Pessoas altas são mais propensas à neuropatia periférica e a infecções de pele e ossos. Essa foi a descoberta da maior investigação sobre altura e saúde já realizada, publicada na última quinta-feira (2). O estudo foi feito com cerca de 300 mil pessoas e liderado por Sridharan Raghavan, do Rocky Mountain Regional VA Medical Center, nos EUA.
A estatura já foi associada a alguns problemas médicos, mas os cientistas não têm certeza se ela é mesmo um fator de risco para eles – ou se outros fatores que podem afetar a altura, como a genética, os hábitos alimentares e as condições socioeconômicas, são os verdadeiros vilões.
Raghavan e seus colegas tentaram encontrar pistas para resolver o problema e analisaram as conexões entre várias doenças e a altura de uma pessoa, assim como as conexões com a altura prevista pela genética de cada um.
Pessoas altas são mais propensas a infecções de pele e mais resistentes a doenças cardíacas, diz estudo que analisou os dados médicos de 300 mil americanos.
“Que nossa fé e força de vontade sejam como a correnteza de um rio que corre para o mar… obstáculos, pedras, curvas ou cachoeiras o atrasam, mas jamais ele deixará de alcançar o oceano, seu objetivo final.”
Baby sneezes Mommy pleases Daddy breezes in So good on paper So romantic But so bewildering
I know nothing stays the same But if you’re willing to play the game It’s coming around again So don’t mind if I fall apart There’s more room in a broken heart
You pay the grocer Fix the toaster Kiss the host Good-bye Then you break a window Burn the Soufflé Scream a lullaby
I know nothing stays the same But if you’re willing to play the game It’s coming around again So don’t mind if I fall apart There’s more room in a broken heart
And I believe in love But, what else can I do? I’m so in love with you
I know nothing stays the same But if you’re willing to play the game It will be coming around again
Baby sneezes (I believe in love) Mommy pleases (I believe in love) Daddy breezes in (I believe in love)
I know nothing stays the same But if you’re willing to play the game It will be coming around again
I do believe I do believe I believe in love…
Coming around again Coming around again Nothing stays the same But if you’re willing to play the game It will be coming around again
I believe in love (I believe in love) I believe in love (I believe in love) And it’s coming around again
🌻✨✨ composição: Carly Simon
Acontecendo novamente 💕
O bebê espirra A mamãe agrada Papai entra de repente É tudo tão bom na teoria Tão romântico Mas tão assustador
Eu sei que nada permanece a mesma coisa Mas se você estiver disposto a jogar o jogo Tudo pode acontecer novamente Então não se importe se eu cair aos pedaços Pois há mais espaço num coração partido
Você paga o vendedor Conserta a torradeira Dá um beijo de adeus nas vistas Então você quebra uma janela Queima o suflê E grita uma canção de ninar
Eu sei que nada permanece a mesma coisa Mas se você estiver disposto a jogar o jogo Tudo pode acontecer novamente Então não se importe se eu cair aos pedaços Pois há mais espaço num coração partido
E eu acredito no amor Mas, o que mais eu posso fazer ? Eu sou tao apaixonada por você
Nada fica do mesmo modo Mas se você estiver com vontade Podemos começar tudo novamente
O bebê espirra (Eu acredito no amor) A mamãe agrada (Eu acredito no amor) Papai entra de repente (Eu acredito no amor)
Eu sei que nada fica a mesma coisa Mas se você estiver com vontade Podemos começar tudo novamente
E eu acredito E eu acredito E eu acredito no amor…
Acontecendo novamente Acontecendo novamente Nada permanece igual Mas se você estiver disposto a jogar o jogo Podemos começar tudo novamente
Eu acredito no amor (eu acredito no amor) Eu acredito no amor (eu acredito no amor) E está acontecendo de novo
O governo Bolsonaro comemorou, assim como a bancada evangélica. A oposição se revoltou. O motivo das reações distintas foi a aprovação, na Câmara dos Deputados, dia 18 de maio, do projeto de lei que regulamenta o homeschooling (ou ensino domiciliar) no Brasil. O PL precisou incluir uma alteração no Código Penal: por enquanto, pais que optam por educar suas crianças e adolescentes em casa, e não na escola, podem ser acusados de crime por abandono intelectual dos filhos. Até porque muitos realmente não dão conta de ensiná-los, e o avanço educacional de meninas e meninos fica comprometido.
