“Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis; entretanto, são difíceis porque não ousamos empreendê-las.”
🍀Sêneca

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“Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis; entretanto, são difíceis porque não ousamos empreendê-las.”
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Com o passar do tempo, ocorrem mudanças em nosso DNA que ajudam os cientistas a definirem a nossa idade biológica. Elas surgem em momentos diferentes em cada pessoa, e são muito mais eficientes para dar uma ideia da expectativa de vida e saúde do que a idade cronológica, registrada na certidão de nascimento.
Em um novo estudo, cientistas da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, decidiram avaliar duas coisas: se o estresse crônico pode acelerar a idade biológica e se há como frear isso, prolongando uma vida saudável.
Não é de hoje que o impacto do estresse prolongado no organismo gera interesse da comunidade científica. Em comunicado divulgado pela universidade, a professora de neurociência Rajita Sinha, uma das autoras da investigação, contou que já há evidências de que ele aumenta o risco de doenças cardíacas, vícios, desordens de humor e estresse pós-traumático.
Como se não bastasse, ainda pode influenciar no metabolismo, contribuindo para distúrbios associados à obesidade, como o diabetes. O estresse também enfraquece nossa capacidade de regular emoções e pensar com clareza.
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Para conduzir o novo trabalho, Rajita e seu time recrutaram 444 pessoas de 19 a 50 anos. Os participantes ofereceram amostras sanguíneas, por meio das quais os cientistas puderam identificar aquelas alterações químicas relacionadas ao passar do tempo, além de outros marcadores de saúde.
Os voluntários também responderam a um questionário voltado a desvendar o nível de estresse e a resiliência psicológica de cada um.
Pesquisadores americanos investigaram o papel do estresse crônico em nossa idade biológica, que diz muito sobre a expectativa de vida
Estresse acelera o envelhecimento – mas dá para reverter o prejuízo
publicado originalmente em Veja saúde

Camboriú SC Brasil

No início de outubro, o estado de Pernambuco registrou um aumento nos casos de coceira e feridas na pele, que geraram a desconfiança de se tratar da escabiose, popularmente conhecida como sarna humana. Uma investigação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) revelou que o verdadeiro culpado não era o ácaro causador da sarna, mas as asas de uma mariposa.
De acordo com a nota técnica divulgada pela entidade no início de dezembro, a reprodução das mariposas do gênero Hylesia é comum nesta época do ano e podem causar as dermatites vistas no Nordeste do país.
Ao se debaterem contra os focos de luz, os animais liberam “cerdas corporais minúsculas que penetram profundamente na pele humana e causam a intensa dermatite observada”, destacam os especialistas.
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Ainda segundo a entidade, a hipótese de se tratar da escabiosa era “absurda”, visto que a forma de transmissão é diferente, bem como a distribuição e o aspecto das lesões cutâneas eram distintos. “Nenhum ácaro foi achado em muitas amostras de exame direto e exames histopatológicos [análise dos tecidos]”, completa a nota.
Doença é causada por ácaro e tratamento envolve pomadas, sabonetes e reforço nas medidas de higiene
Sarna humana: o que é, como identificar e prevenir?
publicado originalmente em Veja saúde

Uma cepa da variante ômicron do Sars-CoV-2 foi isolada pela primeira vez no Brasil. O feito é de uma equipe de pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), que está cultivando a variante em laboratório.
Em duas semanas, amostras da variante serão distribuídas para todas as regiões do país, mas somente para laboratórios que tenham capacidade de lidar com o vírus – ou seja, que tenham o nível 3 de biossegurança. Assim, outros pesquisadores poderão desenvolver diversos estudos sobre a ômicron.
Isso é importante para conter o avanço da variante – como foi importante no início da pandemia. Essa é a mesma equipe do ICB-USP que isolou o coronavírus “original” pela primeira vez no Brasil, em fevereiro de 2020. O processo que rolou na época é o mesmo de agora: amostras do vírus foram cultivadas em laboratório e então distribuídas para pesquisadores de Norte a Sul. Isso permitiu que a Covid-19 fosse estudada e que os primeiros testes diagnósticos da doença fossem desenvolvidos por aqui.
Agora, o cenário da pandemia é outro, mas as amostras continuam sendo importantes: a ideia é que, a partir delas, pesquisadores possam padronizar novos testes para identificar a ômicron pelo país. Além disso, cientistas brasileiros poderão avaliar a eficácia das vacinas contra a variante – ou seja, entender se o vírus pode escapar ou não dos anticorpos de quem recebeu as vacinas.
Cepa da nova variante está sendo cultivada em laboratório pela primeira vez no Brasil – o que permitirá monitorar sua disseminação e avaliar a eficácia de vacinas.
Pesquisadores da USP isolam variante ômicron do coronavírus
publicado originalmente em superinteressante
Ansiedade…um dos males do século. A filosofia nos dá uma valiosa luz nestes dias conturbados.
Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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A querida amiga de sempre…com suas sábias palavras…
Monja Coen aqui!

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Jesus Cristo foi e é um dos Grandes Mestres que já passou por aqui.
Uma lástima pessoas sem conhecimento e sem vontade de aprender, usarem seu nome e seu legado de forma tão vil.
Uma aula de história com Professor Jota!

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“Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.”
🍀Leonardo da Vinci

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“Foi então que ele abriu os olhos. Não os olhos materiais, se bem que estes, ele abriu primeiro…foi a visão da alma, do espírito, esse olhar abrangente e total que finalmente o levou a observar o verdadeiro Universo, esse que todos somos parte e que em sua totalidade infinita nos faz enxergar a nós mesmos…”

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