Intestino de tubarões evoluiu mesma geometria de válvula criada por Tesla

O inventor sérvio Nikola Tesla sobrevive no imaginário popular como sinônimo de gênio louco e incompreendido. Contribuiu com a idealização das redes elétricas de corrente alternada que hoje abastacem praticamente todas as residências do mundo – e assinou um enorme número de patentes que lhe renderam fortuna razoável. Mesmo assim, morreu sozinho e endividado, morando em um quarto de hotel em Nova York.

Uma criação pouco conhecida de Tesla foi uma válvula. “Válvula”, no jargão dos engenheiros, é qualquer dispositivo que ora interrompe, ora permite a passagem de um gás ou líquido. O jeito mais basicão de fazer uma válvula é montar uma portinhola que deixa a água passar quando ela vem de uma direção – mas fecha sob a força da própria água quando o líquido vem da direção oposta. Veja o GIF abaixo:

É possível que o mecanismo desacelere a passagem da comida pelo sistema digestório – permitindo a máxima absorção de nutrientes.

Intestino de tubarões evoluiu mesma geometria de válvula criada por Tesla

publicado originalmente em superinteressante

Corredor migratório de baleias-jubartes no litoral carioca é alvo de cientistas

Três expedições em alto mar devem ser realizadas este ano para registrar a «fila indiana» de jubartes rumo ao Nordeste brasileiro Crédito: Liliane Lodi

A temporada de migração das baleias jubarte teve início com muitos registros de indivíduos no litoral carioca em meados de junho, incluindo as praias da zona sul. Mas, essa é apenas […]

Corredor migratório de baleias-jubartes no litoral carioca é alvo de cientistas

publicado originalmente em blog do pedlowski

Assista a “GLOBO REPORTER – ALTER DO CHÃO – HD – 2019” no YouTube

Que lugar deslumbrante!!!!

Vamos conhecer Alter do Chão?

Alter do Chão é um dos distritos administrativos do município de Santarém, no estado do Pará. Localizado na margem direita do Rio Tapajós, dista do centro da cidade cerca de 37 quilômetros através da rodovia Everaldo Martins (PA-457). É o principal ponto turístico de Santarém, pois abriga a mais bonita praia de água doce do mundo segundo o jornalinglêsThe Guardian, ficando conhecida popularmente como Caribe Brasileiro.[1]

fonte: Wikipedia

imagens da internet

Tempestades intensas podem se tornar até 14 vezes mais frequentes na Europa

Ao longo das últimas semanas, enchentes causadas por tempestades intensas atingiram áreas da Alemanha, da Bélgica e da Holanda, deixando um rastro de destruição e matando mais de 160 pessoas. Infelizmente, alguns cientistas preveem que esse tipo de evento pode se tornar muito mais comum no futuro.

Um novo estudo da Universidade de Newcastle, publicado na revista Geophysical Research Letters, indicou que as tempestades intensas poderão se tornar 14 vezes mais frequentes no continente europeu até o final do século por conta do aquecimento global.

Pesquisadores indicam que as recentes enchentes catastróficas podem se tornar muito mais comuns até 2100 por conta das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.

Tempestades intensas podem se tornar até 14 vezes mais frequentes na Europa

publicado originalmente em superinteressante

Temperaturas anormais levam a 5 milhões de mortes por ano, indica estudo

Temperaturas anormais relacionadas às mudanças climáticas podem ser a causa de mais de 5 milhões de mortes por ano em todo o mundo, segundo estudo liderado pela Universidade Monash, na Austrália, e publicado na revista The Lancet Planetary Health.

A equipe internacional de pesquisadores analisou dados de 2000 a 2019 – um período em que as temperaturas globais aumentaram 0,26 °C por década – e constatou que as mortes por temperaturas elevadas aumentaram em todas as regiões estudadas. Não só as temperaturas quentes levaram às mortes: o frio fora do comum também se mostrou fatal.

Pesquisadores analisaram dados de 750 locais ao redor do mundo referentes ao período de 2000 a 2019 para medir o impacto das variações climáticas nas taxas de mortalidade.

Temperaturas anormais levam a 5 milhões de mortes por ano, indica estudo

publicado originalmente em superinteressante