Um jardim de rosas… perfumado, colorido e cheio de vida!
Vejam como é fácil criar mudas com auxílio de batatas…muito prático e interessante.

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Um jardim de rosas… perfumado, colorido e cheio de vida!
Vejam como é fácil criar mudas com auxílio de batatas…muito prático e interessante.

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“Senhor, protegei os nossos sonhos, porque sonhar também é uma maneira de rezar.”
🌹Paulo Coelho

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Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.
O país deixava de ter um imperador, Dom Pedro II e passaria a ter um governo provisório sob comando do marechal Deodoro da Fonseca. O objetivo era preparar as eleições de 1894.
As mulheres começaram a se empolgar com a ideia de que com um novo regime, a oportunidade de conseguirem o direito do voto seria enorme.

Imagem por TSE
Já que apenas os homens podiam votar naquela época, eles pensaram que o pedido pelo voto feminino era apenas um capricho, não um assunto sério de direitos iguais.
Para que suas vozes fossem ouvidas, as mulheres começaram movimentos e campanhas sufragistas. O assunto era sempre assunto nos jornais.
Vendo o crescimento da popularidade do movimento após o acidente de Epsom Derby, em 1913, quando a sufragista Emily Davison se jogou na frente de um cavalo, durante uma corrida, o governo propôs uma emenda em que mulheres com diplomas que não fossem casadas ou tivessem filhos, poderiam votar mas a ideia foi rejeitada. O principal argumento dos que se opunham era o perigo que isso poderia acarretar.
Em 1889, durante a proclamação da República, a escolha do primeiro presidente do Brasil nunca esteve tão perto.
O voto das mulheres durante a proclamação da República
publicado originalmente em psantinati

O aplicativo Growth Journey, desenvolvido pela farmacêutica Novo Nordisk, oferece aos pais uma forma simples e segura de acompanhar a fase de desenvolvimento dos filhos.
Gratuito e disponível em todas as lojas de apps, basta inserir dados básicos como nome da criança, data de nascimento, sexo, altura e peso para uma curva de crescimento ser criada. Os pais podem ainda informar a altura deles e o programa estima o tamanho que ela pode alcançar.
Um dos diferenciais do app é indicar se o ritmo de crescimento está dentro do esperado. “Nada substitui a ida ao pediatra, mas, com dados de medições regulares, ele consegue analisar a velocidade de crescimento com mais precisão e detectar um eventual distúrbio relacionado”, explica Erika Miyamoto Fortes, gerente médica do laboratório.
O Growth Journey monitora esse desenvolvimento de perto, auxiliando no diagnóstico de possíveis distúrbios
Aplicativo acompanha crescimento de crianças
publicado originalmente em Veja saúde

A teoria da seleção natural, proposta por Charles Darwin, diz que apenas os animais mais aptos sobrevivem. As espécies que hoje habitam a Terra, então, teriam evoluído na medida certa para prosperar.
Porém, não é tão simples olhar para um animal e entender logo de cara por que ele possui (ou não) certas características. Um exemplo são os lagartos com caudas coloridas: ao mesmo tempo que a traseira do bichinho pode ser útil para camuflagem, ela é também um chamariz para predadores.
Em economia, há um princípio que explica essa relação. É o trade-off, que acontece quando se escolhe uma opção em detrimento de outra. Ir a um encontro com o crush é ótimo – mas você talvez precise abdicar daquela reunião com os amigos, marcada para o mesmo dia. Em um jogo de damas, você pode abrir mão de uma peça para conseguir capturar duas na próxima rodada.
Segundo pesquisadores da da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), esse tipo de relação pode ser a chave para entender a cauda dos lagartinhos. Em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade de Auburn em Montgomery, nos EUA, eles exploraram a função da cauda colorida nestes répteis, explorando seus custos e benefícios.
Pesquisa brasileira tenta entender por que alguns répteis possuem caudas vermelhas – que trazem, ao mesmo tempo, vantagens e desvantagens ao animal.
Um princípio econômico pode explicar a evolução das cores em caudas de lagartos
publicado originalmente em superinteressante
Maçã é saudável e faz bem. 🍎🍎🍎
Isamara Amâncio em uma receita diferente!

