As árvores conversam, conhecem laços familiares e cuidam de seus filhos? Isso é estranho demais para ser verdade? O cientista alemão Peter Wohlleben, autor do livro “A Vida Secreta das Árvores”, e a cientista Suzanne Simard, da Universidade de British Columbia – Canadá, vêm observando e investigando a comunicação entre as árvores ao longo de […]
[Nando Reis] Maior floresta tropical da terra A toda hora sofre um duro golpe Contra trator, corrente, motosserra A bela flora clama em vão: Me poupe!
[Diogo Nogueira] Porém, tem uma gente surda e cega Para a beleza e o valor da mata Embora o mundo grite que já chega Pois é a vida que desmate mata
[Anavitória] Mais vasta ainda todavia é a devastação e o trauma Focos de fogo nos sufocam fauna, flora e até a alma
[IZA e Gal Costa] Amazônia! Razão de tanta insânia e tanta insônia Amazônia! Objeto de omissão e ação errônea Amazônia! É sem igual, sem plano B, nem clone Amazônia!
[Criolo] Desmonte pra desmate e desvario Liberam a floresta no Brasil Pro agrobiz e pra mineração Pra hidrelétrica, pra exploração
[Xande dos Pilares] Recompensando o crime ambiental Desregulando o clima mundial Negam ciência, incêndio e derrubada Negando, vão passando a boiada
[Arnaldo Antunes] Que ignorância, repugnância A cada lance, a cada vídeo Que grande bioecoetnogenomatrisuicídio!
[Flor Gil e Djuena Tikuna] Amazônia! Abaixo o desgoverno que abandone a Amazônia! Não mais a soja, o pasto que seccione Amazônia! Não mais a carne, o prato que pressione a Amazônia!
[Gilberto Gil] Dos povos da floresta sob pressão O indígena, seu grande guardião Em comunhão com ela há milênios Nos últimos e trágicos decênios
[Milton Nascimento] Vem vendo a mata sendo ameaçada E cada terra deles atacada Por levas de peões de poderosos Com planos de riquezas horrorosos
[Rincon Sapiência] É invasão, destruição Ódio a quem são seus empecilhos Eles não ligam pro amanhã Nem pro planeta dos próprios filhos
[Gaby Amarantos e Duda Beat] Amazônia! Abaixo o madeireiro que detone a Amazônia! Abaixo o garimpeiro que infeccione a Amazônia! Abaixo o grileiro que fraciona Amazônia!
[Samuel Rosa] Mais valiosa que qualquer minério Tragada pela mata que transpira A água que evapora, sobe e vira De veio subterrâneo a rio aéreo
[Real] Mais volumosos do que o Amazonas Os rios voadores distribuem Seus límpidos vapores que afluem Ao centro-sul, chegando noutras zonas
[Péricles] Então como é que na floresta mais chuvosa o fogo avança E ardendo em chamar nela queima de futuro uma esperança?
[Camila Pitanga e Daniela Mercury] Amazônia! Não mais um mandatário que intencione a Amazônia! Nem mais um empresário que ambicione a Amazônia! Pra mais um ciclo de nação-colônia Amazônia!
[Thaline Karajá] Visão monumental, que maravilha Obra da natureza que exubera De cores, seres, cheiros, som, de vida Tão pródiga, tão pura, tão diversa
[Vitão] A fábrica de chuva mais prolixa A maquina do mundo mais complexa O doceanoverdeparaíso O coração pulsante do planeta
[Maria Bethânia] Quinze mil árvores, contudo Agora estão indo pro chão Quinze mil vidas derrubadas Só durante o tempo desta canção!
[Agnes Nunes e Céu] Amazônia! Quem nem desmatamento desmorone a Amazônia! E nem desmandamento deixe insone a Amazônia! E nem o aquecimento desfuncione a Amazônia!
[Bacu Exu do Blues] O que o índio viu, previu, falou Também o cientista comprovou Desmate aumenta, o clima seco aquece A mata, o céu e a Terra, que estarrece
[Chico César] Esse é o recado deles, lá no fundo Salve-se a selva ou não se salva o mundo Pra não torná-los um inferno, um forno Salve a amazônia do ponto sem retorno
[Majur] Será que ainda está em tempo Ou o timing disso já perdemos? Pois, evitemos, pelo menos Os eventos mais extremos
[Caetano Veloso e Preta Gil] Amazônia! Quando afinal o homem dimensione a Amazônia! Que venha a ter valido a nossa insônia Amazônia! Enquanto nos encante e emocione Amazônia!
