Solução caseira para clarear os dentes? Cuidado!

Banana, cúrcuma, carvão ativado… Não faltam candidatos “naturais” a deixar um sorriso mais branco.

Só que um estudo da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) veio para cravar: esses ingredientes falham na promessa e ainda podem criar problemas.

“Nenhum clareamento com produtos caseiros se mostrou eficaz em nossa análise. O único branqueamento feito em casa que funciona é aquele recomendado por um dentista e realizado com material adequado”, resume a professora Fernanda Panzeri, orientadora do trabalho.

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A pesquisa, que durou dois anos, testou em laboratório as receitas miraculosas da internet e avaliou minuciosamente seus efeitos na estrutura dental. Nenhuma passou pelos testes!

“Friccionar carvão ativado nos dentes, por exemplo, deixa a superfície deles rugosa, o que aumenta a incidência de cáries”, alerta Fernanda. Já o uso de cúrcuma e casca de banana pode manchar os dentes.

Para manter o sorriso bonito

O que realmente ajuda a deixar os dentes brancos e saudáveis

Boa higiene
Escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia é o básico. Evita doenças e deixa a dentição vistosa.

Os manchadores
Café, vinho e curry podem alterar a coloração e provocar manchas. Capriche na limpeza após a ingestão.

Manias perigosas
Ficar mordendo tampa de caneta ou qualquer outro objeto mais duro é prejudicial ao esmalte dental.

Apoio profissional
Está insatisfeito com a cor dos seus dentes? Melhor que ir atrás dos conselhos de redes sociais é procurar um dentista.

Algumas ideias não só são ineficazes como prejudiciais

Solução caseira para clarear os dentes? Cuidado!

publicado originalmente em Veja saúde

22 erros na cozinha que afetam sua saúde

Por Thais Manarini

Dentro de um pote de mingau de cevada, esquecido por dias e dias, ocorreu uma surpreendente transformação. Graças à ação das leveduras, a mistura tornou-se efervescente, borbulhou e deu origem à bebida ancestral da cerveja.

Assim como essa mágica, que aconteceu há milhares de anos na região da Mesopotâmia, diversos micro-organismos se aproveitam de descuidos na cozinha para se multiplicar. Infelizmente, porém, na maioria das vezes o resultado não costuma ser dourado, com espuma clarinha e sabor refrescante, muito menos digno de brinde.

Pelo contrário, chega a levar as pessoas ao hospital. Vírus, fungos, vermes e, sobretudo, bactérias são os principais responsáveis pelas doenças transmitidas por alimentos, as DTAs.

“A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima 600 milhões de casos pelo planeta anualmente”, conta o engenheiro de alimentos Uelinton Manoel Pinto, do Centro de Pesquisa em Alimentos da Universidade de São Paulo (FoRC-USP).

O professor coordenou um trabalho de análise das práticas de higienização, manipulação e armazenamento da comida em residências dos quatro cantos do Brasil. “Por meio de um questionário online, coletamos informações de 5 mil cidadãos de todas as regiões do país”, relata.

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Entre os “erros” detectados no estudo, destaca-se o costume de comer ovos crus ou malcozidos — hábito de 17% dos participantes. “Também observamos que mais de 50% descongelam os alimentos de forma incorreta”, aponta Pinto. E apenas 35% lavam direito frutas e hortaliças.

Dar uma escorregada vez ou outra até faz parte da rotina atribulada e nem sempre vai acarretar danos. Tudo vai depender das condições de saúde de cada um e da existência e da quantidade de micróbios na cozinha.

Mas, quanto mais se dá chance ao azar, maior a probabilidade de a família encarar dissabores depois. Prudência e canja de galinha — devidamente cozida — não fazem mal a ninguém.

Da higiene ao tipo e tempo de cozimento, passando pelo descongelamento dos alimentos, há um monte de deslizes que cometemos ao preparar as refeições

22 erros na cozinha que afetam sua saúde

publicado originalmente em Veja saúde

Um amor e uma cabana…por Eça de Queiroz

“Tudo que não seja viver escondido numa casinhola, pobre ou rica, com uma pessoa que se ame, e no adorável conforto espiritual que dê esse amor – me parece agora vão, fictício, inútil, oco e ligeiramente imbecil.”

❤️ Eça de Queiroz

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Assista a “QUAIS SUAS CORES ORIGINAIS? COMO É SUA REPRODUÇÃO? QUAIS SEUS PREDADORES? TODAS SUAS CURIOSIDADES!!!” no YouTube

Coloridos e divertidos…como são lindos!

