Saudades da Tia Rita?
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Saudades da Tia Rita?
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Antes mesmo da pandemia do coronavírus, o Brasil já era um dos países mais ansiosos do mundo, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde realizado em 2017. Com a chegada da Covid-19, segundo documento publicado recentemente pela revista científica The Lancet, mais de quatro em cada dez brasileiros tiveram problemas de ansiedade. O estudo também aponta o impacto que a emergência sanitária teve na saúde mental de populações vulneráveis, como jovens, mulheres, pessoas com transtornos mentais preexistentes, assim como trabalhadores da saúde e da linha de frente e pessoas com menor status socioeconômico.
Com isso em mente, a Fundación MAPFRE e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançam a campanha digital “Movimento Papo Cabeça”, com foco na saúde mental da população brasileira. A ideia, durante os meses de dezembro e janeiro, é unir vozes, entre especialistas e influenciadores, para promover uma conversa sobre saúde mental.
Trazendo informações confiáveis, a campanha quer levar conhecimento a um número cada vez maior de pessoas. “A saúde mental é uma área negligenciada e um tema que é tratado como tabu. Historicamente, pessoas com problemas de saúde mental são alvo de preconceito, discriminação, violência e exclusão social, processos que muitas vezes são tão nocivos e produzem tanto sofrimento quanto a própria condição de saúde mental. Por esses motivos, é fundamental dar visibilidade ao tema, conscientizar a população, governos e a sociedade como um todo sobre a importância de se investir na área e de se falar abertamente sobre o tema para combater o estigma associado às pessoas com problemas de saúde mental”, explica Catarina Dahl, consultora de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da OPAS/OMS.
Informação de qualidade sobre o tema é essencial; Fundación MAPFRE e OPAS lançam campanha para discutir bem-estar
Papo cabeça: a importância de falar sobre saúde mental e buscar ajuda
publicado originalmente em Veja saúde

O estado americano do Alasca, que tem parte do seu território dentro do Círculo Polar Ártico, foi surpreendido nesta semana com temperaturas de 19.5ºC.
Segundo meteorologistas dos Estados Unidos, a marca jamais foi registrada durante o inverno, quando as temperaturas na região chegam a cair a até 50ºC negativos.
A onda de calor vem sendo classificada por climatologistas como “absurda” para esta época do ano, em que o frio costuma atingir seu auge. De acordo com estudiosos do clima, o episódio provavelmente está relacionado ao aquecimento global.
Na comunidade de Cold Bay, os termômetros marcaram oito dias de temperatura dos 10ºC, enquanto que o vilarejo de Unalaska registrou 13,3ºC no dia 25, o dia de Natal mais quente da história do Alasca.
Estado americano também é atingido por chuvas torrenciais
Alasca registra recorde de 20ºC em pleno inverno
publicado originalmente em Veja

Na Roma antiga, havia uma celebração, a cerealia, que atravessava dias e noites. Além de ser uma forma de agradecimento pela abundância nas colheitas, a festança homenageava Ceres, a deusa da agricultura, que empresta seu nome aos cereais.
O trigo, principal representante dessa família, ocupava o centro da mesa, ladeado pela cevada e o centeio. Já a aveia, feito uma prima renegada, costumava ficar de fora das comemorações. Passados milhares de anos, porém, hoje é ela que está sendo reverenciada.
Tal qual enredo manjado, aquela que foi posta de lado passou a ser endeusada, especialmente no panteão da nutrição. E não sem motivos, como atestam pesquisadores e profissionais que atuam em hospitais e consultórios.
O apelo da aveia se reflete no cultivo. Inclusive no Brasil. Em 2021, ocupamos o sexto lugar no ranking mundial de produtores e já somos autossuficientes — há algum tempo, ficávamos abaixo da décima posição.
A ascensão tem a ver com a coleção de evidências sobre os efeitos do cereal na saúde. Uma história que não é de agora. A aveia é, na visão de alguns especialistas, o primeiro alimento a ter recebido a classificação de funcional. Ou seja, não bastasse nutrir, ele ajuda a baixar o risco de doenças.
Um dos símbolos da alimentação saudável e versátil que só, ela não para de surpreender os estudiosos pelos seus benefícios
Viva a aveia!
publicado originalmente em Veja saúde

Descoberta há 140 anos na região de Deir el-Bahari, no Egito, a múmia do faraó Amenhotep I é uma das poucas que não foram desembrulhadas em tempos recentes, para evitar o desgaste das bandagens e do corpo. Até hoje, ela continua preservada da maneira como foi encontrada, mas a tecnologia conseguiu revelar os mistérios do antigo monarca.
Um estudo publicado no periódico científico Frontiers in Medicine e liderado por Sahar Saleem, professora de radiologia na Universidade do Cairo, dá detalhes inéditos de Amenhotep. De acordo com uma técnica de varredura topográfica computadorizada, sabe-se que o faraó morreu aos 35 anos de idade. “Ele tinha aproximadamente 169 cm de altura, era circuncidado e tinha dentes em bom estado. Por baixo das bandagens, ele usava 30 amuletos e um cinto com contas de ouro”, escreveu a pesquisadora.
A tecnologia, que gera uma imagem em três dimensões, permite ver em detalhes como o processo de mumificação é eficaz em preservar cada osso do corpo do faraó. Não foi possível determinar a causa de sua morte, já que nenhum ferimento foi encontrado. Ele foi a ser enterrado com os braços cruzados sobre o peito e, curiosamente, não teve seu cérebro removido, uma prática comum.

