O Mar…por Rachel de Queiroz

“Ah… O mar… Espécie de céu líquido, também sem fim.”

💙Rachel de Queiroz

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Lindo dia…por Mágica Mistura

Dia lindo

Lindo dia

Fácil falar, desejar

Quero ver fazer acontecer

Podemos ser e fazer o lindo dia de alguém

Não precisa nem ouro nem prata, não

Um sorriso,uma gentileza

Uma palavra,um olhar,um minuto de atenção

Cada vez mais raro, mais caro

Tempo é dinheiro

A vida urge

A obrigação chama

E lá se foi mais um lindo dia

Olhe pro céu,olhe pra baixo

Pro caminhante ao lado

Pro pedinte no chão

Caminhe e espalhe gestos, sorrisos,acenos

Garanto que será sim um dia lindo,um lindo dia!

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Assista a “Hari Om Shiva Om” no YouTube

Uma canção poderosa, para um Deus de poder! Haribol!🌷

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Assista a “Tuim Nova Era – Cura do Beija-Flor `part esp família NAI` (Música de Rezo)” no YouTube

🌻Cura do Beija-flor

Cura ayahuasca, ayahuasca cura 

Hey cura, ayahuasca wachumita

Cura ayahuasca, ayahuasca cura

Hey cura, ayahuasca wachumita


Cura jibóinha, jiboiita cura

Hey cura, cura cuerpecito

Cura jibóinha, jiboiita cura

Hey cura, cura cuerpecito


Cura espirito, cura pensamento

Hey cura, cura cuerpecito

Cura espirito, cura pensamento

Hey cura, cura cuerpecito


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração
E
Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração


Viva pachamama, viva a floresta

Vem voar comigo nas asas dessa floresta

Viva pachamama, viva a floresta

Vem voar comigo nas asas dessa floresta


Viva a alegria, viva o amor

Me mostra o caminho, da vida e sabedoria

Viva a alegria, viva o amor

Me mostra o caminho, da vida e sabedoria


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração


A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor

A cura vem chegando, a cura já chegou

Receba essa cura, a cura do beija-flor


A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração

A cura vem chegando, nessa miração

Receba esta cura a cura do coração





A cura vem chegando, nessa miração





Receba esta cura a cura do coração




A cura vem chegando, nessa miração





Receba esta cura a cura do coração





Viva pachamama, viva a floresta





Vem voar comigo nas asas dessa floresta




Viva pachamama, viva a floresta




Vem voar comigo nas asas dessa floresta





Viva a alegria, viva o amor





Me mostra o caminho, da vida e sabedoria




Viva a alegria, viva o amor





Me mostra o caminho, da vida e sabedoria

🌻Tuim Nova Era

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Teste do pezinho ampliado: esperança para pessoas com mucopolissacaridoses

É indiscutível que podemos mudar o curso de muitas doenças quando o diagnóstico ocorre precocemente. Daí a importância do teste do pezinho, um exame simples e rápido que encurta a jornada de muitas doenças raras até o diagnóstico. Ele consegue detectar, antes mesmo da manifestação dos sintomas, doenças de origem genética, metabólica ou infecciosa que afetam o desenvolvimento do bebê. Atualmente, o teste do pezinho disponível na rede pública detecta apenas seis doenças. Mas há uma versão ampliada, capaz de rastrear mais de 50 distúrbios, que finalmente começará a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) – ela já é comercializada no sistema privado. Essa versão do exame consegue detectar doenças lisossômicas, entre elas as mucopolissacaridoses (MPS). Essa ampliação da triagem neonatal no SUS é extremamente necessária, e representa um ganho para a população. +Leia também:  A revolução da genética No convívio com o filho, os pais usualmente não relacionam os sinais apresentados pela criança com os de uma doença rara. Especificamente no caso das MPS, as otites recorrentes, a hérnia umbilical ou inguinal, o aumento das amígdalas e das adenoides, os problemas respiratórios, o abdômen protuberante e outras manifestações geram idas constantes a um consultório médico mas, em um primeiro momento, não levam a pensar numa doença rara como a MPS. Ora, tais manifestações podem acontecer em muitas situações comuns na infância. Crianças com esses sinais e sintomas chegam a consultar diversos especialistas. São oito em média (incluindo cirurgião, gastro, otorrino, ortopedista e neurologista), antes que o diagnóstico da doença rara seja estabelecido. [bloco_busca_medicamentos] O processo todo pode levar de quatro a cinco anos. Às vezes, o diagnóstico só chega quando sequelas irreversíveis já se estabeleceram. O teste do pezinho ampliado abrevia essa jornada e ameniza os sofrimentos e os custos com ela relacionados. Ele ajuda a diagnosticar os mesmos pacientes, mas mais precocemente, quando os tratamentos são mais eficazes. Em 2020, segundo o Ministério da Saúde, 2,2 milhões de bebês brasileiros fizeram o teste, e 2 746 recém-nascidos foram diagnosticados com uma das seis doenças identificadas pelo teste convencional. Muitos mais serão beneficiados quando o teste for ampliado. Entre as MPS, a do tipo II (conhecida como Síndrome de Hunter) é a mais prevalente no Brasil, com 10 a 20 casos novos por ano. É uma doença progressiva, com o bebê nascendo como qualquer outro. Mas ele desenvolve os sintomas paulatinamente, o que compromete não só a qualidade como também a expectativa de vida. Quando o diagnóstico é feito, usualmente entre os 4 e os 6 anos de idade, sequelas irreversíveis já podem ter se instalado – inclusive no sistema nervoso. 