Matando a curiosidade sobre os periquitos australianos selvagens.

Animal TV aqui!

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Ondas…por Mágica Mistura

MERGULHO NESTE MAR

SINTO NA PELE A SEDA

POESIA DE MOMENTO

MARESIA SIMPLESMENTE…

AZUL DE CÉU,VERDE ESMERALDA

O MAR É TÃO DOCE …TÃO LIMPO

ONDAS DE PURA EMOÇÃO

ME LEVA NO OCEANO ;

MINH’ALMA,MEU ESPÍRITO

NAVEGO EM TI,

POR TANTOS MUNDOS

DESBRAVANDO NOVAS TERRAS

ATRAVÉS DO ESPAÇO

DO TEMPO,

ALÉM DESTA VIDA

NAS ONDAS,NO VENTO…

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Imaginação…por Machado de Assis

“A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas, capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo…”

🦋 Machado de Assis

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O futuro da Covid

Por Bruno Garattoni

Não era para ser assim. Quando tudo começou, as previsões mais realistas diziam que a pandemia estaria mais ou menos resolvida até meados de 2021, com a vacinação em massa. O Sars-CoV-2 já estava sofrendo mutações, mas lentamente (mérito da nsp14, proteína que funciona como uma espécie de “corretor”, reduzindo a quantidade de alterações genéticas na replicação do vírus). Mesmo assim, uma hora ele começou a evoluir mais rápido, e aí vieram as variantes. As vacinas continuaram funcionando, a situação começou a ser controlada, a vida deu sinais de que poderia voltar ao normal. Então o mundo foi surpreendido pela Ômicron, absurdamente mais contagiosa – a ponto de a OMS prever que, mesmo com vacinas, máscaras e demais medidas, 50% da população da Europa será infectada até o começo de março, e a médica Janet Woodcock, diretora da FDA (a Anvisa dos EUA), ter dito que “a maioria das pessoas vai pegar Covid”.

Se no início da pandemia alguém projetasse um cenário desses, seria tachado de delirante. É importante lembrar disso ao tentar prever o que vai acontecer daqui para a frente. Você deve ter visto por aí a ideia de que a Ômicron pode significar o fim da pandemia (porque se ela contaminar a maioria da população, o vírus não terá mais quem infectar). Pode até ser. Mas talvez essa previsão se revele tão ingênua quanto aquele roteiro inicial previsto em 2020. Enquanto o vírus continuar circulando e infectando muita gente, sempre poderá surgir uma nova variante capaz de mudar o jogo. Ao mesmo tempo, já é possível enxergar um caminho mais concreto para o futuro da pandemia – que começa na quarta dose da vacina. Sim, ela vem aí; e será diferente das atuais.

A evolução da imunidade

As mutações do coronavírus começaram a se tornar um problema com a variante Delta, cuja transmissão as vacinas não conseguiam mais impedir. A solução foi partir para uma terceira dose – com isso, elas voltaram a oferecer mais de 90% de eficácia contra infecção. Ótimo. Pena que a Ômicron acabou com isso. Contra ela, as três doses oferecem bem menos proteção contra o contágio: 67,3%.

Foi o que constatou o Centers for Disease Control (CDC) americano em um estudo com 70 mil pessoas (1). 67% é um número até razoável (e, vale lembrar, a terceira dose da vacina reduz em 90% o risco de Covid grave (2)), mas não será suficiente para frear a circulação do coronavírus – inclusive porque a proteção contra contágio diminui com o tempo, conforme os níveis de anticorpos no sangue vão caindo, e porque esses dois estudos só consideraram as vacinas de RNA (Pfizer e Moderna, que têm maior eficácia e são as mais usadas nos EUA, mas não no resto do mundo).

Então veio a ideia de uma quarta dose. Israel saiu na frente: em dezembro, começou a aplicá-la em todas as pessoas que tivessem mais de 60 anos, algum comprometimento do sistema imunológico ou fossem profissionais de saúde. Não deu o resultado esperado. Uma análise feita no Sheba Medical Center, em Tel Aviv, revelou que a quarta dose da vacina Pfizer eleva em 5 vezes o nível de anticorpos.

Pfizer e Moderna já desenvolveram vacinas adaptadas para a variante Ômicron. Elas poderão ser usadas após três doses do imunizante atual. Mas, no primeiro teste, a vacina da Moderna teve resultados decepcionantes.

