Nesta quinta-feira (26), teve início a votação da tese do marco temporal no Supremo Tribunal Federal (STF), que deve ser retomada na próxima quarta (1º). Diante disso, povos indígenas e apoiadores, que temem os impactos da medida sobre a demarcação de terras indígenas, se juntaram em Brasília para protestar. Mais de 6 mil indígenas foram ao Distrito Federal e formaram o acampamento “Luta pela vida”. É uma das maiores manifestações já feitas por povos originários.
Para entender essa discussão, é preciso voltar alguns anos. Em 2009, o STF teve que resolver um conflito envolvendo indígenas e produtores de arroz, que disputavam pela Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Na época, a decisão foi favorável aos povos originários, sob alegação de que estes já estavam no território quando foi promulgada a Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988.
A tese, que teve a votação iniciada nesta quinta-feira (26), deve impactar 303 territórios indígenas em processo de demarcação.
O sono é um momento de descanso e recuperação. Mas o que ainda não está claro para os cientistas é como o fluxo sanguíneo cerebral, importante para remover resíduos e fornecer oxigênio e nutrientes, muda enquanto estamos dormindo. Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade de Tsukuba, no Japão, se dedicou a investigar isso. Em seu estudo, eles encontraram novas evidências de aumento do fluxo sanguíneo e renovação cerebral durante o sono REM: a fase em que acontecem os sonhos.
A equipe estudou camundongos durante os estados de vigília e sono, visualizando o movimento dos glóbulos vermelhos do sangue nos capilares cerebrais – vasos sanguíneos muito finos responsáveis pela distribuição e recolhimento do sangue nas células.
Em estudo com camundongos, o fluxo sanguíneo cerebral, importante para fornecer oxigênio e nutrientes, aumentou durante essa fase do sono, em que acontecem os sonhos.
Mãe Yanomami e filho com pintura facial Achiote, Amazonas, Venezuela – photo: Barbara Crane Navarro
« Achei que se os brancos pudessem me ouvir, eles convenceriam o governo a não deixar a floresta ser destruída … Agora, os garimpeiros infestam a floresta com a fumaça de seus motores e a fumaça do ouro e do mercúrio […]
« Estamos na iminência do STF julgar o assim chamado Marco Temporal. É uma coisa quase inacreditável que se tenha que chegar ao Supremo para definir uma realidade que não tem lógica », afirma Dom Adriano Ciocca, Bispo da Prelazia de São Félix do Araguaia (MT), a respeito do julgamento sobre demarcação de terras indígenas que acontece […]
Exatamente aqueles (a maioria, pelo menos) que mais entendem e preservam a natureza, são os mais espezinhados por esses crápulas sem coração… é,querem acabar com tudo de bom que resta!