O imunizante é o primeiro a alcançar a eficácia almejada pela OMS. Entenda por que é tão difícil desenvolver uma vacina contra a doença que mata 400 mil pessoas por ano.
A malária é uma das doenças infecciosas que mais mata no mundo. Em 2019, ela foi responsável por 229 milhões de casos e 409 mil mortes, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). 94% dos casos ocorreram no continente africano, e 67% das vítimas foram crianças com menos de 5 anos de idade. Uma vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford pode ser o maior avanço no combate à doença para os próximos anos. O imunizante apresentou 77% de eficácia em testes clínicos.
Desativado pela polícia, o espaço foi transformado durante a pandemia para promover cultura e lazer na comunidade de Antares, Zona Oeste do Rio.
Um posto desativado da Polícia Militar na comunidade de Antares, Zona Oeste do Rio, foi a oportunidade que o escritor Jessé Andarilho, criado no local, encontrou para criar um espaço comunitário de incentivo à leitura.
O médico ajudou a resolver o mistério de pessoas com convulsões e atraso no desenvolvimento. Conheça essa história em detalhes — e suas implicações.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma doença é considerada rara quando afeta até 65 em cada 100 mil indivíduos. Descobrir uma nova enfermidade do tipo, portanto, é como buscar uma agulha no palheiro. E foi isso que o médico brasileiro Salmo Raskin fez, junto com outros.
“Acima de tudo procurem sentir no mais profundo de vocês qualquer injustiça cometida contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. É a mais bela qualidade de um revolucionário.
É uma dança amazonense, cujos passos se inspiram nos belos movimentos dos peixes. Os dançarinos giram em movimento anti horário. Em um determinado momento, um solista fica no centro, dançando, é o jacundá. Fecha-se o círculo de dançadores , homens e mulheres, são posicionados alternadamente, de mãos dadas, com força ou de […]
Nomenclatura foi dada por povos nativos norte-americanos para se referir ao fim do inverno.
A Lua entrará em sua fase cheia na noite de segunda para terça-feira (27) e, por conta de sua proximidade com a Terra, também será superlua. O fenômeno previsto para esta noite, apesar de ser chamado de Lua Rosa ou “superlua rosa”, não terá coloração diferente da normal e diz respeito a como é chamada em certas tradições. O ápice desta superlua será às 0h33 de terça.