Uma crise silenciosa está se expandindo sem muita cobertura da mídia corporativa após a descoberta de casos de Mal da Vaca Louca em frigoríficos de Minas Gerais e Mato Grosso. É que após a proibição de importação de carne brasileira por China e Arábia Saudita, agora mais quatro países resolveram banir importações brasileiras (Rússia, Indonésia, […]
“Tu pouco dás quando dás de tuas posses. É quando dás de ti próprio que realmente estás dando. É belo dar quando solicitado; é mais belo ainda dar quando não solicitado; dar por haver apenas compreendido.”
A história é conhecida em boa parte dos lares: alguém da família passa a precisar de uma ajuda na hora de tomar os remédios, ao se alimentar ou nas saídas para ir ao médico, e a pessoa mais próxima acaba assumindo essa função. Com o tempo, o quadro de saúde exige uma dedicação maior, e se estabelece assim a figura do cuidador familiar. Dependendo das necessidades e das possibilidades, a família opta, então, por contratar um profissional.
Embora essa experiência seja compartilhada por tantos brasileiros, pouca atenção se vinha dando a essas pessoas que se dedicam a manter a qualidade de vida de outras. E é para lançar uma nova luz ao assunto que VEJA SAÚDE e o Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL) realizaram, com o apoio da farmacêutica Novartis, a pesquisa Cuidadores do Brasil.
O estudo entrevistou pela internet 2 047 cuidadores familiares e 487 profissionais de todas as regiões do país para entender os desafios do dia a dia de quem exerce uma atividade que, com o envelhecimento populacional, ganha cada vez mais relevância. “Um dos achados que mais chamam a atenção é o fato de estarmos diante de uma geração de idosos cuidando de idosos”, destaca Marlene Oliveira, presidente do LAL.
Um estudo inédito destrincha as percepções e as dificuldades de 2 534 familiares e profissionais que zelam pela saúde dos outros no país
Os pais ensinam as crianças a usar o banheiro já nos primeiros anos de vida. Cães e gatos também podem aprender a fazer as necessidades fisiológicas no lugar correto. Agora, cientistas decidiram ensinar outra espécie a usar o reservado: as vacas. E isso pode ajudar a desacelerar o aquecimento global.
A urina das vacas contém nitrogênio, elemento que quando misturado com as fezes do animal acaba gerando amônia. A amônia é um composto que causa diversos problemas ambientais, como a chuva ácida. Além disso, ela também pode ser convertida por micróbios do solo em óxido nitroso – que, apesar de ser menos abundante na atmosfera do que outros gases que provocam o efeito estufa, é 300 vezes mais potente do que o dióxido de carbono e 10 vezes mais potente do que o metano.
Pensando nisso, pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, resolveram criar um banheiro para gado, concentrando a urina em um só lugar e facilitando seu descarte. A iniciativa também é positiva para as vacas: o acúmulo de xixi nos celeiros danifica os cascos delas.
Pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, ensinaram 16 animais a fazer xixi num coletor especial. Isso evita que a urina das vacas emita óxido nitroso, um gás 300 vezes mais potente que o CO2
Participaram da análise 243 558 beneficiários do Medicare, seguro de saúde do governo dos Estados Unidos, que viviam na mesma área de Miami entre 2011 e 2016. Os registros foram utilizados para obter, ao longo desse período, a incidência de novos males no coração nessas pessoas, a exemplo de infarto, fibrilação atrial, insuficiência cardíaca, hipertensão e acidente vascular cerebral.
Estudo avaliou a saúde de quase 250 mil moradores de áreas com diferentes graus de arborização