“A paz vem de dentro de você mesmo. Não a procure à sua volta.”
🌷Buda

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“A paz vem de dentro de você mesmo. Não a procure à sua volta.”
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Vestígios como ossos, dentes e conchas de animais podem ser preservados em fósseis por milhões de anos. Já os tecidos moles, como os órgãos internos, são mais delicados e propensos à deterioração rápida, então é raro que sobrevivam para contar a história. Por isso, a descoberta recente de um cérebro de 310 milhões de anos em Illinois, nos Estados Unidos, animou os cientistas.
O cérebro pertenceu a um caranguejo-ferradura – que, apesar do nome, é uma espécie mais próxima das aranhas e dos escorpiões do que dos caranguejos em si. É o primeiro cérebro fossilizado já encontrado da espécie. A descoberta foi feita no depósito Mazon Creek, um local conhecido por abrigar registros geológicos do Período Carbonífero (de 360 a 290 milhões de anos atrás).
Como há poucos registros fósseis de tecidos moles de animais, os cientistas não sabem muito sobre a evolução e a própria fossilização desses tecidos. A nova descoberta, descrita em um estudo na revista Geology, preenche algumas das lacunas de conhecimento.
Órgãos internos são delicados e mais propensos à deterioração rápida. A descoberta do cérebro milenar revela um mecanismo de fossilização raro.
Cientistas encontram cérebro de caranguejo-ferradura de 310 milhões de anos
publicado originalmente em superinteressante

Quem nunca dormiu super mal e achou que um cochilo durante o dia compensaria os estragos das horas de sono perdidas? Pois é, mas pesquisadores do Laboratório de Sono e Aprendizagem da Universidade Estadual do Michigan (MSU) surgem na história com um balde de água fria: em estudo, eles mostraram que essa tática não funciona se a ideia é atenuar os déficits cognitivos após uma madrugada agitada.
“Há alguns anos já vem se discutindo e estudando a utilidade do cochilo de dia, mas esse estudo foi bem interessante porque ele analisou não só se a pessoa cochilou ou não, mas o estágio do sono alcançado”, comenta a médica Dalva Poyares, pesquisadora do Instituto do Sono, em São Paulo. “A sensação de cansaço pode estar ligada à qualidade do cochilo e se os indivíduos conseguem entrar em níveis mais profundos do sono ou não. Por isso é importante ter esse registro”, explica.
Pesquisa americana indica que, se o cochilo for de qualidade, os prejuízos até são amenizados – mas a soneca não reverte totalmente o estrago
Cochilos não compensam horas de sono perdidas à noite, diz estudo
publicado originalmente em Veja saúde
Uma pena a vida passar em vão
Nascer e morrer sem deixar saudades
Não motivar ninguém no caminho
Não sorrir para o desconhecido
Com receio de parecer ridículo,
Ser estático e não acompanhar o ritmo …
É uma pena não se maravilhar
Com o azul do oceano,o vôo da gaivota
Com a pureza do riso,a alegria de outrem
Não amar ser humano, teimar e sofrer
Tudo isso é uma pena
A vida é preciosa demais, é boa demais
Quero mais é processar traumas
Resolver dilemas,galgar obstáculos
Fazer essa jornada fantástica
Valer muito a pena!

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Uma tarde preguiçosa e uma pipoca…
Isamara Amâncio e uma receita deliciosa dessa iguaria…🍿

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Notícias da semana e assuntos sobre preservação e biodiversidade….
É o Repórter Eco 🌷🌻🌼

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Camboriú SC Brasil
Tendência de redução da superfície de água é observada em 8 das 12 regiões hidrográficas e em todos os biomas do Brasil. No Mato Grosso do Sul, a perda foi de 57% da superfície de água
O Brasil está secando: esta é a conclusão obtida pela análise de imagens de satélite de todo o território nacional entre 1985 e 2020 feita pela equipe do MapBiomas. Os dados, que ficam disponíveis a todos os interessados a partir desta segunda (23/08) no site https://agua.mapbiomas.org/, indicam uma clara tendência de perda de superfície de água em 8 das 12 regiões hidrográficas, em todos os biomas do País.
A superfície coberta por água do Brasil em 2020 era de 16,6 milhões de hectares, uma área equivalente ao estado do Acre ou quase 4 vezes o estado do Rio de Janeiro. Desde 1991, quando chegou a 19,7 milhões de hectares, houve uma redução de 15,7% da superfície de água no país. A perda de 3,1 milhões de hectares em 30 anos equivale a mais de uma vez e meia a superfície de água de toda região nordeste em 2020.
Tendência de redução da superfície de água é observada em 8 das 12 regiões hidrográficas e em todos os biomas do Brasil. No Mato Grosso do Sul, a perda foi de 57% da superfície de água O Brasil está secando: esta é a conclusão obtida pela análise de imagens de satélite de todo o território […]
Brasil perde 15% de superfície de água desde o começo dos anos 1990
publicado originalmente em blog do pedlowski
Sério,eu fico pensando se não tem nada mais relevante neste momento do que ir pra rua apoiar atos anti constitucionais ,pedir voto impresso e etc.
Realmente,ou são burros,ou mau caráter, é duro dizer,mas é o que aparenta…
Vamos acompanhar o Meteoro Brasil nesse vídeo…

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