a economia colonial e permitir a expansão ocidental no chamado Novo Mundo.
Contudo, não se sabe ao certo como ou quando a planta chegou na América do Norte. Os cientistas acreditavam que o consumo de tabaco no continente havia começado cerca de 3 mil anos atrás. A conclusão é baseada em vestígios de nicotina encontrados em um cachimbo de cerâmica no Alabama.
Mas a história parece ser bem mais antiga: novas evidências publicadas na revista científica Nature Human Behavior na última segunda (11) sugerem que já se consumia tabaco há, pelo menos, 12 mil anos – 9 mil anos antes do que se supunha até então.
Sementes carbonizadas encontradas em uma antiga lareira nos EUA podem ser o indício mais antigo de uso da planta.
A Fiocruz está negociando a produção do molnupiravir no Brasil. O remédio, desenvolvido pela farmacêutica MSD (conhecida por Merck, Sharp & Dohme nos EUA e Canadá), já mostrou resultados positivos contra a Covid-19 e tem como principal vantagem seu oferecimento em cápsulas, o que possibilita o tratamento domiciliar. A notícia foi publicada nesta sexta (15) na Folha de S. Paulo.
O molnupiravir funciona da seguinte forma: ao ser metabolizado no organismo, ele se converte em uma molécula capaz de introduzir erros no código genético do Sars-CoV-2. Dessa forma, o vírus não consegue se replicar, o que evita o desenvolvimento de sintomas graves da doença.
Para testar o medicamento, pesquisadores da MSD acompanharam 775 adultos voluntários que estavam no começo da infecção por Covid-19. Metade deles recebeu placebo; a outra tomou o remédio. Todos os participantes do estudo tinham algum tipo de comorbidade e poderiam evoluir para quadros severos da doença.
Dentro o grupo que tomou placebo, oito pessoas acabaram morrendo; no que tomou a pílula, não foram registrados óbitos. O molnupiravir também diminuiu as chances de hospitalização em 48%. Devido a esses resultados, a MSD entrou com pedido de uso emergencial do medicamento no FDA (Food And Drug Administration), a Anvisa americana.
A Fiocruz está negociando a fabricação do antiviral, desenvolvido pela farmacêutica MSD. No futuro, ele poderia ser distribuído pelo SUS – mas ainda há controvérsias quanto ao seu uso.
A mídia corporativa brasileira está mais uma vez “passando o pano” para um caso gravíssimo ocorrido na Terra Indígena Yanomami causando a morte de duas crianças da comunidade Macuxi Yano, região do Parima, que brincavam próximo a uma balsa de garimpo ilegalmente instalada no rio. As duas crianças, de idades de 5 e 7 anos, […]
Um, dois, um, dois, três, quatro One, two, one, two, three, four
Derrame uma lágrima porque estou com saudades de você Shed a tear ‘cause I’m missin’ you
Eu ainda estou bem para sorrir I’m still alright to smile
Menina, eu penso em você todos os dias agora Girl, I think about you every day now
Foi uma época em que eu não tinha certeza Was a time when I wasn’t sure
Mas você me acalmou But you set my mind at ease
Não há dúvida de que você está no meu coração agora There is no doubt you’re in my heart now
Disse “mulher vá devagar, e vai dar certo” Said “woman take it slow, and it’ll work itself out fine”
Só precisamos de um pouco de paciência All we need is just a little patience
Disse “açúcar, deixe lento e vamos ficar bem juntos” Said “sugar make it slow and we’ll come together fine”
Só precisamos de um pouco de paciência (Paciência) All we need is just a little patience (Patience)
Sim Mm, yeahEu sento aqui na escada I sit here on the stairs
Porque prefiro ficar sozinho ‘Cause I’d rather be alone
Se eu não posso ter você agora, vou esperar querida If I can’t have you right now, I’ll wait dear
Às vezes fico tão tenso, mas não consigo acelerar o tempo Sometimes I get so tense but I can’t speed up the time
Mas você sabe, amor, há mais uma coisa a considerar But you know love there’s one more thing to consider
Disse “mulher vá devagar e as coisas vão ficar bem” Said “woman take it slow and things will be just fine”
Você e eu só usaremos um pouco de paciência You and I’ll just use a little patience
Disse “açúcar, demore porque as luzes estão brilhando intensamente” Said “sugar take the time ‘cause the lights are shining bright”
Você e eu temos o que é preciso para fazer isso You and I’ve got what it takes to make it
Nós não vamos fingir, eu nunca vou quebrar isso We won’t fake it, I’ll never break it
Porque eu não agüento ‘Cause I can’t take itPouca paciência, mm sim, mm sim Little patience, mm yeah, mm yeah
Preciso de um pouco de paciencia, sim Need a little patience, yeah
Só um pouco de paciência, sim Just a little patience, yeah
Um pouco mais de paciência, sim (tenho andado pelas ruas à noite) Some more patience, yeah (I’ve been walking the streets at night)
Apenas tentando acertar (um pouco de paciência, sim) Just trying to get it right (A little patience, yeah)
É difícil ver com tantos por perto It’s hard to see with so many around
Você sabe que eu não gosto de ficar preso na multidão (poderia ter um pouco de paciência, sim) You know I don’t like being stuck in the crowd (Could use some patience, yeah)
E as ruas não mudam, mas talvez os nomes And the streets don’t change but maybe the names
Não tenho tempo para o jogo porque preciso de você (preciso ter mais paciência, sim) I ain’t got time for the game ‘cause I need you (Gotta have more patience, yeah)
Sim, sim, sim, mas eu preciso de você (Todos precisam de mais paciência) Yeah, yeah, yeah but I need you (All need more patience)
Oh, eu preciso de você (todos precisam de um pouco de paciência) Oh, I need you (All need some patience)
Oh, eu preciso de você (só um pouco de paciência) Oh, I need you (Just a little patience)
Ooh desta vez (é tudo que você precisa) Ooh this time (Is all you need)
A maior parte do oxigênio da atmosfera, entre 50% e 80%, vem dos oceanos, onde ele é produzido pelo plâncton marinho. Não da Amazônia. Mas a floresta absorvia uma quantidade importante de CO2, ajudando a regular a temperatura global. Porém, recentemente veio a má notícia: a Amazônia não cumpre mais esse papel e, em muitos lugares, sobretudo na borda sudeste da floresta, ela já emite mais CO2 do que absorve.
Essa é a conclusão de um estudo (1) liderado pela pesquisadora Luciana Gatti, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e publicado na revista Nature. A equipe realizou 590 sobrevoos, medindo concentrações de CO2 e CO em quatro regiões da Amazônia, entre 2010 e 2018. E constatou que a floresta, ao menos em algumas regiões, já “virou o sinal” – de sorvedouro passou a ser emissora de carbono.
Em parte, não é difícil entender como isso acontece. A Amazônia inteira tem cerca de 123 bilhões de toneladas de carbono fixado em sua biomassa, no solo e no subsolo. Um jeito rápido de devolver tudo isso à atmosfera, de uma vez, é queimando. O desmatamento, portanto, cumpre um papel de destaque. Quando as árvores são derrubadas, a preparação do terreno para uso futuro (em geral para pasto ou agricultura) envolve queimar a área.
E o que deixa tudo mais preocupante é que as medições colhidas pelo grupo foram feitas entre 2010 e 2018, período em que o desmatamento não estava tão descontrolado quanto agora (naquela época, ele ficava ao redor de 7.000 km2 anuais, antes de explodir para mais de 10.000 km2 anuais em 2019 e 2020).
Isso está acontecendo devido ao desmatamento e às mudanças climáticas. E pode piorar.