Um conselho sábio e bem na hora certa,como de costume…
Professora Lúcia Helena Galvão,uma companhia sempre bem vinda!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Um conselho sábio e bem na hora certa,como de costume…
Professora Lúcia Helena Galvão,uma companhia sempre bem vinda!

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Uma revisão recente de 29 pesquisas concluiu que os sintomas de ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes dobraram após o início da pandemia de coronavírus. O trabalho, que reuniu dados de 80 879 jovens com 18 anos ou menos de diversos países, foi publicado no respeitado periódico científico JAMA Pediatrics.
Antes da pandemia, levantamentos sugeriam que sintomas depressivos eram comuns a 12,9% desse grupo. Já durante a crise do coronavírus, essa taxa subiu para 25,2%. Os sinais ansiosos por sua vez, aumentaram de 11,6% para 20,5%. E o índice tendia a ser maior conforme o avanço da pandemia.
Uma revisão de pesquisas estimou o impacto da crise do coronavírus na infância e adolescência
Sinais de depressão e ansiedade dobraram em jovens na pandemia, diz estudo
publicado originalmente em Veja saúde

Cremona, no norte da Itália, é uma região conhecida por abrigar as oficinas dos melhores fabricantes de violinos da história – entre eles Guarneri del Gesù e Antonio Stradivari, que, no século 17, produziu instrumentos (violinos, harpas, violões e violoncelos) que se tornaram mundialmente reconhecidos pela excepcional qualidade de som. Para se ter ideia, hoje um Stradivarius – instrumento confeccionado por Stradivari – pode valer milhões de dólares.
Por que os Stradivarius soam tão bem é algo que músicos e cientistas tentam explicar há bastante tempo. Existem algumas teorias, que envolvem desde a madeira utilizada até o clima europeu no período de fabricação dos instrumentos. Mas um novo estudo, publicado por cientistas de Taiwan, confirmou outra coisa: na verdade, os artesãos usavam processos químicos para tratar a madeira dos violinos.
Os violinos fabricados pelo italiano Antonio Stradivari são mundialmente conhecidos pela qualidade de som. Agora, um estudo revelou a razão: ele aplicava um tratamento químico na madeira dos instrumentos.
Estudo confirma teoria sobre o segredo dos violinos Stradivarius
publicado originalmente em superinteressante
Quero um respiro
Dou um longo suspiro
Oceano de preguiça,da boa
Nada prá fazer?!
Vou é sonhar…
Com vindouros dias,
Mais felizes,mais tranquilos
Com todos esperançosos,
Com brilho no olhar
Mansidão na alma…
Dias de luz e cor
De abundantes sorrisos
Raras dúvidas,poucas sombras
Onde o presente é precioso
E o futuro…ah,o futuro
Garantido está…
Não custa nada sonhar
É deles que fazemos a realidade
Mãos à obra, então
Vou atrás de uma rede…
Encostar a cabeça e dar asas
Impulso,e chance
À minha fértil imaginação…

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O Planeta Terra atravessa uma crise climática sem precedentes…
Acompanhem com Gregório Duvivier uma análise divertida e inteligente da situação atual .
Esse é o Greg News!

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Em quinze segundos, Zeca Pagodinho, 62 anos, disse tudo aquilo que seus fãs queriam ouvir e acalmou os coraçõezinhos de quem estava tenso com sua hospitalização, para tratar da Covid-19: ele está quase recuperado e deve ter alta em breve. Zeca tomou as duas doses da AstraZeneca e reforçou a importância da vacinação – graças a ela, seus sintomas foram leves. O cantor está em tratamento desde sábado (14), na Casa de Saúde São José, e não precisou de suporte de oxigênio.
Cantor, de 62 anos, tomou as duas doses da vacina AstraZeneca e se recupera da contaminação pela Covid-19; ele teve os sintomas leves da doença
O pai tá ON! Em vídeo, Zeca Pagodinho manda recado aos fãs

A necessidade de usar corretamente as máscaras é reafirmada com a chegada da variante Delta do coronavírus, que pode ser até 40% mais transmissível do que a Alfa, segundo estudos. Para se proteger dela, o ideal é optar pelo modelo PFF2 (ou N95), principalmente em situações de maior risco. Mas é possível criar estratégias com o que se tem na mão – seguindo algumas regrinhas básicas de segurança.
“A Delta é mais eficiente em infectar pessoas. Ou seja, não é preciso ter uma grande quantidade de vírus no ar para alcançar alguém, e uma pessoa contaminada pode levar a doença a mais gente”, explica Carlos R. Zárate-Bladés, pesquisador do Laboratório de Imunorregulação do centro de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Santa Catarina.
A alta capacidade de filtragem da PFF2 faz dela a preferida entre os especialistas, mas utilizar os demais modelos de forma adequada também é eficiente
Variante Delta reforça a importância do uso correto de máscaras
publicado originalmente em Veja saúde

