O tempo além de estar passando, está se esgotando…seres humanos, como somos tontos!
Os nove limites que equilibram a Terra.
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Espaço poético, rotineiro e alternativo
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“Meus pensamentos vagam entre borboletas, araras, querubins e anjos caídos… também pousam sobre pântanos, cachoeiras, infernos e paraísos…”

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Professora Lúcia Helena Galvão trazendo conhecimento e luz para nosso dia…
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Camboriú SC Brasil
“Não costumo fazer orações em público, prefiro pensar que minha existência é uma constante oração, e portanto, cabe a mim tornar relevante e grato meu dia a dia. É também uma coisa minha, sem pretensões nem regras.”

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Quem não ama um docinho de vez em quando?
É só não exagerar…
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Poucos repórteres viveram suas matérias como Goulart de Andrade…agora que ele não está mais por aqui é que a gente se dá conta que profissionais assim estão praticamente extintos.
Por mais ” Vem Comigo”! 👏👏👏👏
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A flexibilidade das aulas online melhorou a qualidade do sono dos adolescentes durante a pandemia do coronavírus, segundo estudo conduzido na Universidade Federal do Paraná.
A investigação começou antes do isolamento social. Em 2019, os pesquisadores Fernando Mazzilli Louzada e Jefferson Souza Santos avaliaram os padrões de sono de 1 554 adolescentes entre 14 e 19 anos. Eles tinham aulas a partir das 7h30.
Os experts perceberam que o cochilo da tarde era uma prática comum para 58% dos entrevistados. Como essa soneca se mostrava muito prolongada na maioria das vezes, acabava atrapalhando o sono da noite. Com isso, reduzia o descanso dos jovens para uma média de sete horas, quando o mínimo ideal é de oito horas.
Na pandemia, Louzada e Santos buscaram parte desses estudantes para fazer uma nova análise e traçar uma comparação. Eles notaram que, com a mudança na rotina, a média de sono dos adolescentes aumentou em duas horas. Já a soneca deixou de ser tão essencial: foi relatada por pouco mais de 20% deles.
Sem a pressão de acordar cedo para se deslocar para a escola e conseguindo administrar melhor o tempo, os adolescentes puderam alinhar suas necessidades vitais com os estudos.
Apesar de os hábitos de sono variarem entre as pessoas – algumas são mais diurnas e outras, mais noturnas – o adolescente tem a tendência de madrugar.
Dados abrem espaço para discussão sobre adaptação do horário escolar para jovens, que nessa fase tendem a ir para cama mais tarde
Adolescentes dormiram mais e melhor durante a pandemia, aponta estudo
publicado originalmente em Veja saúde

A julgar apenas pelas metas de curto prazo de corte de emissões apresentadas pelos países durante a COP26 (Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, em Glasgow), o mundo deve enfrentar um aumento médio de 2,4° C na temperatura global até o final do século. Esse aquecimento está bem além daquele requerido para conter mudanças climáticas perigosas – e promete trazer impactos globais devastadores.
O cenário sombrio foi trazido por um novo relatório divulgado nesta terça (9), de autoria da organização Climate Action Tracker (CAT), a mais respeitada coalizão de análise climática do mundo. O trabalho mostra como as propostas concretas trazidas pelos países até o momento estão aquém do necessário para conter a crise climática.
O resultado faz contraste com uma pesquisa realizada pela Universidade de Melbourne, na semana passada. Ela mostrou que, pela primeira vez, as trajetórias de aquecimento global caíam para menos de 2° C em comparação aos níveis pré-industriais, com base nas promessas de cortes de emissões ao longo do século 21 apresentadas pelos países na COP26.
Trata-se de um dos dois “números mágicos”, em termos de objetivos, estipulados no Acordo de Paris. É consenso entre os climatologistas que a contenção até 1,5° C é o ideal, para evitar transformações irreversíveis. Cruzado esse limiar, os 2° C passam a ser a divisa a partir da qual podem-se esperar efeitos catastróficos em decorrência das mudanças do clima.
As ações de curto prazo apresentadas pelos países na COP26 não são suficientes para cumprir o Acordo de Paris. A conclusão do novo estudo contrasta com o que foi divulgado no início da Convenção da ONU.
Planeta ainda pode esquentar 2,4ºC até o final do século, indica análise
publicado originalmente em superinteressante