A situação do nosso planeta é cada vez mais periclitante. De acordo com uma dupla de pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, um colapso do ecossistema oceânico pode devastar a humanidade em 25 anos. Isso porque a fonte de alimentação de 3 bilhões de pessoas, quase 40% da população mundial, está em risco.
Recentemente, o presidente Jair Bolsonaro contestou a obrigatoriedade do uso de máscara por pessoas que se vacinaram contra o coronavírus ou que já contraíram a Covid-19. Após a declaração, profissionais da saúde criticaram a fala do presidente, informando que ainda não é seguro abandonar o acessório.
De acordo com a infectologista Raquel Stucchi, da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), há três principais motivos para continuar vestindo a máscara mesmo após receber a segunda dose do imunizante.
Entenda os motivos para manter o acessório no rosto depois da imunização contra a Covid-19 e quando poderemos abandoná-lo
Sim,cada dia que passa mais triste e complicada fica a situação do Brasil.
Já não dá pra negar que a única maneira de recuperar o mínimo de dignidade neste país é retirando imediatamente o lunático Bolsonaro do poder.
Como fazer isso?! As autoridades responsáveis que se cocem,pois o que não dá mais é para assistir parados a população brasileira ser dizimada pela Covid19, fome e ignorância.
No final deste vídeo,o Meteoro Brasil faz uma comparação das declarações de vários ex presidentes ante tragédias brasileiras com as barbaridades que saem da cloaca (boca) da criatura abominável que habita o Palácio do Planalto.
Atualmente os cadastros irregulares somam uma área de quase 270 campos de futebol O Ministério Público Federal (MPF) enviou recomendação nesta quinta-feira (17) à Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) e ao Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) para que os órgãos se articulem para promover… MPF […]
O planeta está correndo contra o tempo. A temperatura média da superfície subiu 1 grau Celsius desde 1800, sendo que dois terços desse aumento ocorreram a partir de 1975. Apenas entre 2007 e 2016, segundo a Nasa, a perda de gelo da Antártida triplicou em relação a uma década antes. Na Groenlândia, duplicou.
Enquanto as temperaturas sobem, o lixo se acumula. As cidades do planeta geram 2 bilhões de toneladas de lixo sólido, segundo estimativa do Banco Mundial, com 0,74 quilo por pessoa, por dia, em média. O caso do Brasil é ainda mais dramático: de acordo com o Fundo Mundial para a Natureza (WWF), cada um de nós gera 1,15 quilo, em média, todos os dias. E só reciclamos 1,28% desse total.
A sustentabilidade é uma missão delegada a cada um de nós. Descubra se você está fazendo sua parte e ajude a preparar o planeta para os próximos 200 anos
O cara xinga a imprensa,o povo,a nossa inteligência…e como sempre manda calar a boca quem ousa perguntar algo relevante.
Só posso chegar a conclusão constrangedora de que qualquer pessoa que apoie e defenda esta “besta humana” em forma de ditador genocida enlouquecido, é ou sociopata ou mau caráter….ou as duas opções.
Nas últimas semanas, o Presidente da Funai vem movendo inquéritos policiais contra lideranças e organizações indígenas, com o objetivo de intimidar e calar as vozes do movimento indígena. Nesta quarta-feira, dia 16 de junho de 2021, a Funai e a Polícia Militar do Distrito Federal, atacaram, literalmente, os […] […]
A glamourosa Rita von Hunty trazendo brilho e luz ao nosso domingo… até que ponto e porque as pressões estéticas alimentam a baixa estima ?!Esta questão se agrava nos meios LGBTQIA + ?A opressão dos “corpos” em uma reflexão concisa e precisa da nossa Musa 🌹
Conheça o projeto Tinis, uma iniciativa para estimular o contato com a natureza nas crianças. Além disso, ambientalistas e entidades de defesa do consumidor pressionam para que a Câmara dos Deputados aprove um projeto que ratifica a emenda de Kigali, acordo internacional que reduz o uso do HFC, um dos gases que intensificam o efeito estufa da atmosfera.Conheça também o trabalho da fotógrafa Claudia Andujar junto a etnia iânomami.