Sorria 🙂❤️

Precisando de motivos pra sorrir?

Vamos aos fatos

Estamos vivos

Respirando por conta própria

Você consegue ler este post

Os olhos enviam pra mente

Sua mente decifra a mensagem

Você opta por gostar ou não…

O Sol brilha lá fora

A neve encanta

A chuva molha

O vento venta….

Para quem quer tudo motiva

Vamos dar um jeitinho

Sempre temos motivo

Pra sorrir

Prosseguir…

Vamos encontrar o nosso?

Na brisa da manhã

Nos olhos da criança

Nas rugas do avô

No pardal na areia

Em um cacho de uvas…

Sorrir,sempre muito

Comece agora

Toda hora é hora ✨✨🌻

Assista a “Ivan Lins e Movimento Reverbera – Desesperar Jamais” no YouTube

DESESPERAR JAMAIS ❤️

Desesperar, jamais
Aprendemos muito nestes anos
Afinal de contas, não tem cabimento
Entregar o jogo no primeiro tempo

Nada de correr da raia
Nada de morrer na praia
Nada, nada, nada de esquecer

No balanço de perdas e danos
Já tivemos muitos desenganos
Já tivemos muito que chorar
Mas agora acho que chegou a hora
De fazer valer o dito popular

Desesperar, jamais
Aprendemos muito nestes anos
Afinal de contas, não tem cabimento
Entregar o jogo no primeiro tempo

Nada de correr da raia
Nada de morrer na praia
Nada, nada, nada de esquecer

No balanço de perdas e danos
Já tivemos muitos desenganos
Já tivemos muito que chorar
Mas agora acho que chegou a hora
De fazer valer o dito popular

Desesperar, jamais
Cutucou por baixo, o de cima cai
Desesperar, jamais
Cutucou com jeito, não levanta mais

Desesperar, jamais
Cutucou por baixo (como é mesmo?) o de cima cai, (cai)
Desesperar, jamais
Cutucou com jeito, não levanta mais, (não)Desesperar, jamais
Cutucou com jeito (hum)

Fonte: Musixmatch

Compositores: Ivan Lins / Vitor Martins

Doce Oceano

Oceano azul ,verde ,de tantos tons

Infinito em cores

A água em forma de perfeição

O meu oceano é de água doce

Veja só, doce,clara e morna

Fusão entre a areia alva,o verde dos pinus

E a profusão de esmeraldas azuis e por vezes cinza

Se os oceanos são a origem da vida

O meu da minha é

Pode ser um lago tranquilo,mar agitado

Ou mesmo um rio,com correnteza e tudo

É minha primeira visão ao despertar

Guarda meu coração, minh’alma

Guarda com ele a inspiração ✨✨✨

Lagoa dos Patos Tavares RS

Com carinho a todos os poetas…✨🌷

Não lembro quando aprendi a ler…foi muito cedo, com certeza… procurava pela casa livros,gibis e revistas feito uma ratinha.

Culpa do meu pai… que ao invés de me presentear com bonecas , muitas e muitas vezes deu-me livros ❤️

Não lembro quando aprendi a ler…mas lembro do primeiro poema que declamei na escola.

“Meus oito anos” de Casimiro de Abreu…

Quanta ternura em palavras,nunca me esqueci do poema,nunca deixei de ser “ratinha”…e agora já na maturidade busco também como Casimiro e todos os poetas, trazer um tiquinho de doçura ,verdade e beleza através da escrita.

✨✨ Meu respeito, carinho e gratidão a todos que disponibilizam um pouco do seu tempo para enfeitar e colorir com as letras esse nosso mundo💕❤️

Meus oito anos

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Como são belos os dias
De despontar da existência!
– Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é – lago sereno,
O céu – um manto azulado,
O mundo – um sonho dourado,
A vida – um hino d’amor!

Que auroras, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d´estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!

Oh! dias de minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!

Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
– Pés descalços, braços nus –
Correndo pelas campinas
À roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!

Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!

[…]

Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
– Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!

Casimiro de Abreu

Paz e Luz ✨✨