Desastres naturais têm se tornado constantes nas notícias, especialmente nos últimos dois anos: queimadas das matas tropicais, incêndios de grandes proporções na América do Norte e Europa, chuvas torrenciais e inundações na Ásia e, surpreendentemente, no norte da Europa. Em agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change; IPCC) foi categórico em seu sexto relatório ao atribuir a atividades humanas a intensificação do processo de mudanças climáticas. O documento conecta a emissão de gases estufa ao aumento da temperatura média global, salientando que em menos de 10 anos a mesma deve aumentar no mínimo em 1,5°C em relação ao período pré-industrial. Caso as expectativas se confirmem, esse aumento deve levar a um aceleramento no derretimento das calotas de gelo polares e a sucessivos aumentos no nível do mar, além de eventos climáticos acentuados e incomuns em diferentes regiões do planeta. Embora todas essas mudanças sejam desastrosas já a curto prazo, um processo silencioso e potencialmente mais letal está ocorrendo em um tipo de solo da região em altas latitudes que ocupa 25% das terras do hemisfério norte, o equivalente a cerca de 13 milhões de quilômetros quadrados, conhecido por permafrost.
Desastres naturais têm se tornado constantes nas notícias, especialmente nos últimos dois anos: queimadas das matas tropicais, incêndios de grandes proporções na América do Norte e Europa, chuvas torrenciais e inundações na Ásia e, surpreendentemente, no norte da Europa. Em agosto de 2021, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernmental Panel on Climate Change; IPCC) […]
O gigante adormecido que pode definir o futuro do planeta
publicado originalmente em darwinianas

Quando um animal pode escolher entre uma fonte fácil de comida ou fazer um esforço para obter alimento, geralmente existe uma preferência pelo jeito mais difícil. Esse é um comportamento conhecido pelo termo inglês contrafreeloading e observado na maioria dos animais, que preferem assumir o controle de sua refeição e “trabalhar” por ela.
Mas esse não é um comportamento universal: os gatos se destacam por preferirem uma refeição fácil. Uma pesquisa realizada em laboratório já havia indicado isso antes e, agora, um outro estudo, feito em ambiente doméstico pela Universidade da Califórnia, parece reforçar essa hipótese.
“Há uma linha de pesquisa que mostra que a maioria das espécies, incluindo pássaros, roedores, lobos, primatas e até mesmo girafas preferem trabalhar para obter sua alimentação”, disse Mikel Delgado, especialista em comportamento felino e autora principal do estudo. “O que surpreende é que, de todas essas espécies, os gatos parecem ser os únicos que não mostram uma forte tendência para o contrafreeloading.”
Nova pesquisa mostra que, ao contrário da maioria dos animais, gatos domésticos não apresentam forte preferência por se esforçar para obter alimento. Confira.
Gatos preferem receber comida do que se esforçar por ela, sugere estudo
publicado originalmente em superinteressante
✨No Rancho Fundo
No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Onde a dor e a saudade
Contam coisas da cidade
No rancho fundo
De olhar triste e profundo
Um moreno canta as mágoas
Tendo os olhos rasos d’água
Pobre moreno
Que de noite, no sereno
Espera a lua no terreiro
Tendo um cigarro
Por companheiro
Sem um aceno
Ele pega na viola
E a lua, por esmola
Vem pro quintal
Desse moreno
No rancho fundo
Bem pra lá do fim do mundo
Nunca mais houve alegria
Nem de noite, nem de dia
Os arvoredos
Já não contam mais segredos
E a última palmeira
Já morreu na cordilheira
Os passarinhos
Hibernaram-se nos ninhos
De tão triste, esta tristeza
Enche de trevas a natureza
Tudo porque
Só por causa do moreno
Que era grande, hoje é pequeno
Pra uma casa de sapê
Se Deus soubesse
Da tristeza lá na serra
Mandaria lá pra cima
Todo o amor que há na terra
Porque o moreno
Vive louco de saudade
Só por causa do veneno
Das mulheres da cidade
Ele que era
O cantor da primavera
E que fez do rancho fundo
O céu melhor que tem no mundo
Se uma flor
Desabrocha e o sol queima
A montanha vai gelando
Lembra o cheiro
Da morena
🌹Fonte: Musixmatch
Compositores: Ary Evangelista Barroso / Lamartine Babo

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