Imagem em 3D mostrando o corpo preservado de Amenhotep I dentro do sarcófago
Pesquisa usou imagens em 3D para determinar idade, altura e até joias usadas pelo monarca
Tecnologia revela detalhes da múmia de Amenhotep I, de 3 mil anos de idade
publicado originalmente em Veja

Ilusionistas exploram lacunas em nossa atenção e percepção para disfarçar movimentos que realizam diante de nossos olhos – como tirar uma moeda de trás da orelha. Nos últimos anos, cientistas perceberam que investigar por que somos enganados por truques de mágica pode ser um bom jeito de entender como nossa mente funciona. Mas e outros animais? Eles caem nos mesmos truques que nós?
É o que tentam descobrir alguns pesquisadores, como a equipe liderada pela professora Nicola Clayton, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Eles são responsáveis pelo primeiro estudo a comparar como animais e pessoas reagem a truques de mágica pensados para enganar humanos.
Os animais estudados foram os gaios (Garrulus glandarius), pássaros da família Corvidae, como corvos e gralhas. Eles foram escolhidos porque, como outros membros da família, demonstram habilidades cognitivas sofisticadas e são considerados relativamente inteligentes.
Estudo comparou a reação de gaios e pessoas a ilusões que transferem objetos entre as mãos. Os pássaros não se deixaram enganar em duas situações, mas surpreenderam os cientistas em uma terceira. Entenda.
Cientistas usam truques de mágica para investigar a mente de pássaros
publicado originalmente em superinteressante

A Larva migrans, doença popularmente conhecida como bicho geográfico, é uma infecção causada por larvas de parasitas do gênero Ancylostoma, dos subtipos braziliense e caninum.
A doença também pode ser chamada de dermatite serpiginosa e dermatite pruriginosa.
Esses organismos vivem no intestino de cães e gatos e migram para as fezes desses animais.
“O intestino de cães e gatos pode ter os ovos do parasita. Quando esses ovos caem na terra, eles se transformam na larva que penetra no corpo através da pele”, detalha a dermatologista Meire Gonzaga, do Saúde Minuto, e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
Na terra, na grama ou areia, a larva se alimenta de bactérias até encontrar um hospedeiro. Por isso, é geralmente nesses locais que as pessoas pegam o bicho geográfico.
Os pés e as nádegas são as partes do corpo mais expostas ao solo contaminado, mas a infecção pode ocorrer em pernas, braços, antebraços e mãos.
Assim que o parasita consegue contato com a pele, aparece um ponto vermelho e elevado no local. Lá dentro, a larva não é capaz de romper as camadas mais profundas do tecido. Aí, passa a caminhar, formando um túnel de linhas aleatórias.
“É como se fosse o contorno de um mapa, por isso ganhou o nome de ‘bicho geográfico‘. As linhas podem ser elevadas, coçam bastante e muitas vezes ficam avermelhadas e até formam bolhas”, explica Meire. A larva caminha de 1 a 2 centímetros por dia.
Mais comum no verão, a doença pode ocorrer após o contato direto da pele com larvas presentes em locais como areia, terra ou grama
Bicho geográfico: o que é, como evitar e qual o tratamento?
publicado originalmente em Veja saúde

Na manhã do último dia 25, o lançamento bem sucedido do Telescópio Espacial James Webb (JWST) marcou o início de uma das missões da Nasa mais esperadas das últimas décadas. Considerado o sucessor do Telescópio Espacial Hubble, lançado em 1990, o JWST promete transformar a forma como estudamos o Universo.
O James Webb será capaz de detectar radiação infravermelha que viajou no espaço por 13,6 bilhões de anos-luz. Assim, poderá investigar eventos que aconteceram logo após o Big Bang, há cerca de 13,8 bilhões de anos – observando como eram algumas das primeiras galáxias e estrelas.
Com o telescópio, os cientistas pretendem estudar como as galáxias e os sistemas planetários se formaram e evoluíram. Ele também poderá observar buracos negros, supernovas e todo tipo de objeto cósmico distante. Thomas Zurbuchen, da Diretoria de Missões Científicas da NASA, não descarta a possibilidade de encontrarmos eventos e objetos inesperados. “Sem dúvida, veremos surpresas… do tipo com que só podemos sonhar agora”, afirmou ao site The Verge.
O James Webb decolou a bordo de um foguete Ariane 5, da Agência Espacial Europeia (ESA), a partir de uma base espacial na Guiana Francesa. Com espelho principal de 6,5 metros de diâmetro, ele é o maior telescópio já lançado ao espaço – e grande demais para caber em um foguete. Por isso, ele viaja dobrado ao espaço e vai se desdobrando lentamente até atingir sua configuração final, quando estiver a 1,5 milhão de quilômetros de nós.
O novo telescópio espacial da Nasa, que foi lançado com sucesso no último dia 25, será capaz de detectar radiação infravermelha que viajou por 13,6 bilhões de anos-luz – e investigar eventos que aconteceram logo após o Big Bang, há cerca de 13,8 bilhões de anos
Telescópio James Webb poderá (quase) enxergar o começo do Universo
publicado originalmente em superinteressante
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