Assista a “O DIA MAIS EMOCIONANTE DA CPI: UM RESUMO” no YouTube

A tristeza profunda em que o Brasil está mergulhado parece não ter fim…

Como não chorar vendo tantas pessoas sem alento, sem apoio, sem esperança ?

No aguardo de um desfecho justo!

Meteoro Brasil aqui !

imagens da internet

Como a pandemia pode ter ajudado a criar bactérias superresistentes

pandemia de covid-19 pode acelerar o processo de evolução da chamada resistência bacteriana. Isso acontece quando esses micro-organismos conseguem se adaptar e se tornar refratários ao tratamento com antibióticos, dando origem a bactérias mais difíceis de combater.

Consideradas um desafio para a medicina, as chamadas superbactérias já eram motivo de preocupação das principais organizações de saúde antes mesmo do Sars-CoV-2 se espalhar pelos seis continentes e infectar mais de 235 milhões de pessoas.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2019, a estimativa era de que, até 2050, cerca de 10 milhões de pessoas morreriam, a cada ano, por doenças resistentes a medicamentos. Agora, a previsão está sendo revista.

Crenças equivocadas e outros motivos promovem o consumo exagerado de antibióticos durante a pandemia, o que pode trazer outro problema de saúde pública

Como a pandemia pode ter ajudado a criar bactérias superresistentes

publicado originalmente em Veja saúde

Monitorar vírus, fungos e bactérias pode evitar novas pandemias

A pandemia de covid-19 tornou mais evidente a necessidade dos chamados sistemas de sentinela, que monitoram agentes patológicos a fim de evitar surtos ou mesmo prever futuras epidemias. Além de vírus como o Sars-CoV-2, porém, é fundamental monitorar também fungos e bactérias que ainda não possuem tratamentos eficazes e podem se espalhar. Esse foi o tema da 4ª Conferência Fapesp 60 anos, “Desafios à Saúde Global”.

O evento teve como mediadora Helena Nader, professora da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) e integrante do Conselho Superior da Fapesp.

“É muito importante termos sistemas de sentinela que permitam que uma pandemia, no início do seu surgimento, seja rapidamente detectada e combatida. Mas tudo isso requer uma interação, uma cooperação, que nem sempre são naturais”, destacou Luiz Eugênio Mello, diretor científico da Fapesp, durante a abertura do evento.

Cientistas alertam para os desafios de diagnosticar e combater agentes patológicos com o potencial de causar surtos de doenças infecciosas

Monitorar vírus, fungos e bactérias pode evitar novas pandemias

publicado originalmente em Veja saúde

Assista a “ACUSADA DE USAR IDOSOS COMO COBAIAS, PREVENT SENIOR FOGE DA CPI: UM RESUMO” no YouTube

Parece que o respeito ao próximo,sua dor e suas necessidades deixou de existir no “âmbito” de algumas empresas!

Ou será que nunca existiu?

Meteoro Brasil e o mais novo escândalo: Prevent Senior e os experimentos humanos.

imagens da internet

Adoção de animais aumenta na pandemia, mas abandono também

Um dos setores menos afetados pela crise da Covid-19 foi o dos pets: a área de cuidados, acessórios e alimentos, classificada como serviço essencial desde o princípio, cresceu 13,5% em 2020, segundo o Instituto Brasil Pet.

ONGs e protetores dos animais afirmam que a procura por adoção de cães e gatos teve um aumento de até 50% nos primeiros meses de pandemia. Mas, segundo a Ampara Animal, o abandono cresceu 61% entre junho de 2020 e março de 2021.

“Estamos passando por uma crise social e econômica enorme, e, conforme as pessoas perdem seu poder aquisitivo, quem paga o pato são os mais vulneráveis, os animais. Mas isso é crime! Eles não são descartáveis”, diz Rosângela Gebara, gerente de projetos da Ampara. “Caso não possam ficar com eles, os cidadãos precisam procurar uma alternativa humanitária para cumprir com a responsabilidade que assumiram”, completa.

ONGs e protetores dos animais alertam sobre a adoção por impulso

Adoção de animais aumenta na pandemia, mas abandono também

publicado originalmente em Veja saúde

De pandemias a infartos, os riscos das mudanças climáticas para a saúde

Vem aí um planeta mais inflamável, com longas secas e, nos intervalos entre elas, chuvas torrenciais que podem provocar enchentes e outros desastres. Com as dificuldades impostas pelo aquecimento global, o alimento custará (ainda mais) caro e o cenário será perfeito para a transmissão de vírus, bactérias e a piora de doenças respiratórias

O intuito do texto não é ser alarmista sem necessidade: as projeções do último relatório do Painel Internacional de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), divulgado recentemente, são mesmo dignas de preocupação. 

O documento, resultado de um esforço de centenas de cientistas, que revisaram mais de 14 mil estudos, mostra que a atividade humana está aquecendo o planeta em ritmo acelerado. O aumento da termostato, causado pela emissão de poluentes, queima de combustíveis e outros fatores, como o desmatamento, já é, em parte, irreversível. 

Último relatório do IPCC aponta que aquecimento global já é irreversível. Veja como isso impactará nossa vida nas próximas décadas

De pandemias a infartos, os riscos das mudanças climáticas para a saúde

publicado originalmente em Veja

Bolsonaro perdeu a copa para a Argentina, mas ganhou cepa da Colômbia

Muitos podem ter visto como uma grande derrota política de Jair Bolsonaro a perda da Copa América realizada do Brasil para a seleção argentina comandada por Lionel Messi, mas o presidente do Brasil acabou tendo consolo um reforço na sua aparente campanha de disseminação da COVID-19 em nosso país.  É que  a Copa América, o […]

Bolsonaro perdeu a copa para a Argentina, mas ganhou cepa da Colômbia

publicado originalmente em blog do pedlowski