No Dia Nacional do Teste do Pezinho, um especialista explica a importância de incorporar uma versão ampliada desse exame na rede pública

Teste do pezinho ampliado: esperança para pessoas com mucopolissacaridoses

publicado em Veja saúde

Panaceia da cannabis medicinal é discutida em congresso de neurociência

Por Diogo Sponchiato

A panaceia do canabidiol: assim foi batizada uma das principais sessões de discussão do 21º Congresso de Cérebro, Comportamento e Emoções, realizado há pouco no frio de Gramado (RS). A mesa-redonda reuniu profissionais que estudam ou lidam na prática clínica com essa substância originária da maconha, alvo de pesquisas e esperanças no tratamento de condições que vão de autismo a demência. A Cannabis sativa possui mais de 150 canabinoides, entre os quais se destacam o tetrahidrocanabinol (THC), elemento por trás do efeito psicoativo da maconha (o “barato”), e o canabidiol (CBD), componente que desperta maior interesse para fins terapêuticos e não altera o estado de consciência nem gera dependência. Regularizado para uso medicinal no Brasil, o CBD está com a demanda em alta: cada vez mais médicos prescrevem a substância e pacientes veem nela uma oportunidade de controlar problemas que envolvem dores, crises convulsivas ou ansiedade. O composto é adquirido em farmácias ou importado por meio de receita médica e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ganho de popularidade caminha em paralelo a dois fenômenos: o desenvolvimento de estudos que investigam a eficácia e a segurança do tratamento em diversos contextos e o marketing que, em algumas situações, beira o charlatanismo. Se por um lado há gente séria apurando os benefícios e as limitações do canabidiol, por outro há profissionais sem capacitação adequada receitando um “óleo milagroso”, capaz de curar doenças sozinho − o que está longe de ser verdade. Daí a mesa-redonda na última edição do Brain, como o maior congresso de neurociência do país é conhecido no meio acadêmico. Afinal, o que há de comprovado no uso terapêutico da cannabis e o que precisa ser mais bem compreendido antes de as pessoas saírem tomando ou prescrevendo por aí? Com a palavra, os especialistas.

Médicos e pesquisadores debatem as expectativas e as evidências científicas para a utilização de substâncias derivadas da maconha no tratamento de doenças

Panaceia da cannabis medicinal é discutida em congresso de neurociência

publicado em Veja saúde

Brasil campeão mundial do agronegócio: com a fome batendo na porta ou dentro de casa

Quem não vive de olhos fechados para a realidade já tem a perfeita noção de que a fome transbordou para fora dos seus redutos tradicionais das áreas rurais mais pobres da região Nordeste para alcançar todo o território nacional. Agora, o II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil […]

Brasil campeão mundial do agronegócio: com a fome batendo na porta ou dentro de casa

publicado em blog do pedlowski

Na floresta…por Mágica Mistura

Na floresta é onde tudo acontece

A chuva cai…

A água evapora

O tatu faz buraco

A cobra se enrola

As copas se encontram

Num entrelaçar sensual

Os verdes se fundem

Dando origem a mil tons

Como no início das eras

No fundo da mata

O guaxinim se esconde

O sapo coaxa

A aranha faz a teia

Para o incauto agarrar

Lá na floresta

Onde corre a cachoeira…

Mãe Iara entoa versos

Para a Lua,o Sol,a Terra

O Curupira proteje a mata

Os bichos, as plantas,a água

Bem no fundo da floresta

A natureza pura e bela

Intocada, sobrevive

Espero que paremos de manchar

A sala de estar do macaco,da onça

Do tamanduá,da cotia

Da jararaca,da lontra…

Para depois não reclamar

Quando a Mãe Terra entristecida

Vier nos cobrar a conta…

Todas as imagens do quintal de casa… Camboriú SC Brasil


Mágicas Imagens ✨✨

Praia de Cabeçudas+Itajaí SC Brasil

“Fingir demência”, “surtado” e outras expressões capacitistas para banir do vocabulário

Nas entrelinhas do que (e como) falamos, está nossa visão de mundo. Afinal, as línguas se desenvolvem de acordo com o ambiente em que estão inseridas e com a cultura de seus falantes.

Até aí, tudo bem. O problema é que, por conta disso, aspectos nada louváveis das sociedades podem acabar aparecendo em uma série de palavras e expressões – que, às vezes, usamos sem perceber.

Um exemplo é o capacitismo: a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência (PCD) física ou mental. A mentalidade capacitista pressupõe que esses indivíduos são necessariamente menos aptos a realizar tarefas do cotidiano ou incapazes de vivenciar determinadas experiências.

Isso se manifesta no oferecimento de tratamento desigual – desfavorável ou favorável demais. Sabe quando alguém despreza as PCD ou fala como se fossem indivíduos “especiais”, dignos de pena ou ajuda? Esses são comportamentos capacitistas a serem evitados – e não só porque ofendem essas pessoas (embora isso já seja motivo suficiente).

“O preconceito e o estigma colocam diversas barreiras no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais”, diz o psiquiatra Thiago Rodrigo, professor colaborador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Isso porque essa mentalidade constrange e afasta do convívio social quem tem esses transtornos – ou mesmo pessoas próximas a eles – e dificulta a adesão ao tratamento.

A língua carrega preconceitos enraizados na sociedade. Mas é possível mudar: entenda o que é capacitismo e como escrever (e falar) de forma mais inclusiva.

“Fingir demência”, “surtado” e outras expressões capacitistas para banir do vocabulário

publicado em superinteressante