Uma planta, vários chás

Em 21 de abril de 2021, Elizabeth II completou 95 anos. E o desejo de “vida longa à rainha”, entoado inclusive no hino britânico, tem sido atendido. A despeito do clamor dos súditos, um empurrão da genética e toda uma conjuntura saudável contribuem para que ela detenha o título de monarca com maior tempo de trono do Reino Unido. Mas, coincidência ou não, um ingrediente em particular não falta no cotidiano da soberana: a Camellia sinensis, espécie que é matéria-prima para o legítimo chá. Um ex-cozinheiro do palácio revelou que o desjejum da majestade se dá com uma xícara da bebida, que, claro, também é apreciada no tradicional serviço das 5 da tarde.

Pode ser verde, branco, preto, ou na forma de matchá e kombucha… O fato é que as bebidas feitas com a Camellia sinensis mantêm a popularidade em alta

Uma planta, vários chás

publicado originalmente em Veja

No máximo 7% do nosso DNA é exclusivo dos humanos modernos, diz estudo

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade da Califórnia indicou que no máximo 7% do nosso DNA é exclusivamente humano. Os cientistas investigaram o genoma de humanos modernos e de hominídeos (indivíduos de espécies primitivas) por meio de uma nova ferramenta de análise desenvolvida pela equipe.

“A árvore genealógica evolucionária mostra que existem regiões do nosso genoma que nos tornam unicamente humanos”, disse Richard Green, co-autor do estudo publicado na revista Science Advances. “Agora temos um catálogo desses genes, e é uma fração surpreendentemente pequena do genoma.”

Pesquisadores analisaram genomas humanos modernos em comparação a genomas de hominídeos e descobriram que uma fração de 1,5% a 7% de nosso DNA é única.

No máximo 7% do nosso DNA é exclusivo dos humanos modernos, diz estudo

publicado originalmente em superinteressante

Manter o cérebro ativo pode atrasar o Alzheimer em 5 anos, sugere estudo

Um estudo publicado recentemente sugere que realizar atividades estimulantes para a mente (como ler e montar quebra-cabeças) durante a velhice pode adiar em até cinco anos o aparecimento do Alzheimer – doença neurodegenerativa cujos principais sintomas incluem perda de memória e confusão mental.

A hipótese de que manter o cérebro ativo atrasa a manifestação da demência já havia aparecido em pesquisas anteriores, mas os pesquisadores responsáveis por este estudo quiseram testá-la e investigar a relação entre diferentes níveis de atividade cognitiva e a idade de início do Alzheimer. 

Pesquisadores analisaram 1,9 mil idosos por um período médio de 7 anos e perceberam que atividades como ler e montar um quebra-cabeça davam vantagens para quem as realizava com frequência.

Manter o cérebro ativo pode atrasar o Alzheimer em 5 anos, sugere estudo

publicado originalmente em superinteressante

Pesquisa abre caminho para diagnóstico precoce da neuropatia diabética

Resultados de uma pesquisa conduzida na Universidade Cruzeiro do Sul podem contribuir para o diagnóstico mais precoce da neuropatia diabética – distúrbio caracterizado por lesões nos nervos periféricos de pessoas com diabetes e que pode causar sintomas como dor, formigamento ou perda de sensibilidade, principalmente em pés e pernas.

No estudo, o grupo coordenado pelo professor Paulo Barbosa de Freitas Júnior avaliou a força feita por pacientes diabéticos para segurar e manusear objetos. Os resultados foram comparados com os de indivíduos sadios e de portadores de outras doenças neurológicas, como esclerose múltiplaParkinson e síndrome do túnel do carpo (dormência e formigamento na mão e no braço causados pela compressão de um nervo no punho).

Método que analisa a maneira de segurar objetos pode simplificar detecção de problema que afeta a qualidade de vida de quem tem diabetes

Pesquisa abre caminho para diagnóstico precoce da neuropatia diabética

publicado originalmente em Veja saúde

Quem se sente jovem tende realmente a viver mais e melhor

Tem gente que não se vê na idade que tem. E, se a sua percepção é a de ostentar anos a menos que o apontado pela data de nascimento, é provável que seu organismo esteja mais vigoroso e protegido. É o que dá para concluir de uma pesquisa do Centro Alemão de Gerontologia com 5 309 pessoas acima de 40 anos.

O que soa a frase de livro de autoajuda tem respaldo científico, segundo novo estudo feito na Alemanha

Quem se sente jovem tende realmente a viver mais e melhor

publicado originalmente em Veja

A qualidade do sono afeta a eficácia da vacina contra o coronavírus?

O pleno funcionamento do sistema imunológico depende de vários fatores, sendo o sono um dos mais importantes. É durante esse período de descanso que as defesas do nosso organismo são aperfeiçoadas. Mas será que pregar os olhos também influencia na eficácia das vacinas – incluindo a que protege contra o coronavírus?

De acordo com a biomédica Daniela Santoro Rosa, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo, nos últimos anos diversos estudos têm mostrado que existe uma interação importante entre o repouso e o sistema imune.

Já se sabe que dormir bem é essencial
para o bom funcionamento da imunidade. Mas será que esse hábito tem impacto na ação da vacina da Covid-19?

A qualidade do sono afeta a eficácia da vacina contra o coronavírus?

publicado originalmente em Veja saúde

Há 20 mil anos, o leste asiático viveu uma outra epidemia de coronavírus

Uma epidemia de coronavírus que ocorreu na Ásia pré-histórica deixou marcas nos genes das populações vivas hoje – talvez, para melhor. É o que concluiu um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália. A pesquisa sugere que o vírus infectou o leste asiático entre 25 e 20 mil anos atrás. 

Na pré-história, moradores do leste da Ásia precisaram se adaptar ao vírus – e isso deixou marcas no DNA da população atual.

Há 20 mil anos, o leste asiático viveu uma outra epidemia de coronavírus

publicado originalmente em superinteressante