Um experimento feito por cientistas do Brigham and Women’s Hospital, nos Estados Unidos, e da Universidade de Murcia, na Espanha, demonstrou que comer chocolate pela manhã ou à noite não fez diferença no peso das participantes. Mas, e aí vem o pulo do gato, os benefícios foram pronunciados naquelas que consumiram 100 gramas pela manhã.
No estudo com 19 mulheres, a ingestão por duas semanas esteve atrelada à redução da cintura e a menores níveis de açúcar no sangue. “Só que a amostra é pequena, com uma população específica e avaliada por pouco tempo, o que ainda não permite extrapolações de causa e efeito”, pondera a nutricionista Mônica Beyruti, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).
A resposta seria “sim”, pelo menos para mulheres que passaram pela menopausa
Aquela dificuldade em perder gordura abdominal ou emagrecer não é culpa da chegada aos 30 anos, como se diz por aí. Segundo um estudo publicado pela revista Science, o funcionamento do metabolismo se mantém quase o mesmo entre os 20 e 60 anos.
“Acreditava-se que, por volta da meia-idade, as pessoas tinham a tendência de ganhar peso devido a uma redução do gasto energético basal, aquele que usamos para nos manter vivos. Esse estudo aponta que estávamos errados”, explica William Festuccia, professor do departamento de fisiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-USP).
Para chegar a esse resultado, pesquisadores do Pennington Biomedical Research Center (PB), nos Estados Unidos, analisaram a queima média de calorias durante o dia a dia de cerca de 6 mil pessoas, entre nascidos há uma semana até indivíduos com 95 anos, de 29 países diferentes.
A taxa de gasto calórico não pode ser culpada pelo ganho de peso na meia-idade, segundo pesquisa
No centro dos nossos olhos, ficam localizadas as pupilas – orifícios responsáveis pela passagem da luz do meio externo à retina. Elas regulam a entrada de luz a partir de movimentos que nos são involuntários: os músculos da íris diminuem ou aumentam o tamanho da pupila, dependendo da quantidade maior ou menor de iluminação no ambiente.
Nós não temos controle direto pela dilatação ou contração da pupila. Mas, agora, um jovem está fazendo alguns pesquisadores quebrarem a cabeça: ele pode encolher e aumentar suas pupilas voluntariamente.
O rapaz de 23 anos é estudante de psicologia na Universidade de Ulm, na Alemanha, e não teve seu nome revelado. Ele é identificado apenas pelas iniciais D.W., e seu caso foi relatado recentemente na revista International Journal of Psychophysiology.
Os cientistas consideravam impossível o controle direto do tamanho das pupilas; agora, um estudante da Alemanha está fazendo isso ser reavaliado.