[Todos] Salve a amazônia! Salve-se a selva ou não se salva o mundo Salve a amazônia! Salve-se a selva ou não se salva o mundo Salve a amazônia! Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia! Salve-se a selva ou não se salva o mundo Salve a amazônia! Salve-se a selva ou não se salva o mundo Salve a amazônia! Salve-se a selva ou não se salva o mundo Salve a amazônia! Salve-se a selva ou não se salva o mundo
Salve a amazônia! Salve a amazônia! Salve a amazônia!
Veremos a opinião da ciência sobre a saga dos elefantes na China,os povos originários e sua importância no manejo da terra,o drama das queimadas no Brasil…
Em meio a manifestações dos povos originários pelos seus direitos , talvez fiquem algumas dúvidas sobre o que estes irmãos já passaram e continuam passando.
Meteoro Brasil dá uma aula de história , são fatos e fotos reais que nos dão uma dimensão da crueldade com que foram dizimados nossos antepassados ,sim, nossos antepassados…pois quem não têm sangue indígena ( como eu ) com certeza é humano ,e faz parte da mesma saga.
Que nos sirva de alerta e lição… ninguém nunca deveria ter de abrir mão de sua cultura, crenças e terras na base do facão, arma de fogo e todo tipo de barbaridade.
O lobo-da-tasmânia foi uma espécie de mamífero que viveu na Austrália até 85 anos atrás. Em também é conhecido como “tigre-da-tasmânia” em outras línguas, graças às listras que carrega na parte inferior das costas. Assim como os cangurus e coalas, o lobo-da-tasmânia era um marsupial – ou seja, tinha uma bolsa no abdômen onde carregava os filhotes. O último animal em cativeiro, chamado Benjamin, morreu no dia 7 de setembro de 1936, e a espécie foi declarada extinta.
A maioria das pessoas vivas hoje não teve a sorte de conhecer a espécie. O que restou foram algumas gravações curtas do animal, que totalizam três minutos de vídeo. Todos foram filmados em preto e branco, é claro, mas o National Film and Sound Archive da Austrália (NFSA) submeteu um dos trechos à colorização e divulgou o primeiro vídeo colorido do animal. Veja abaixo.
A espécie foi extinta em 1936. O vídeo do último animal vivo foi gravado em preto e branco – e agora ganhou vida graças a técnicas de colorização
De 7 a 11 de setembro, vários milhares de mulheres de 150 nações indígenas se reuniram para marchar juntas em Brasília em favor dos direitos garantidos a elas na Constituição do Brasil e contra o limite do « marco temporal » e outras políticas anti-nativos do Presidente Bolsonaro. « Procuramos garantir nossos territórios para as gerações presentes e […]
Quando os pássaros aprendem a cantar? Um estudo publicado recentemente mostrou que esse processo se inicia bem cedo, quando as aves ainda são embriões dentro dos ovos. O estudo foi conduzido por cientistas da Flinders University, na Austrália, membros de um grupo de pesquisa chamado Bird Lab, que desenvolve trabalhos focados em aves.
Entre 2012 e 2019, eles estudaram embriões de cinco espécies: os pássaros Malurus cyaneus e Malurus elegans, do sul da Austrália; os tentilhões Geospiza fuliginosa, das Ilhas Galápagos; o pinguim azul (Eudyptula minor), encontrado na Austrália e Nova Zelândia; e a codorna japonesa (Coturnix japonica domestica), encontrada na Ásia Oriental.
As três primeiras espécies são conhecidas como aprendizes vocais e, como o nome indica, aprendem a produzir sons a partir da imitação. As duas últimas espécies, o pinguim e a codorna, não são consideradas dotadas da capacidade de aprendizagem vocal – elas não emitem sons imitando um “tutor”.
Embriões de várias espécies de pássaro reagem a sons externos, como o canto de outras espécies
O macho do beija-flor azul de rabo branco (Florisuga mellivora) – encontrado principalmente no norte do Brasil e em outros países da América Latina – apresenta penas azuis e verdes brilhantes, além de penas brancas em sua barriga. Já a fêmea da espécie é totalmente diferente: bem mais discreta, ela apresenta coloração verde acinzentada. Ou, pelo menos, costuma apresentar.
É que um novo estudo mostrou que quase 30% das fêmeas se disfarçam e apresentam plumagem parecida com a dos machos. Os cientistas perceberam que isso é um truque: exibindo penas mais extravagantes, elas são bem menos importunadas pelo assédio de sua contraparte.
A plumagem das aves é peça importante na hora do acasalamento – que pode ser um estorvo para as fêmeas, que precisam lidar com investidas insistentes. Mas uma espécie latina descobriu como contornar o problema.