“Ah… O mar… Espécie de céu líquido, também sem fim.”

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Dia lindo
Lindo dia
Fácil falar, desejar
Quero ver fazer acontecer
Podemos ser e fazer o lindo dia de alguém
Não precisa nem ouro nem prata, não
Um sorriso,uma gentileza
Uma palavra,um olhar,um minuto de atenção
Cada vez mais raro, mais caro
Tempo é dinheiro
A vida urge
A obrigação chama
E lá se foi mais um lindo dia
Olhe pro céu,olhe pra baixo
Pro caminhante ao lado
Pro pedinte no chão
Caminhe e espalhe gestos, sorrisos,acenos
Garanto que será sim um dia lindo,um lindo dia!

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Uma canção poderosa, para um Deus de poder! Haribol!🌷

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🌻Cura do Beija-flor
Cura ayahuasca, ayahuasca cura
Hey cura, ayahuasca wachumita
Cura ayahuasca, ayahuasca cura
Hey cura, ayahuasca wachumita
Cura jibóinha, jiboiita cura
Hey cura, cura cuerpecito
Cura jibóinha, jiboiita cura
Hey cura, cura cuerpecito
Cura espirito, cura pensamento
Hey cura, cura cuerpecito
Cura espirito, cura pensamento
Hey cura, cura cuerpecito
A cura vem chegando, a cura já chegou
Receba essa cura, a cura do beija-flor
A cura vem chegando, a cura já chegou
Receba essa cura, a cura do beija-flor
A cura vem chegando, nessa miração
E
Receba esta cura a cura do coração
A cura vem chegando, nessa miração
Receba esta cura a cura do coração
Viva pachamama, viva a floresta
Vem voar comigo nas asas dessa floresta
Viva pachamama, viva a floresta
Vem voar comigo nas asas dessa floresta
Viva a alegria, viva o amor
Me mostra o caminho, da vida e sabedoria
Viva a alegria, viva o amor
Me mostra o caminho, da vida e sabedoria
A cura vem chegando, a cura já chegou
Receba essa cura, a cura do beija-flor
A cura vem chegando, a cura já chegou
Receba essa cura, a cura do beija-flor
A cura vem chegando, nessa miração
Receba esta cura a cura do coração
A cura vem chegando, nessa miração
Receba esta cura a cura do coração
A cura vem chegando, a cura já chegou
Receba essa cura, a cura do beija-flor
A cura vem chegando, a cura já chegou
Receba essa cura, a cura do beija-flor
A cura vem chegando, nessa miração
Receba esta cura a cura do coração
A cura vem chegando, nessa miração
Receba esta cura a cura do coração
A cura vem chegando, nessa miração
Receba esta cura a cura do coração
A cura vem chegando, nessa miração
Receba esta cura a cura do coração
Viva pachamama, viva a floresta
Vem voar comigo nas asas dessa floresta
Viva pachamama, viva a floresta
Vem voar comigo nas asas dessa floresta
Viva a alegria, viva o amor
Me mostra o caminho, da vida e sabedoria
Viva a alegria, viva o amor
Me mostra o caminho, da vida e sabedoria
🌻Tuim Nova Era

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É indiscutível que podemos mudar o curso de muitas doenças quando o diagnóstico ocorre precocemente. Daí a importância do teste do pezinho, um exame simples e rápido que encurta a jornada de muitas doenças raras até o diagnóstico. Ele consegue detectar, antes mesmo da manifestação dos sintomas, doenças de origem genética, metabólica ou infecciosa que afetam o desenvolvimento do bebê. Atualmente, o teste do pezinho disponível na rede pública detecta apenas seis doenças. Mas há uma versão ampliada, capaz de rastrear mais de 50 distúrbios, que finalmente começará a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) – ela já é comercializada no sistema privado. Essa versão do exame consegue detectar doenças lisossômicas, entre elas as mucopolissacaridoses (MPS). Essa ampliação da triagem neonatal no SUS é extremamente necessária, e representa um ganho para a população. +Leia também: A revolução da genética No convívio com o filho, os pais usualmente não relacionam os sinais apresentados pela criança com os de uma doença rara. Especificamente no caso das MPS, as otites recorrentes, a hérnia umbilical ou inguinal, o aumento das amígdalas e das adenoides, os problemas respiratórios, o abdômen protuberante e outras manifestações geram idas constantes a um consultório médico mas, em um primeiro momento, não levam a pensar numa doença rara como a MPS. Ora, tais manifestações podem acontecer em muitas situações comuns na infância. Crianças com esses sinais e sintomas chegam a consultar diversos especialistas. São oito em média (incluindo cirurgião, gastro, otorrino, ortopedista e neurologista), antes que o diagnóstico da doença rara seja estabelecido. [bloco_busca_medicamentos] O processo todo pode levar de quatro a cinco anos. Às vezes, o diagnóstico só chega quando sequelas irreversíveis já se estabeleceram. O teste do pezinho ampliado abrevia essa jornada e ameniza os sofrimentos e os custos com ela relacionados. Ele ajuda a diagnosticar os mesmos pacientes, mas mais precocemente, quando os tratamentos são mais eficazes. Em 2020, segundo o Ministério da Saúde, 2,2 milhões de bebês brasileiros fizeram o teste, e 2 746 recém-nascidos foram diagnosticados com uma das seis doenças identificadas pelo teste convencional. Muitos mais serão beneficiados quando o teste for ampliado. Entre as MPS, a do tipo II (conhecida como Síndrome de Hunter) é a mais prevalente no Brasil, com 10 a 20 casos novos por ano. É uma doença progressiva, com o bebê nascendo como qualquer outro. Mas ele desenvolve os sintomas paulatinamente, o que compromete não só a qualidade como também a expectativa de vida. Quando o diagnóstico é feito, usualmente entre os 4 e os 6 anos de idade, sequelas irreversíveis já podem ter se instalado – inclusive no sistema nervoso.
No Dia Nacional do Teste do Pezinho, um especialista explica a importância de incorporar uma versão ampliada desse exame na rede pública
Teste do pezinho ampliado: esperança para pessoas com mucopolissacaridoses
publicado em Veja saúde

