Ansiedade…um dos males do século. A filosofia nos dá uma valiosa luz nestes dias conturbados.
Professora Lúcia Helena Galvão e Nova Acrópole aqui!

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Espaço poético, rotineiro e alternativo
Ansiedade…um dos males do século. A filosofia nos dá uma valiosa luz nestes dias conturbados.
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A querida amiga de sempre…com suas sábias palavras…
Monja Coen aqui!

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“Sou otimista. Há quem me ache chata porque procuro ver oportunidade onde há dificuldade. Não sou o tempo todo assim, é verdade …mas procuro me vigiar para ser o mais próxima possível do que considero ser a verdadeira Gratidão.”

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Jesus Cristo foi e é um dos Grandes Mestres que já passou por aqui.
Uma lástima pessoas sem conhecimento e sem vontade de aprender, usarem seu nome e seu legado de forma tão vil.
Uma aula de história com Professor Jota!

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“Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.”
🍀Leonardo da Vinci

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Camboriú SC Brasil
“Foi então que ele abriu os olhos. Não os olhos materiais, se bem que estes, ele abriu primeiro…foi a visão da alma, do espírito, esse olhar abrangente e total que finalmente o levou a observar o verdadeiro Universo, esse que todos somos parte e que em sua totalidade infinita nos faz enxergar a nós mesmos…”

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O que pode haver de comum entre Mafalda, Charlie Brown e Umberto Eco?
Meteoro Brasil aqui!

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Pouco antes do fim da II Guerra, uma divisão blindada do Exército alemão estava estacionada no Castelo Immendorf, na Áustria. Desde 1942, o local abrigava uma variedade de obras de arte confiscadas pelos nazistas ao longo do conflito. Da coleção, faziam parte telas do pintor austríaco Gustav Klimt (1862-1916), três delas comissionadas pelo governo de seu país no fim do século XIX. Acuados pelo Exército Vermelho que se aproximava, os soldados transformaram o prédio em uma grande armadilha, com bombas incendiárias armadas para disparar quando os soviéticos chegassem. Em 8 de maio de 1945, dia da derrocada de Hitler, o castelo foi tomado por chamas e tudo que estava em seu interior destruído, inclusive, é claro, o trio de exuberantes e ousadas pinturas de Klimt, das quais restaram apenas fotografias em preto e branco feitas em 1900 por Moritz Nähr. Graças a uma aliança entre a história da arte e a tecnologia, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais.

‘MEDICINA’ – O pintor escolheu uma composição assimétrica. Na metade direita, o fluxo da vida. Do outro lado, uma névoa de luz envolve uma mulher. Predominam os nus e, na versão digital, o dourado, o vermelho e o azul –
A origem das chamadas Pinturas das Faculdades remonta a 1894, quando Klimt e o pintor Franz Matsch receberam do Ministério da Educação da Áustria uma encomenda para o salão de festivais da Universidade de Viena. Cinco telas foram planejadas, uma peça central e representações das quatro principais faculdades vienenses — daí o nome dado a elas. Matsch faria a principal e a de Religião, e Klimt ficaria com as representações de Filosofia, Medicina e Jurisprudência. Quatro anos depois, ao exibi-las em exposições independentes de seu grupo artístico reformista, o artista chamou a atenção para suas alegorias exuberantes, coloridas e cheias de simbolismo das disciplinas ensinadas nos cursos superiores. E também atraiu a ira dos setores mais conservadores da sociedade, o que fez o pintor, contrariado com a incompreensão de sua arte, arrecadar junto a mecenas e apoiadores o valor que havia recebido do governo de modo a recomprá-las.
Com a aliança entre a história da arte e novas técnicas, foi possível, agora, restaurar as supostas cores originais das obras
Telas destruídas de Klimt são resgatadas com a ajuda da tecnologia
publicado originalmente em Veja
“Tão bom viver dia a dia…
A vida assim, jamais cansa…
Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu…
E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência… esperança…
E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.
Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas…”

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