É menos do que a terceira (3), que gera um aumento de 8 a 25 vezes (dependendo de quais vacinas a pessoa tomou antes). Mas o maior problema é que ela não consegue impedir o contágio. “Nós vimos muitos infectados pela Ômicron entre os vacinados com a quarta dose”, declarou a epidemiologista Gili Regev-Yochay, coordenadora do estudo. “A conclusão é que a vacina é excelente contra as variantes Alfa e Delta, mas contra a [transmissão da] Ômicron ela não é suficiente”, afirmou.

A Ômicron reacendeu a pandemia. Mas vem aí uma nova geração de vacinas e medicamentos antivirais para combatê-la. Veja como eles prometem mudar o jogo – e até onde as variantes podem ir.

O futuro da Covid

publicado originalmente em superinteressante

E se a Revolução Russa não tivesse acontecido?

Por Rafael Battaglia

Em novembro de 1917, aconteceu algo que nem Karl Marx imaginaria: o país mais extenso do mundo (e o terceiro maior em população) passaria a ser administrado por seguidores radicais seus.

Literalmente não imaginaria: a previsão de Marx era a de que as revoluções socialistas começariam justamente nos lugares onde o capitalismo era mais avançado – e que seria liderada por operários, não por intelectuais de um partido político, caso de Lenin e Trotski liderando o Partido Social Democrático Trabalhista Russo (Bolchevique).

Sem a Revolução Russa, nada seria igual, pois não teria havido a Guerra Fria. Sem ela, não haveria internet, porque ela é fruto de um esforço dos militares americanos de criar uma rede capaz de resistir a uma guerra nuclear: a Arpanet. E a exploração espacial talvez estivesse engatinhando ainda, já que ela começou de carona em mísseis intercontinentais.

Também não haveria Chernobyl, a Grande Fome na Ucrânia em 1932, os 20 milhões de mortos no regime de Stalin. Por aqui, não teria Estado Novo ou ditadura militar, nascidos do medo de uma revolução comunista.

Enfim, a Revolução Russa é um evento tão definidor da história que é fácil estender indefinidamente a parte do “não haveria”. Mas o que haveria?

Revolução haveria. Porque o que os revolucionários bolcheviques liderados por Lenin fizeram foi uma revolução dentro de uma revolução.

Em fevereiro de 1917, uma revolta maciça de civis e militares, insatisfeitos com as derrotas da Rússia na Primeira Guerra e a penúria causada por ela, na forma de racionamento de pão, tomou as ruas da capital Petrogrado (hoje São Petersburgo). O czar se viu forçado a abdicar, e os revolucionários declararam a Rússia uma república.

O governo foi formado por uma aliança entre socialistas moderados (Lenin se recusou a participar, pois de moderado não tinha nada). Assumiu como líder provisório o advogado Alexander Kerensky, do Partido Revolucionário Socialista – apesar do nome, uma agremiação não-marxista, que pretendia criar uma democracia liberal.

Kerensky, porém, não atendeu à maior demanda de todas, que era acabar com a guerra. Mais derrotas e mais penúrias se acumularam. Seu governo se revelaria impopular.

Em julho de 1917, uma revolta armada explodiu em Petrogrado. O partido de Lenin foi acusado de causar a violência – na prática, tinha sido uma explosão espontânea de revolta contra a participação desastrosa da Rússia na Guerra. Como resultado, vários líderes do partido foram presos, e Lenin escapou para a Finlândia.

Nesse ponto, os bolcheviques pareciam destinados a entrar para a história como revolucionários frustrados, como na Comuna de Paris de 1871. Até a estupidez de seus adversários mudar sua sorte.

Guerra Fria, Chernobyl, Estado Novo, internet. É fácil listar o que não haveria na ausência de um dos eventos definidores do século 20. Mas o que haveria?

E se a Revolução Russa não tivesse acontecido?

publicado originalmente em superinteressante

Assista a “BERINJELA SEQUINHA E CROCANTE SÓ FAÇO ASSIM!! EM MINUTINHOS TA PRONTA!!” no YouTube

Que tal um acompanhamento saboroso para as refeições?

Bete com carinho aqui!

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Grande Mestra…por Mágica Mistura

“Ah, a vida …essa linda! Por vezes amiga fiel e solícita, noutras, uma madrasta de contos de fadas. Em todas as circunstâncias um mestra compenetrada e excelente, sempre justa em suas lições. Quero mais é aproveitar cada aula com muita atenção … Gratidão pela oportunidade de poder experimentar e evoluir!”

Mágica Mistura

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