Sim, no Brasil a lei diz que todo brasileiro de 4 a 17 anos deve frequentar uma escola. Pais que não matriculam seus filhos podem ter problemas com o conselho tutelar. O objetivo da legislação é garantir que toda criança ou adolescente tenha acesso à educação. Dentro de casa, com pais mal preparados (ou sem as mínimas condições) para ensinar, esse acesso está longe de ser garantido.
Então por que o atual governo brigou tanto pelo direito ao homeschooling? Bolsonaro conta com o apoio dos evangélicos e toma uma série de medidas para atender às reivindicações dos políticos que falam em nome de parte desses religiosos. Em casa, sem uma educação formal, que tenha base científica, filhos de evangélicos correm o risco de receber uma formação exclusivamente baseada nos dogmas dos templos, e não nos livros didáticos. Aprender que o mundo começou com Adão e Eva, em vez de conhecer a teoria do Big Bang, por exemplo.
Projeto de lei aprovado pelo Congresso coloca em risco educação de crianças e adolescentes, além de seu contato com um ambiente plural.
“Podemos passar pela vida sem nunca, em momento algum, sabermos quem somos e nossa missão. A boa notícia é que este sentimento de vazio não é necessário, a resposta está no silencioso ato de olharmos para dentro de nós.”
O nome técnico soa a algo raro e distante, mas o problema, infelizmente, não é nem um pouco incomum. Descrito pela primeira vez na medicina nos anos 1940 nos Estados Unidos, o lipedemaafeta hoje uma em cada dez mulheres, o que soma cerca de 5 milhões de brasileiras. Sua face mais evidente é o acúmulo de gordura em regiões como pernas e braços — situação que também arranha a autoimagem. “Mesmo entre os profissionais de saúde, pouca gente conhece o lipedema e sabe lidar com ele”, afirma o cirurgião plástico Fabio Kamamoto, fundador e diretor do Instituto Lipedema Brasil. A entidade foi criada justamente para compartilhar informações sobre o assunto e ajudar as mulheres a procurar o tratamento adequado — e junho foi eleito o mês mundial de conscientização a respeito. Uma das confusões que esse movimento busca dissipar é achar que lipedema e obesidade são a mesma coisa. Não são! No primeiro, a gordura passa a crescer em áreas como pernas e até mesmo braços, e não na barriga, por exemplo. O quadro costuma ser bilateral e ocorrer inclusive em pessoas consideradas magras. Além da repercussão no visual, provoca outros sintomas desconfortáveis. “As queixas mais frequentes são dores, inchaço, presença de vasinhos e hematomas espontâneos na região com a gordura”, conta o angiologista e cirurgião vascular Vitor Cervantes Gornati, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV). Em fases avançadas, pode causar sensação de peso no local, que piora com o passar do dia, limitação de mobilidade e danos ao sistema linfático. Por levar a mudanças na silhueta, o quadro é frequentemente rotulado de questão estética. Também não é! Trata-se de uma doença reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Sua inclusão na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) passou a vigorar em janeiro de 2022.
O lipedema, a formação anormal e progressiva de gordura em certas regiões, é confundido com a obesidade, sabota a autoestima e pouca gente sabe tratá-lo
Uma pele artificial desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia pode dar aos robôs a capacidade de sentir mudanças de temperatura, pressão e até a presença de produtos químicos tóxicos por meio do toque.
A nova pele é usada junto de um braço robótico e sensores ligados à pele humana. Com um sistema de machine learning, um humano controla o robô usando seus próprios movimentos – e ainda recebe resposta em sua própria pele.
Apelidada de M-Bot, a plataforma de detecção robótica multimodal foi desenvolvida no laboratório de Wei Gao, professor de engenharia médica do Caltech. O plano dele é dar aos humanos um controle mais preciso sobre a ação dos robôs, além de evitar que se coloquem em risco.
“Os robôs modernos estão desempenhando um papel cada vez mais importante na segurança, agricultura e manufatura”, diz Gao. “Podemos dar a esses robôs uma sensação de toque e temperatura? Também podemos fazê-los sentir produtos químicos como explosivos e agentes nervosos ou riscos biológicos, como bactérias e vírus infecciosos? Estamos trabalhando nisso.”
A pele desenvolvida é uma espécie de gel gelatinoso que torna a mão robótica muito parecida com a nossa. Nela estão os sensores que lhe possibilitam detectar o que está segurando. Eles são impressos na pele, da mesma forma que uma impressora a jato de tinta imprime o texto em uma folha de papel.
Ela responde a comandos humanos e dá um choque quando encontra substâncias específicas.