Fogo em alto mar: o que explica os incêndios do México e Azerbaijão

Imagens de incêndios em alto mar viralizaram nos últimos dias. Mas fique tranquilo: elas não denunciam o fim dos tempos. Um foi causado pela ação humana. O outro, por um fenômeno natural.

Fogo em alto mar: o que explica os incêndios do México e Azerbaijão

publicado originalmente em superinteressante

Investigar, mas não punir: até onde vão os poderes da CPI da Covid?

A CPI da Covid, instalada em abril deste ano, já substituiu o Big Brother como reality show favorito do Twitter – e, numa nota mais séria, como fonte de desespero para todos os brasileiros que já podiam estar com uma vacina da Pfizer no braço não fossem 101 emails solenemente ignorados.

Para quem pegou o bonde do noticiário andando, ficam no ar algumas perguntas: por que o Poder Legislativo está realizando uma investigação? Os parlamentares têm algum poder para punir ou isso é exclusividade do Judiciário? Quais são os objetivos de uma – eis o significado da sigla – Comissão Parlamentar de Inquérito? Ela pode ter consequências práticas?

Entenda por que o Legislativo, às vezes, conduz uma investigação – e o que os parlamentares podem fazer antes de passar a bola para o Ministério Público.

Investigar, mas não punir: até onde vão os poderes da CPI da Covid?

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Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

Há 66 milhões de anos, um asteroide causou uma extinção em massa na Terra. Ele caiu na Península de Yucatán, no México, e seu impacto desencadeou uma devastação ambiental levantando uma grande nuvem de poeira e bloqueando parte da luz solar. O evento resultou na extinção de cerca de 70% das espécies presentes na Terra, incluindo os dinossauros não-aviários – restaram apenas aqueles que deram origem às aves modernas.

Há milhões de anos um asteroide causou uma extinção em massa que desapareceu com quase todos os dinossauros. Mas cientistas defendem que esse teria sido apenas o golpe final.

Os dinossauros estavam em declínio antes de sua extinção, aponta estudo

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Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

A pandemia e o isolamento social influenciam – e muito – nossa saúde mental. Mas você já parou para pensar como os animais de estimação são afetados por esse contexto?

Um novo estudo, liderado por cientistas das Universidades de York e de Lincoln (ambas do Reino Unido), investigou mudanças no bem estar e no comportamento dos bichinhos a partir de relatos de seus respectivos donos. O estudo analisou associações entre essas mudanças e as alterações ocorridas na rotina diária e na saúde mental das pessoas com o lockdown.

Pesquisadores do Reino Unido entrevistaram mais de 5 mil pessoas para investigar o impacto do isolamento nos animais de estimação. Os cães apresentaram as piores mudanças no comportamento.

Gatos podem ter ficado mais afetuosos durante a pandemia, sugere estudo

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Genoma da lagosta pode revelar segredos da longevidade do animal

Geralmente, o envelhecimento é visto como um processo acompanhado de um enfraquecimento e aumento da incidência de doenças. Mas nem sempre é assim – nem mesmo entre invertebrados marinhos. Um grande exemplo é a Homarus americanus, ou lagosta americana. As lagostas apresentam uma surpreendente longevidade. Elas podem viver até 100 anos na natureza e passam a vida crescendo, sem perder força nem fertilidade com o passar do tempo.

Equipe de cientistas produziu o sequenciamento do genoma da lagosta americana mais completo até hoje – e ele pode revelar como o crustáceo, que vive até 100 anos, raramente sofre com o câncer.

Genoma da lagosta pode revelar segredos da longevidade do animal

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Há 20 mil anos, o leste asiático viveu uma outra epidemia de coronavírus

Uma epidemia de coronavírus que ocorreu na Ásia pré-histórica deixou marcas nos genes das populações vivas hoje – talvez, para melhor. É o que concluiu um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, e da Universidade de Adelaide, na Austrália. A pesquisa sugere que o vírus infectou o leste asiático entre 25 e 20 mil anos atrás. 

Na pré-história, moradores do leste da Ásia precisaram se adaptar ao vírus – e isso deixou marcas no DNA da população atual.

Há 20 mil anos, o leste asiático viveu uma outra epidemia de coronavírus

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Como surgiu a primeira parada do Orgulho LGBT+

O Dia do Orgulho LGBTQIA+ é comemorado hoje (28) graças a um acontecimento que se tornou símbolo de resistência e luta pela igualdade de direitos civis: a Rebelião de Stonewall. O ocorrido no dia 28 de junho de 1969 foi uma revolta contra uma operação policial violenta em um bar frequentado pela comunidade LGBTQIA+ de Nova York.

Em 1970, ativistas LGBTQIA+ organizaram a primeira grande parada do orgulho – ou marcha para libertação gay – na cidade de Nova York, um ano após a Revolta de Stonewall.

Como surgiu a primeira parada do Orgulho LGBT+

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A Terra está absorvendo o dobro de calor em comparação a 2005

A Terra está capturando quase o dobro de calor que capturava há 16 anos, segundo estudo conjunto da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, e da NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional), instituição ligada ao governo do país.  A partir de dados de satélite e de flutuadores oceânicos, os cientistas detectaram esse aumento do desequilíbrio energético do planeta durante o período de 2005 a 2019. Mas, afinal, o que isso significa?

 

Estudo da Nasa evidencia o desequilíbrio energético no planeta; para pesquisadores, a magnitude do aumento da temperatura é sem precedentes.

A Terra está absorvendo o dobro de calor em comparação a 2005

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Fósseis de 540 milhões de anos em Minas Gerais registram início da vida complexa

Pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) encontraram em Minas Gerais fósseis do período Pré-Cambriano, com mais de 540 milhões de anos. A evidências, que consiste em um conjunto de impressões de poucos centímetros em rochas calcárias, pertencem a alguns dos primeiros organismos macroscópicos complexos e com simetria bilateral que habitaram o planeta Terra. 

Os vestígios – que apresentam simetria bilateral, como nós e a maioria dos animais – pertencem a um dos primeiros organismos macroscópicos a habitar a Terra.

Fósseis de 540 milhões de anos em Minas Gerais registram início da vida complexa

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Descoberto novo hominídio: Homo longi, o “homem-dragão”

A evolução humana não tem nada a ver com a imagem clichê da escadinha: um chimpanzé se tornando um Homo sapiens por meio de passos graduais e sucessivos, que levam diretamente do ponto A ao ponto B.

Na verdade, a evolução biológica de qualquer espécie se assemelha ao crescimento de mais um galho em uma árvore já existente. E uma ótima ilustração disso é que houve dezenas de espécies do gênero Homo antes do Homo sapiens

Crânio de 146 mil anos encontrado em 1933 acaba de ganhar uma nova análise – que o coloca, junto de neandertais e denisovanos, como um dos mais recentes membros do gênero Homo a coexistir com o sapiens.

Descoberto novo hominídio: Homo longi, o “homem-dragão”

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