Apresentando o Xuxu pra vocês…ele nos encontrou em plena tempestade numa noite véspera de meu aniversário,coincidência…não é?! 🌼❤️


Espaço poético, rotineiro e alternativo
Apresentando o Xuxu pra vocês…ele nos encontrou em plena tempestade numa noite véspera de meu aniversário,coincidência…não é?! 🌼❤️

DESESPERAR JAMAIS ❤️
Desesperar, jamais
Aprendemos muito nestes anos
Afinal de contas, não tem cabimento
Entregar o jogo no primeiro tempo
Nada de correr da raia
Nada de morrer na praia
Nada, nada, nada de esquecer
No balanço de perdas e danos
Já tivemos muitos desenganos
Já tivemos muito que chorar
Mas agora acho que chegou a hora
De fazer valer o dito popular
Desesperar, jamais
Aprendemos muito nestes anos
Afinal de contas, não tem cabimento
Entregar o jogo no primeiro tempo
Nada de correr da raia
Nada de morrer na praia
Nada, nada, nada de esquecer
No balanço de perdas e danos
Já tivemos muitos desenganos
Já tivemos muito que chorar
Mas agora acho que chegou a hora
De fazer valer o dito popular
Desesperar, jamais
Cutucou por baixo, o de cima cai
Desesperar, jamais
Cutucou com jeito, não levanta mais
Desesperar, jamais
Cutucou por baixo (como é mesmo?) o de cima cai, (cai)
Desesperar, jamais
Cutucou com jeito, não levanta mais, (não)Desesperar, jamais
Cutucou com jeito (hum)
Fonte: Musixmatch
Compositores: Ivan Lins / Vitor Martins

“Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão.
No fundo, isto não tem muita importância.
O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.”

Como no palco o ator que é imperfeito
Faz mal o seu papel só por temor,
Ou quem, por ter repleto de ódio o peito
Vê o coração quebrar-se num tremor,
Em mim, por timidez, fica omitido
O rito mais solene da paixão;
E o meu amor eu vejo enfraquecido,
Vergado pela própria dimensão.
Seja meu livro então minha eloqüência,
Arauto mudo do que diz meu peito,
Que implora amor e busca recompensa
Mais que a língua que mais o tenha feito.
Saiba ler o que escreve o amor calado:
Ouvir com os olhos é do amor o fado.

Oceano azul ,verde ,de tantos tons
Infinito em cores
A água em forma de perfeição
O meu oceano é de água doce
Veja só, doce,clara e morna
Fusão entre a areia alva,o verde dos pinus
E a profusão de esmeraldas azuis e por vezes cinza
Se os oceanos são a origem da vida
O meu da minha é
Pode ser um lago tranquilo,mar agitado
Ou mesmo um rio,com correnteza e tudo
É minha primeira visão ao despertar
Guarda meu coração, minh’alma
Guarda com ele a inspiração ✨✨✨

Não lembro quando aprendi a ler…foi muito cedo, com certeza… procurava pela casa livros,gibis e revistas feito uma ratinha.
Culpa do meu pai… que ao invés de me presentear com bonecas , muitas e muitas vezes deu-me livros ❤️
Não lembro quando aprendi a ler…mas lembro do primeiro poema que declamei na escola.
“Meus oito anos” de Casimiro de Abreu…
Quanta ternura em palavras,nunca me esqueci do poema,nunca deixei de ser “ratinha”…e agora já na maturidade busco também como Casimiro e todos os poetas, trazer um tiquinho de doçura ,verdade e beleza através da escrita.
✨✨ Meu respeito, carinho e gratidão a todos que disponibilizam um pouco do seu tempo para enfeitar e colorir com as letras esse nosso mundo💕❤️
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
De despontar da existência!
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!
Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d´estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias de minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
[…]
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Casimiro de Abreu
Paz e Luz ✨✨

O amor é dos suspiros a fumaça;
puro, é fogo que os olhos ameaça;
revolto, um mar de lágrimas de amantes…
Que mais será?
Loucura temperada, fel ingrato, doçura refinada.
William Shakespeare
Entardecer na Lagoa dos Patos RS✨

Pretenciosa? Talvez… às vezes, sei lá…
Só quero mesmo deixar registradas aqui palavras, sentimentos, ideias…
Dizer que não importa se vão ler e gostar, não direi , é tudo que importa… não que gostem, mas que leiam.Se gostarem tanto melhor… é com a alma que escrevo, transcrevo o que trago em mim.
Bem vindos sejam ao rotineiro, poético e tão nosso : Mágica Mistura ✨