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Dicas preciosas de saúde e bem estar? Temos!
Doutora Ângela por aqui!

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Mais uma semana em Pindorama…
E mais novidades e notícias que seriam cômicas, se não fossem trágicas.
Este é o Greg News!


Se o cérebro é capaz de gerar dor mesmo sem lesões aparentes, ou após a cicatrização, seria possível ele “desaprender” a senti-la? Com essa pergunta, pesquisadores norte-americanos avaliaram o uso de um tratamento psicológico no alívio da dor crônica nas costas, e tiveram resultados positivos.
A partir da Terapia de Reprocessamento da Dor (PRT, sigla em inglês), os participantes do estudo clínico eram orientados a entender o papel do cérebro na geração da dor crônica, a reavaliar as próprias dores enquanto faziam movimentos que, antes, tinham medo e a lidar com as emoções que pudessem exacerbar o incômodo.
Caso alguém sentisse dores toda vez que se sentasse, por exemplo, a orientação seria para que fizesse o movimento lentamente, prestando atenção às sensações e tentando pensar nelas como seguras. O mesmo valeria para outros gatilhos, como conflitos no trabalho ou na família.
Ao todo, 151 voluntários — com relatos de dor crônica nas costas com duração de, pelo menos, metade dos dias dos últimos seis meses e uma semana de dores com intensidade média igual ou maior a quatro (em uma escala de 0 a 10) — foram divididos em três grupos, de forma randomizada:
• 50 receberam o tratamento psicológico;
• 50 receberam o cuidado padrão;
• 51 serviram de comparativo, via grupo placebo.
Antes e depois da terapia, todos realizaram exames de ressonância magnética para medir como o cérebro reagia a um estímulo de dor leve.
Terapia é vista como benéfica por especialistas, mas não deve ser usada de forma exclusiva
Com psicologia, pessoas podem desaprender a sentir dor crônica, diz estudo
publicado originalmente em Veja saúde

Pesquisas com DNA humano apresentam uma série de implicações éticas. O material genético encontrado em ossos ou tecidos mumificados, por exemplo, dizem respeito à ancestralidade de algumas populações.
Pensando nisso, arqueólogos, antropólogos e geneticistas de 31 países elaboraram diretrizes éticas globais para serem aplicadas em estudos com DNA humano antigo. Os cientistas publicaram o artigo na última quarta-feira no periódico Nature – e uma versão em português também está disponível online.
As diretrizes éticas incluem a necessidade de seguir regulamentações locais, além de se engajar e respeitar os interesses das comunidades nas quais foram coletados os materiais. Elas são genéricas de propósito: a ideia é que possam ser aplicadas globalmente, se adequando a variados contextos.
As diretrizes surgem como alternativa ao documento vigente de boas práticas para esse tipo de estudo: um modelo estadunidense, baseado na Lei de Proteção e Repatriação de Sepulturas de Nativos Americanos (NAGPRA). Essa lei define que as instituições de pesquisa devem transferir os remanescentes humanos de indivíduos antigos para povos nativos.
“O problema é que esse modelo não é aplicável em todos os contextos”, afirma Mercedes Okumura, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “Então, havia uma necessidade de pensar em diretrizes para um contexto global, com particularidades que variam muito em cada região do mundo”, explica a professora, única brasileira que participou do artigo.
Os pesquisadores apontam, por exemplo, que o significado de indigeneidade varia globalmente. Em algumas regiões, as pessoas não reconhecem populações locais antigas como seus antepassados. Já outras comunidades apresentam relações complexas relacionadas aos seus territórios atuais – que incluem deslocamentos e rupturas forçadas, por exemplo.
Um modelo estadunidense era referência para lidar com remanescentes humanos. Agora, cientistas propuseram diretrizes que podem ser aplicadas globalmente. Entenda
Pesquisadores criam diretrizes éticas globais para estudos com DNA humano antigo
publicado originalmente em superinteressante