Por Diogo Sponchiato
A panaceia do canabidiol: assim foi batizada uma das principais sessões de discussão do 21º Congresso de Cérebro, Comportamento e Emoções, realizado há pouco no frio de Gramado (RS). A mesa-redonda reuniu profissionais que estudam ou lidam na prática clínica com essa substância originária da maconha, alvo de pesquisas e esperanças no tratamento de condições que vão de autismo a demência. A Cannabis sativa possui mais de 150 canabinoides, entre os quais se destacam o tetrahidrocanabinol (THC), elemento por trás do efeito psicoativo da maconha (o “barato”), e o canabidiol (CBD), componente que desperta maior interesse para fins terapêuticos e não altera o estado de consciência nem gera dependência. Regularizado para uso medicinal no Brasil, o CBD está com a demanda em alta: cada vez mais médicos prescrevem a substância e pacientes veem nela uma oportunidade de controlar problemas que envolvem dores, crises convulsivas ou ansiedade. O composto é adquirido em farmácias ou importado por meio de receita médica e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O ganho de popularidade caminha em paralelo a dois fenômenos: o desenvolvimento de estudos que investigam a eficácia e a segurança do tratamento em diversos contextos e o marketing que, em algumas situações, beira o charlatanismo. Se por um lado há gente séria apurando os benefícios e as limitações do canabidiol, por outro há profissionais sem capacitação adequada receitando um “óleo milagroso”, capaz de curar doenças sozinho − o que está longe de ser verdade. Daí a mesa-redonda na última edição do Brain, como o maior congresso de neurociência do país é conhecido no meio acadêmico. Afinal, o que há de comprovado no uso terapêutico da cannabis e o que precisa ser mais bem compreendido antes de as pessoas saírem tomando ou prescrevendo por aí? Com a palavra, os especialistas.
Médicos e pesquisadores debatem as expectativas e as evidências científicas para a utilização de substâncias derivadas da maconha no tratamento de doenças
Panaceia da cannabis medicinal é discutida em congresso de neurociência
publicado em Veja saúde

Quem não vive de olhos fechados para a realidade já tem a perfeita noção de que a fome transbordou para fora dos seus redutos tradicionais das áreas rurais mais pobres da região Nordeste para alcançar todo o território nacional. Agora, o II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil […]
Brasil campeão mundial do agronegócio: com a fome batendo na porta ou dentro de casa
publicado em blog do pedlowski
Na floresta é onde tudo acontece
A chuva cai…
A água evapora
O tatu faz buraco
A cobra se enrola
As copas se encontram
Num entrelaçar sensual
Os verdes se fundem
Dando origem a mil tons
Como no início das eras
No fundo da mata
O guaxinim se esconde
O sapo coaxa
A aranha faz a teia
Para o incauto agarrar
Lá na floresta
Onde corre a cachoeira…
Mãe Iara entoa versos
Para a Lua,o Sol,a Terra
O Curupira proteje a mata
Os bichos, as plantas,a água
Bem no fundo da floresta
A natureza pura e bela
Intocada, sobrevive
Espero que paremos de manchar
A sala de estar do macaco,da onça
Do tamanduá,da cotia
Da jararaca,da lontra…
Para depois não reclamar
Quando a Mãe Terra entristecida
Vier nos cobrar a conta…




Praia de Cabeçudas+Itajaí SC Brasil

Nas entrelinhas do que (e como) falamos, está nossa visão de mundo. Afinal, as línguas se desenvolvem de acordo com o ambiente em que estão inseridas e com a cultura de seus falantes.
Até aí, tudo bem. O problema é que, por conta disso, aspectos nada louváveis das sociedades podem acabar aparecendo em uma série de palavras e expressões – que, às vezes, usamos sem perceber.
Um exemplo é o capacitismo: a discriminação e o preconceito contra pessoas com deficiência (PCD) física ou mental. A mentalidade capacitista pressupõe que esses indivíduos são necessariamente menos aptos a realizar tarefas do cotidiano ou incapazes de vivenciar determinadas experiências.
Isso se manifesta no oferecimento de tratamento desigual – desfavorável ou favorável demais. Sabe quando alguém despreza as PCD ou fala como se fossem indivíduos “especiais”, dignos de pena ou ajuda? Esses são comportamentos capacitistas a serem evitados – e não só porque ofendem essas pessoas (embora isso já seja motivo suficiente).
“O preconceito e o estigma colocam diversas barreiras no diagnóstico e tratamento de transtornos mentais”, diz o psiquiatra Thiago Rodrigo, professor colaborador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Isso porque essa mentalidade constrange e afasta do convívio social quem tem esses transtornos – ou mesmo pessoas próximas a eles – e dificulta a adesão ao tratamento.
A língua carrega preconceitos enraizados na sociedade. Mas é possível mudar: entenda o que é capacitismo e como escrever (e falar) de forma mais inclusiva.
“Fingir demência”, “surtado” e outras expressões capacitistas para banir do vocabulário
publicado em superinteressante